MUNDO – China lidera quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos pela sexta vez consecutiva; entenda sucesso do país

Medalhista de ouro e prata da China, Jiang Yuyan (C) e Liu Daomin (E), e a medalhista de bronze da Brasil Mayara Do Amaral Petzold (D) no pódio dos 50m borboleta S6 nas Paralimpíadas de 2024 – Dimitar DILKOFF / AFP A China conquistou, pela sexta vez consecutiva, a liderança do quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos. Em Paris, com apenas mais uma medalha em disputa na manha deste domingo (8), o país somava 94 medalhas de ouro, 75 de prata e 50 de bronze, totalizando 219 pódios. A Grã Bretanha, segunda colocada, aparecia com 49 ouros, 44 pratas e 31 bronzes, 124 no total. O sucesso do chinês no desporto paralímpico é multifatorial. Um dos motivos tem a ver com as políticas de erradicação da extrema pobreza e de combate à desigualdade. Como parte dos esforços para a eliminação da extrema pobreza, a atenção às pessoas com deficiência têm aumentado nos últimos anos na China. O 14° Plano Quinquenal, que vai de 2021 a 2025, contém várias seções dedicadas à proteção e reabilitação de pessoas com deficiência. O texto inclui ainda melhorias no acesso à seguridade social, emprego e serviços básicos. Na China, existem mais de 85 milhões de pessoas com deficiência. Durante o período do Plano Quinquenal anterior (2016-2020), 7,1 milhões de pessoas nesta condição, que viviam em áreas rurais, foram retiradas da extrema pobreza. Além disso, quase 2 milhões foram empregadas em áreas urbanas e rurais, segundo dados do Conselho de Estado. A recente terceira plenária do Vigésimo Comitê Central do Partido Comunista da China também enfatizou a necessidade de desenvolvimento dessas políticas. A resolução da terceira plenária – cujos objetivos devem ser cumpridos até 2029 – afirma que melhores serviços serão prestados a idosos com dificuldades especiais, “incluindo aqueles que vivem sozinhos, têm deficiências ou sofrem de deficiência física”, e que será acelerada “a introdução de esquemas de seguro para cuidados de longo prazo” para essas populações. Fonte: Brasil de Fato Matéria Completa: Acesse Aqui
GLOBAL – O motivo que fez Greta Thunberg, presa pela quinta vez, sumir da mídia tradicional

Greta Thunberg, ativista sueca pelo clima, foi presa pela quinta vez nesta quarta-feira (5) Durante uma manifestação pró-Palestina em Copenhague, na Dinamarca.A garota de olhos de ouro da imprensa neoliberal, que lutava contra a mudança climática, agora não é mais tão bem-vista pela mídia tradicional. Enquanto ela era um símbolo ou uma referência para uma luta despolitizada pelo clima, tudo certo. Agora, sendo detida defendendo a população palestina, começa a se tornar um pouco mais indigesta. Greta Thunberg não deixou de ser o ícone que era para seus pares, mas perdeu o apoio de boa parte da grande imprensa porque começou a perceber que, no cerne da questão climática, está a economia. E que a economia capitalista orientada para a guerra – simbolizada pelo apoio dos EUA ao genocídio na Faixa de Gaza – e para os combustíveis fósseis é a raiz dos problemas ambientais que vivemos hoje. Parafraseando Chico Mendes, Greta Thunberg descobriu que ecologia sem luta de classes é jardinagem. E saiu da mídia justamente por essa opinião, nada incorreta, mas controversa. Greta bateu de frente com o sionismo, com a esquerda frouxa europeia e com as grandes corporações que se pintam de verde, mas seguem sujas de sangue. Protestou contra os investimentos dos grandes bancos e venture capitals que lucram com a destruição do planeta.Deixou de ser a queridinha do mundo e passou a ser, de fato, uma inimiga do sistema. E é tratada como tal: cinco vezes presa. Fonte: Revista Fórum Matéria Completa: Acesse Aqui
Dowbor: Para decifrar o enigma da ultradireita

Desigualdade e frustrações deslocaram o eixo da política para o campo dos valores – onde opera uma aliança entre interesses financeiros, preconceitos de gênero e religião. Hipótese: esquerda pode (e precisa!) disputar este território Estávamos acostumados a tratar questões políticas, econômicas, religiosas e de gênero como espaços diferentes, tanto nas discussões como nas pesquisas, e em particular como áreas separadas nas universidades. Isso fragilizou muito a nossa compreensão das novas dinâmicas que transformam a sociedade a partir da sua própria base. Lembro que há uns 15 anos atrás, tempos de governo Lula, uma alta autoridade da União Europeia me perguntou do que eu achava da perspectiva de os evangélicos chegarem ao poder no Brasil. Comuniquei de maneira condescendente que não estava no horizonte político. Hoje me arrependo desta minha incompreensão do que estava se passando no país, transformação melhor entendida por um especialista europeu. O que está hoje escancarado, é precisamente que o populismo de direita se enraizou na base da sociedade numa aliança que usa crenças religiosas, preconceitos de gênero, interesses financeiros, sistemas modernos de comunicação comportamental, e os sentimentos de frustração irritada dos mais pobres para gerar uma máquina de poder político, o populismo de direita. No caso do Brasil, um livro de primeira ordem, de Bruno Paes Manso, A fé e o Fuzil: crime e religião no Brasil do século XXI, (2023) analisa precisamente como se formou esta convergência de diversas dimensões do cotidiano da população, aliando religião, política, polícia e criminalidade numa nova “costura” que articula as comunidades, gerando novos sistemas de governança. A religião e a sexualidade, o controle do comportamento íntimo das famílias, passam a desempenhar um papel poderoso. Quando elegemos um político, teoricamente se trata de assegurar que o setor público administre os investimentos necessários na educação, na saúde, nas infraestruturas, na promoção de empregos e semelhante. São os “programas” que se apresentam para as eleições. Em vez disso, as pessoas irão votar no que se apresenta como costumes, como se os políticos devessem tratar de como e para quem rezamos, como organizamos as nossas famílias, como educamos nossos filhos. Deus, Pátria, Família já era o mote da ditadura de Salazar em Portugal, um século atrás. E como funciona. Não busca a racionalidade, busca as emoções. O livro que queria aqui apresentar foca essas dimensões no plano internacional. Na Europa tão cultural e civilizada, enfrenta-se essa convergência da luta anti-gênero (leia-se controle da sexualidade das mulheres), da promoção da religiosidade (como se estivéssemos elegendo pastores), do uso das mídias sociais personalizadas (baseadas no uso de informações privadas das pessoas), e de pretensos valores “tradicionais”. Nos Estados Unidos as religiões se transformaram já há tempos em feudos de poder, com impressionante convergência entre valores retrógrados e as mídias mais avançadas, também navegando no mundo de frustrações geradas pela desigualdade e estagnação na base da sociedade. Os mais pobres nas mãos dos que mais reproduzem a pobreza. Duas polonesas, Agnieszka Graff e Elzbieta Korolczuk realizaram uma pesquisa de impressionante riqueza sobre justamente como se articulam essas diversas dimensões da sociedade, com poderoso impacto político que se enraíza na intimidade de como rezamos, de como nos relacionamos com a família, mas também de como votamos. O populismo político de direita é aqui visto como construção inovadora, que termina se articulando com as forças econômicas das grandes corporações, como no caso das Koch Industries nos Estados Unidos, justificando e assegurando apoio político da base social mais explorada para o sistema tecnologicamente mais avançado e explorador. A análise nos ajuda a entender como se construiu esse paradoxo político, por meio da pretensa superioridade moral, com uso não de propostas de soluções concretas de governança, mas sim de grandes acenos à família, uso da bandeira, conceito de austeridade na política, e de controle comportamental, em particular das mulheres. Fonte: Outras Palavras Matéria Completa: Acesse Aqui
ENTREVISTA – Mudanças na Igreja Católica do século XXI e o impacto na sociedade brasileira. Entrevista especial com Brenda Carranza

Brenda Carranza possui doutorado em Ciências Sociais – UNICAMP O século XXI traz consigo a ideia de mudança. O surgimento das redes sociais e a inserção cada vez maior das tecnologias na sociedade mudam a configuração na vida humana. As instituições, a partir desse cenário, também buscam se adaptar e a Igreja Católica não é diferente. É a partir desta proposição que a teóloga e cientista social Brenda Carranza discute as mudanças no catolicismo neste século e como isso afeta a sociedade brasileira. Na videoconferência intitulada “Incidências ou não da Igreja Católica na sociedade brasileira no século XXI”, promovida pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia – FAJE, Brenda Carranza afirma que há uma união entre parte da Igreja Católica e a ultradireita no Brasil nos últimos anos. “O que sustento é que estamos diante de um catolicismo com uma inflexão ao lado do conservador e de direita diante de uma nova conjuntura social, novos pressupostos de estrutura de Estado e sociedade democrática, e que se pauta por um projeto político que visa ter como voz ordenadora o autoritarismo”, pontua. Segundo ela, há pautas que unem a velha e a nova direita cristã. “O fio condutor que une a pauta conservadora agora são as campanhas antigênero. Essa direita cristã traz velhas reivindicações: guerra cultural, comunismo, armamentismo. E uma nova direita cristã traz também a demonização da agenda pró-direitos, direitos reprodutivos, agenda LGBT, as alianças no Congresso e na formulação de políticas públicas”, diz. A atividade integra o III Congresso Brasileiro de Teologia Pastoral: A pastoral da Igreja do Brasil no século XXI: balanço, incidências, perspectivas, iniciativa do Grupo de Pesquisa Teologia Pastoral da FAJE, em parceria com outras instituições de ensino de Teologia. Fonte: Instituto Humanistas Unisinos Matéria Completa: Acesse Aqui
MUNDO – Estará o Opus Dei por trás da “conversão” católica a Trump nos Estados Unidos?

Donald Trump, ex-presidente do Estados Unidos da América O novo populismo tem um dos seus profetas em Donald Trump e, em sua deriva personalista, tem conseguido cobrir-se com o manto do nacionalismo cristão e das reminiscências dos primeiros colonos, algo que até agora as igrejas evangélicas e, nos últimos tempos, também o catolicismo, a ponto de, segundo dados do Pew Research Center de abril passado, entre os católicos brancos, 60% se identificarem agora com o Partido Republicano. Para essa ‘conversão’ de uma parte do catolicismo, o ex-presidente contou com um ‘São Paulo’, Kevin Rogers, que fez dele uma ‘bíblia’ de mais de 900 páginas – o polêmico Projeto 2025 – que é como um mapa dessa virada nacionalista cristã que também tem entre os seus defensores JD Vance, o católico convertido designado por Trump como seu vice-presidente, se vencer as eleições presidenciais para a Casa Branca em novembro próximo. Além de ser um apologista do que chama de ‘Segunda Revolução Americana’, Kevin Roberts é presidente da Heritage Foundation, um think tank de extrema-direita cujo objetivo é “formular e promover políticas públicas baseadas nos princípios da livre iniciativa, governo limitado, liberdade individual, valores tradicionais americanos e uma forte defesa nacional”. Além disso, segundo o jornal The Guardian, Roberts “tem laços estreitos e recebe orientação espiritual regular de um centro dirigido pelo Opus Dei em Washington, DC. O Opus Deis é uma organização que o referido jornal britânico, um dos mais influentes do Reino Unido, descreve como um ‘grupo católico radical e secreto’”. “Roberts reconheceu em um discurso em setembro passado que, durante anos, visitou semanalmente o Centro de Informação Católica (CIC), instituição dirigida por um sacerdote do Opus Dei e registrada pela Arquidiocese de Washington, para assistir à missa e receber ‘formação’ ou assistência religiosa. O Opus Dei também organiza retiros mensais no CIC”, segundo informações do The Guardian. Roberts, que segundo o New York Times afirmou que poderia ser “sem derramamento de sangue se a esquerda permitir”, começou a ganhar notoriedade como resultado do Projeto 2025 – duramente criticado por Kamala Harris na recente convenção do Partido Democrata – “um plano de base apoiado por mais de 100 grupos conservadores que procuram mudar radicalmente uma ampla gama de políticas se Trump for eleito novamente, desde limitar o acesso ao aborto e aos direitos LGBTQ+ até acabar com programas de diversidade e aumentar o apoio governamental à ‘consciência sobre a fertilidade’, como rastrear a ovulação e praticar abstinência periódica, em vez de contracepção mais confiável”. Os mandamentos da ‘restauração cristã’ Considerado o ‘cérebro católico’ de Trump e possível chefe de gabinete na Casa Branca caso o magnata derrote Harris em novembro próximo, Roberts apresentou naquela reunião de setembro passado, no CIC, os ‘mandamentos’ para a restauração cristã dos Estados Unidos, em plena comunhão com ‘Make America Great Again’ (MAGA), o mantra do Trumpismo. O CIC, como observa o portal Katholisch, “é o lobby do Opus Dei, que tenta influenciar a política americana a partir daqui” e “é a casa de figuras católicas de direita como Roberts, o presidente da Sociedade Federalista, Leonard Leo e JD Vance, o candidato à vice-presidência. “[Leonard] Leo é um ativista conservador que liderou a missão republicana para instalar uma maioria de direita na Suprema Corte e financia muitos dos grupos signatários do Projeto 2025. Assim como Roberts, Leo também tem ligações com a CIC, ligada ao Opus Dei”, afirma o The Guardian em suas informações. “Em um discurso de 2022 aceitando a mais alta honraria da CIC, o Prêmio João Paulo II de Nova Evangelização, Leo elogiou o centro e referiu-se aos seus oponentes políticos como ‘bárbaros vis e amorais, secularistas e intolerantes dos dias modernos’, que estavam sob a influência do diabo”, afirma o jornal. Fonte: Instituto Humanistas Unisinos Matéria Completa: Acesse Aqui
SOCIEDADE – Alemanha: rumo a uma “Igreja dos pequenos”?

Celebração do Domingo da Páscoa em Ralbitz, leste da Alemanha. (AFP or licensors) “Em 1969, Joseph Ratzinger, que mais tarde se tornou Papa Bento XVI, falava neste contexto de uma “Igreja dos pequenos” internalizada e de uma “igreja da fé”, isto é, uma Igreja apoiada por um número cada vez menor de pessoas particularmente comprometidas.” Somente 25% das pessoas na Alemanha ainda pertencem à Igreja Católica. Outros 23% são membros da Igreja Protestante. É o que emerge dos últimos dados do Serviço Federal de Estatística relativos à última sondagem pública de 2022. No entanto, estes dados não dizem muito sobre a orientação religiosa dos alemães. Os dados refletem a pertença às duas principais Igrejas cristãs como corporações públicas, conforme registado pelos cartórios de registo de residentes. Aliás, o número de muçulmanos na Alemanha não é registado nos cartórios, porque o Islã não é uma corporação pública. No entanto, estima-se que existam de 4 a 5 milhões de muçulmanos na Alemanha. No total, cerca de 83 milhões de pessoas vivem no país mais populoso da Europa. Há duas razões pelas quais o percentual de fiéis das principais Igrejas em relação à população total está diminuindo: primeiro, a queda na taxa de natalidade e, segundo, o abandono das igrejas pelos fiéis. De fato, na Alemanha, os fiéis podem declarar o seu abandono da Igreja perante as autoridades estatais (o que lhes nega o acesso aos sacramentos, mas não anula o batismo). Segundo dados da Igreja, 402 mil católicos e 387 mil protestantes deram este passo no ano passado. Em 2022 foram ainda mais. No geral, muito mais pessoas saem ou morrem do que entram na Igreja. De longe, a razão mais comum apresentada pelos que saem está o horror face à crise dos abusos no seio das Igrejas. Em vez disso, novamente de acordo com as pesquisas, as assim chamadas “taxas de culto”, ou seja, a cota de adesão que o Estado cobra em nome das Igrejas, é apenas uma fraca razão para a saída. Na Alemanha, a “taxa de culto” (uma espécie de imposto) equivale a 8% do imposto de renda dos membros individuais. Contudo, a sociologia da religião na Alemanha também relata que a orientação religiosa das pessoas não está diminuindo na mesma medida. Muitos daqueles que abandonam a Igreja continuam a considerar-se cristãos e a praticar a sua fé. De forma geral, assistimos na Alemanha a uma pluralização do panorama religioso, que se manifesta também no número crescente de comunidades cristãs livres, não filiadas às duas grandes Igrejas. De acordo com os resultados, a secularização, a pluralização e a individualização continuarão a avançar na Alemanha. O desafio para as Igrejas Católica e Protestante na Alemanha será como financiar os seus serviços pastorais e de caridade nestas condições. A médio e longo prazo, muitas dioceses alemãs terão de lidar com um buraco no orçamento. Isto também terá impacto na fisionomia da Igreja Católica. Já em 1969, Joseph Ratzinger, que mais tarde se tornou Papa Bento XVI, falava neste contexto de uma “Igreja dos pequenos” internalizada e de uma “igreja da fé”, isto é, uma Igreja apoiada por um número cada vez menor de pessoas particularmente comprometidas. Fonte: Vatican News Link Completo: Acesse Aqui
A cruzada de Haddad contra a Saúde e Educação

Dispositivos do Arcabouço Fiscal do ministro estão produzindo caos no Orçamento público. Sempre bem informado em relação ao estado de ânimo do presidente da República, o jornalista Kennedy Alencar não mediu palavras nesta terça-feira (11/6). Lula estaria “puto” com a atitude mais recente de Fernando Haddad. Pela manhã, em entrevista aos jornalistas, o ministro finalmente admitiu em público: há estudos na Fazenda para reduzir o percentual mínimo da receita de impostos destinada à Saúde e Educação. Segundo Kennedy, o presidente julgou que a fala é contraproducente por despertar, entre o financismo, expectativas que não serão cumpridas. Há meses, Outras Palavras sugere a existência destes estudos e, em especial, aponta o que está por trás deles. O ministério da Fazenda traçou uma política econômica que contemporiza com o rentismo – o setor da economia que mais suga as riquezas nacionais e freia o desenvolvimento do país. Esta opção não podia ser exposta publicamente. Ainda na segunda-feira (10/6), por exemplo, assessores de Haddad negaram taxativamente, diante de movimentos sociais ligados à luta pelo SUS, sua existência. Mas o ministro encontra-se diante de dois fogos. De um lado, quer dar satisfações aos “mercados”; de outro, teme contrariar os movimentos sociais que apoiaram e sustentam Lula, e confrontar o próprio presidente. Não é possível saber, por enquanto, o que precipitou a mudança de atitude. Uma cobrança maior, por parte dos rentistas? O desconforto de Lula (com quem o ministro reuniu-se por duas horas, fora da agenda, em pleno domingo?). O desgaste, no Congresso, das medidas arrecadatórias que a Fazenda propôs sem oferecer, em contrapartida, perspectivas reais de melhora do ambiente econômico? Enquanto não surge a resposta, algo é certo. É preciso combater o desvio de recursos da Saúde e Educação – já há muito desfinanciadas. O texto a seguir, que publicamos em 10/4, mostra em detalhes por quê. Fonte: Site Outras Palavras Matéria Completa: Acesse Aqui