A grande exclusão dos padres casados
“TRATADOS COMO ‘TRAIDORES’” José Manuel Vidal, 17/12/17 Imagem: Celibato – José Luis Cortés O itinerário espiritual e as milhares de histórias dessas pessoas são de uma riqueza incalculável para a história do Povo de Deus. “Nenhuma empresa no mundo desperdiça tantos recursos humanos”
CARTA da Federação Latino-Americana de Padres Casados ao Papa Francisco e aos bispos da América Latina
Redação, 16/12/2017 Foto: Clelia com o Papa Francisco. Ontem, 15 de dezembro, o Papa recebeu no Vaticano uma Carta enviada pela Federação Latino-Americana de Padres Casados. A Carta foi entregue pessoalmente por Clelia Irasmendi, que está em Roma. Clélia Irasmendi é filha de Clelia Luro, esposa do bispo casado argentino Jerónimo Podestá. Ambos já falecidos. Francisco, quando arcebispo de Buenos Aires, era amigo da família e deu os últimos sacramentos a Jerónimo, antes de seu falecimento. Quando foi eleito papa, telefonou a Clélia-mãe, como o fez também com outros amigos de Buenos Aires. Abaixo, o texto da Carta da Federação, entregue a Francisco.
Crise do padre. O que fazer?
Francesco Cosentino – 23/9/17 Imagem: Aleteia O padre Francesco Cosentino, da Diocese de Catanzaro-Squillace, professor e diretor de retiros e encontros espirituais, atualmente é membro na Congregação para o Clero e Professor da Pontifícia Universidade Gregoriana, reflete sobre a ‘crise do padre’, em artigo publicado por Settimana News, 02-07-2017 A tradução é de Ramiro Mincato.
O que eu penso sobre Fátima (2)
Anselmo Borges – 05/05/17 Foto: Chegada de Peregrinos “Fátima precisa de ser evangelizada. Evangelho quer dizer notícia boa e felicitante, mas, frequentemente, como bem viu Nietzsche, o que se anunciou foi um Disangelho: uma notícia desgraçada e que arrastou consigo imensa infelicidade. No Evangelho segundo São Marcos, Jesus inicia a sua vida pública, proclamando: “Metanoiete”, cuja tradução normalmente é: “Fazei penitência”, mas realmente o que lá está é: mudai de mentalidade, de modo de pensar; portanto, mudai de vida, de mentalidade, de atitude, e acreditai no Evangelho.
METAMORFOSES PASCAIS DO DESEJO (2)
Frei Bento Domingues – 23 abril 2017 “O seu desejo mais ardente era colocar-se ao serviço do desejo libertador de Deus, alegria do mundo. Era vontade humana e divina de alteração radical da nossa sociedade. Os Evangelhos sinópticos mostram, no entanto, que ele teve de lutar contra tentações diabólicas infiltradas nos caminhos do advento e da configuração da era messiânica. Se era realmente o Messias tinha de o provar.
Concretizações do modo simples de rezar
Abílio Louro de Carvalho – 06/03/2017 A entrada na Quaresma, marcada ritualmente pela imposição as cinzas, remete-nos para a nossa condição de pecadores. Esquecemo-nos muito facilmente de que, embora pelo nosso estatuto de pessoas humanas, somos imagem de Deus e nos devemos considerar vocacionados a ser “semelhança de Deus” (cf Gn 1,26.27), nem por isso deixamos de ser “pó”, a ele havendo de “tornar” (cf Gn 3,19), sobretudo se não alimentarmos a relação com Deus e seguirmos caminhos desviantes e iníquos.
Apesar de tudo: Feliz Natal e Bom Ano Novo
Mensagem de Natal do Editor João Tavares – 24 de Dezembro de 2016 Mais um Natal, mais esperança, mais ternura. Famílias festejando, unidas. O canto dos anjos, pastores, magos do Oriente. Deus se faz homem para humanizar o mundo e para nos levar até Deus. Infelizmente, também, notícias tristes e dramáticas do mundo inteiro.
De mãe a discípula
A igreja não tem nenhuma fórmula para salvar o mundo. É uma convocatória para o trabalho. Não é pouco. Frei Bento Domingues O.P. 18/12/2016 “Jesus viveu uma longa polêmica com os discípulos: traído por um e abandonado por muitos[6]. Os seus irmãos também não acreditavam nele[7].O caso de Maria é completamente diferente. O Evangelho de João mostrou que a mãe de Jesus deixou de mandar no seu filho, mas não o abandonou, nem deixou de acreditar nele. Tornou-se a mãe que vai, silenciosamente, para a escola do filho. Só reaparece quando já está identificada com o projeto de Jesus e com a decisão de o acompanhar até ao fim”.
O vinho na Bíblia
Em tempo de vindimas e vinho novo, fica aí uma alusão ao vinho na Bíblia. Anselmo Borges – 15.10.2016 Jesus disse que não voltaria a beber do fruto da videira, “até àquele dia em que o hei-de beber de novo convosco no Reino de Meu Pai“.E é esta esperança, a esperança do vinho novo na plenitude da festa e da alegria do Reino de Deus que, de uma maneira ou outra, anima a todos. Infelizmente, embora isso talvez fosse uma inevitabilidade, as Eucaristias de hoje estão muito longe, no modo como são celebradas, de ser antecipações vivas dessa alegria festiva na sua plenitude. No princípio, era diferente.