A MULHER NA IGREJA
Anselmo Borges – 8 de Março de 2020 – Foto: Daqui Neste Dia Internacional da Mulher, retomo o que já aqui escrevi em 2011: “As mulheres têm motivo para estar zangadas com a Igreja, que as discrimina. Jesus, porém, não só não as discriminou como foi um autêntico revolucionário na sua dignificação, até ao escândalo.”
Uma contribuição sobre o celibato sacerdotal em filial obediência ao Papa
<img src=”/content/dam/vaticannews/agenzie/images/reuters/2019/05/12/10/pope-francis-ordains-new-priests-and-conducts-1557649735707.JPG/_jcr_content/renditions/cq5dam.thumbnail.cropped.750.422.jpeg” alt=”Ordenações sacerdotais” class=”cq-dd-image”> (Dois Artigos sobre o assunto) Andrea Tornielli – 13 janeiro 2020 Foto: Ordenações sacerdotais Editorial Vatican News / Daqui O Pontífice emérito e o cardeal-prefeito da Congregação para o Culto Divino debatem em um livro um tema sobre o qual o Papa Francisco se expressou várias vezes.
Fim da lei do celibato dos padres?
Anselmo Borges, 22/06/2019 Foto: Padre, com esposa e filho / Centro de Vocações Anglicanas do Brasil Se no próximo Sínodo sobre a Amazónia, “os bispos concordassem em ordenar homens casados, o Papa, na minha opinião, aceitaria essa posição. O celibato não é um dogma, não é uma prática inalterável”. (cardeal Walter Kasper) Isso não seria nada de extraordinário. De facto, no catolicismo de rito oriental, continua a ordenação de casados e os padres anglicanos casados que se convertem são aceites na Igreja católica na condição de casados. Mais importante: a lei do celibato, como ficou dito, não é um dogma de fé, mas uma medida disciplinar.
Vaticano abre as portas para a ordenação de homens casados em regiões isoladas
Daniel Verdú – 18 Junho 2019 – Foto: IHU Sínodo da Amazônia, marcado para outubro em Roma, quer enfrentar a escassez de clérigos nas grandes extensões da América Latina. A reportagem é de Daniel Verdú, publicada por El País, 17-06-2019.
A Igreja e o sexo
Anselmo Borges – 12 Janeiro 2019 Duas jovens interrogaram o Papa Francisco sobre a sexualidade, perguntando concretamente se o facto de pertencerem à primeira geração que ousa falar abertamente destes temas não explica as incompreensões e o silêncio embaraçado dos mais velhos. Francisco respondeu: “A sexualidade, o sexo, é um presente de Deus. Não é de modo nenhum um tabu. É um dom de Deus, um presente que o Senhor nos dá. Tem dois objetivos: amar-se e gerar vida. É uma paixão, e um amor apaixonado. O verdadeiro amor é apaixonado. “