Nosso coração amazônico
“O Sínodo da Amazônia é um grande chamamento em favor da reconciliação do homem com a natureza mediadora de sua condição humana”. José de Souza Martins – 08/10/2019 – Foto: Vatican News “O Sínodo da Amazônia é um grande chamamento em favor da reconciliação do homem com a natureza mediadora de sua condição humana”. O artigo é de José de Souza Martins, sociólogo, pesquisador Emérito do CNPq, membro da Academia Paulista de Letras. Entre outros livros, autor de Fronteira – A degradação do Outro nos confins do humano (Contexto). O artigo nos foi enviado pelo autor e a sua publicação é autorizada por ele.
Com palavras firmes e proféticas do Papa Francisco começa o Sínodo para a Amazônia
Luis Miguel Modino – 07/10/2019 – Foto: CEBs do Brasil A assembleia do Sínodo para a Amazônia começou, neste domingo, 6 de outubro, na Basílica de São Pedro, com uma celebração presidida pelo Papa Francisco, onde mais uma vez, em uma homilia cheia de firmeza e sentido, incentivou os participantes da assembleia sinodal e deixou claro para aqueles que reivindicam prudência, que isso não pode ser confundido com uma atitude defensiva, muito menos ofensiva, como alguns assumiram como prática habitual. A reportagem é de Luis Miguel Modino.
Por trás do Sínodo sobre a Amazônia, a sombra de um sínodo alemão?
Marie-Lucile Kubacki – 26/09/2019 – Foto: harald_oppitz Enquanto o Sínodo sobre a Amazônia estará sendo realizado no Vaticano, de 6 a 27 de outubro, estariam os bispos alemães tentando aproveitá-lo para promover uma reforma sobre a ordenação de homens casados? Nos bastidores, a questão provoca tensões em Roma. A reportagem é de Marie-Lucile Kubacki, publicada por La Vie, 21-09-2019. A tradução é de André Langer.
Esperamos que a igreja norte-americana aprenda com o sínodo pan-amazônico
Richard Gaillardetz – 16/09/2019 –Tradução: Orlando Almeida Foto: Isidoro Jajoy, um xamã da tribo Inga da Colômbia, abençoa as pessoas em Bogotá em 14 de agosto durante uma reunião preparatória para o Sínodo dos Bispos para a Amazônia, em outubro. (CNS / Manuel Rueda) Os católicos daquela região estão enfrentando um tremendo desafio à sua vida sacramental, já que a proporção entre sacerdotes e pessoas católicas, em algumas sub-regiões, é de 1 para 16.000. É esta situação que levou o Instrumentum Laboris , o documento de trabalho preparado antes do sínodo, a aventar a possibilidade de ordenação de viri probati , ou seja, de homens maduros e casados, como sacerdotes.
A Igreja da Amazônia conclui sua assembleia para o Sínodo, que “chega num momento crucial de nossa história”
Luis Miguel Modino – 31 Agosto 2019 Foto: Brasil Soberano e Livre O exercício da sinodalidade é um grande desafio na Igreja atual, algo que foi lançado no Vaticano II, mas que podemos dizer que o Papa Francisco, com a Episcopalis Comunio, quis colocar como prioridade para toda a Igreja, insistindo no imperativo de caminharmos juntos como Igreja e sempre abertos à realidade da qual não podemos nos isolar ou fugir. A reportagem é de Luis Miguel Modino.
Carta do Encontro de Estudo do Instrumento de Trabalho do Sínodo da Amazônia
“Defendemos de modo intransigente a Amazônia” REPAM-CNBB. Foto: REPAM – 31 Agosto 2019 “Junto com o Papa Francisco, defendemos de modo intransigente a Amazônia e exigimos medidas urgentes dos Governos frente à agressão violenta e irracional à natureza, à destruição inescrupulosa da floresta que mata a flora e a fauna milenares com incêndios criminosamente provocados”, afirmam os participantes, bispos, padres, religiosas e religiosos, leigas e leigos das Igrejas amazônicas que participaram do encontro de estudo do Instrumento de Trabalho do Sínodo da Amazônia, realizado em Belém no final do mês de agosto de 2019. A carta foi publicada no dia 30 de agosto de 2019.
O Sínodo para a Amazônia não deve se concentrar “apenas na ordenação de homens casados”.
Balanço de Mauricio López sobre as reações ao Instrumentum Laboris IHU – 18 Junho 2019 Na foto: Mauricio López / Repam O Sínodo para a Amazônia é um processo que tem suas raízes bem além do 15 de outubro de 2017, dia em que o Papa Francisco o convocou em Roma, para surpresa de quase todos. Este 17 de junho, o processo sinodal deu um novo passo com a apresentação do Instrumentum Laboris, que gerou muitas notícias e manchetes, que rapidamente fluíram como rios de fogo em todos os cantos do mundo.
Instrumentum Laboris do Sínodo para a Amazônia, um novo passo de “um ‘kairós’ para a Igreja e o mundo”
Luis Miguel Modino. – 17/ 06/2019 – Foto: Carta Maior Um fruto de um longo percurso, isso poderia definir o Instrumentum Laboris do Sínodo para a Amazônia que esta segunda-feira, 17 de junho, foi apresentado no Vaticano. Nele, como indicado na conclusão do documento, “tem se escutado a voz da Amazôniaà luz da fé (Parte I) e tem se tentado responder ao clamor do povo e do território amazônico por uma ecologia integral (Parte II) e pelos novos caminhos para uma Igreja profética na Amazônia (III Parte)”. A reportagem é de Luis Miguel Modino.
A nova cúria romana
Apresentação de: Antonio Dall’Osto – 3 de junho de 2019 Tradução: Orlando Almeida ; Foto: TuCristo.com No conclave de março de 2013, do qual saiu eleito o Papa Francisco, muitos cardeais pediram uma reforma da cúria romana. O pedido foi imediatamente colocado na programação e agora está pronto um projeto (rascunho), fruto de seis anos de trabalho do “conselho dos cardeais” e do Papa Francisco. Atualmente, o projeto está nas mãos dos bispos de todo o mundo, dos chefes da cúria e de alguns acadêmicos selecionados, para que o examinem cuidadosamente e apresentem as suas avaliações. Prevê-se que o texto final possa ser publicado antes do fim do ano, de acordo com o que disse Mons. Marcello Semeraro, secretário do “conselho de cardeais”.
Calmaria antes da tempestade: antecipando o plano radical de um papa reformista para reduzir a Cúria Romana
Robert Mickens – 12 Novembro 2018 Alguns estão cautelosamente esperando-a com expectativas esperançosas. Outros a estão temendo com pavor e desespero. Trata-se da vindoura reforma e reestruturação da Cúria Romana. A reportagem é de Robert Mickens, publicada em La Croix International, 09-11-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.