Boa vindima e bom vinho

Uma Análise sobre o Sínodo dos Jovens Anselmo Borges – 10/11/2018 – Foto: bomdia.lu Durante o passado mês de Outubro, de 3 a 28, esteve reunido em Roma o Sínodo dos Bispos sobre os jovens e, durante os debates e agora no documento final, mostra-se uma vontade real de mudança. Francisco, referindo-se aos resultados do Sínodo, disse que foi “uma boa vindima, que promete bom vinho”. Entretanto, é a fermentação. Um exemplo: no próximo Sínodo, em Outubro de 2019, sobre a Amazónia, a ordenação de homens casados estará na agenda.

O Sínodo da Juventude: uma síntese dos tempos de crises

Wagner Fernandes de Azevedo | 08/11/2018 Foto: comshalom.org Quando o Sínodo dos Jovens foi convocado em 2016 pelo Papa Francisco, a expectativa da contínua sinodalidade do seu pontificado, e legada do Vaticano II, era por uma assembleia transformadora. O Sínodo da Família, em 2014 e 2015, resultou na exortação Amoris Laetitia. Pouco digerida e aceita nos setores conservadores, acentuou uma oposição pública a Francisco.

A JOVEM REVERENDA DA IGREJA HUSSITA AFIRMA QUE “MINHAS RESPOSTAS FORAM VALORIZADAS”

Reverenda Martina, a única mulher sacerdote no Sínodo: “Eu me senti aceita, minha voz foi ouvida”   Cameron Doody, 28/10/2018 Foto: A Reverenda Martina Viktorie Kopecká, no Sínodo dos Jovens  / Vatican Media “Fiquei surpresa por me terem escutado… Não me rejeitaram, aceitaram-me como membro da família” A ordenação [de mulheres] não é uma questão de gênero, mas de dignidade humana e igualdade de possibilidades.

Sínodo dos Bispos: não perder de vista o todo com preocupações menores

Robert Mickens – 20/10/2018 Foto: Sínodo dos Bispos / Vatican Media Francisco apresentou uma legislação que poderia permitir a ele ou a um futuro Papa o poder de transformar substancialmente a estrutura de governança da Igreja universal. O comentário é de Robert Mickens, jornalista, publicado por La Croix International, 19-10-2018. A tradução é de Victor D. Thiesen.

Sínodo dos jovens: no ritmo da primavera de Francisco, rejeição à agenda conservadora 

Mauro Lopes – 28 Março 2018 Foto: Riccardo Rossi “Ao reivindicar protagonismo e liderança, os participantes do encontro de Roma reclamam do pouco espaço que encontram na Igreja, por serem “considerados jovens e inexperientes demais para liderar ou tomar decisões, pois só cometerão erros”, e afirmam que os movimentos na base da Igreja e as “novas comunidades” estão capacitando-os ‘para serem os principais embaixadores da fé’”, escreve  Mauro Lopes, jornalista,  em artigo publicado no blog Caminho pra Casa, 27-03-2018.