Francisco conclui o texto sobre o Sínodo amazônico; publicação deve sair em poucas semanas
Joshua J. McElwee, 16/012020 Papa Francisco no fim do Sínodo da Amazônia, em 26/10;2019 / (CNS/Paul Haring) O Papa Francisco concluiu o seu texto altamente aguardado em resposta que dará à assembleia dos bispos realizada no Vaticano em 2019 sobre a Amazônia, documento que pode permitir a ordenação de homens casados ao sacerdócio católico na região composta por nove países. É o que pode confirmar o National Catholic Reporter. A reportagem é de Joshua J. McElwee, publicada por National Catholic Reporter, 16-01-2020. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Padres casados e diáconas. Os bispos alemães aceleram
Domenico Agasso Jr – 17 Janeiro 2020 Para perturbar o sono dos monsenhor e cardeais do Vaticano, há bem mais do que a baderna do livro Sarah-Ratzinger. Na galáxia tradicionalista e da “esquerda“, ronda o espectro de um racha. Na Alemanha, os bispos estão trabalhando em um sínodo paralelo para iniciar reformas (“revoluções”, para os aterrorizados) sobre temas sensíveis: padres casados, abertura a casais homossexuais e papéis de liderança para as mulheres, introdução de diaconisas. A reportagem é de Domenico Agasso Jr., publicada por La Stampa, 16-01-2020. A tradução é de Luisa Rabolini.
Quando Ratzinger sonhava uma Igreja com padres casados
Jesús Bastante – 15 Janeiro 2020 “Certamente também conhecerá novas formas ministeriais e ordenará sacerdotes os cristãos comprovados que continuarão a exercer sua profissão: em muitas comunidades menores e em grupos sociais homogêneos, a pastoral normalmente será exercida dessa maneira”, escreveu Joseph Ratzinger, em 1970, sobre a Igreja do futuro. A reportagem é de Jesús Bastante, publicada por Religión Digital, 13-01-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.
Dois papas é demais
Thomas J. Reese – 14 Janeiro 2020 Foto: Papa Francisco, à esquerda, abraça o Papa Emérito Bento XVI, na Basílica de S. Pedro, em 08 de Dezembro de 2015. (Foto: Osservatore Romano/Handout via AP) “Desde o anúncio de sua renúncia quase sete anos atrás, muitos especulam sobre o perigo de haver dois papas na Igreja Católica. Embora tecnicamente, uma vez renunciado, Bento tenha perdido sua autoridade papal, muitos o reverenciam e o honram como papa“. O comentário é do jesuíta estadunidense Thomas J. Reese, ex-editor-chefe da revista America, dos jesuítas dos Estados Unidos, de 1998 a 2005, e autor de “O Vaticano por dentro” (Ed. Edusc, 1998), em artigo publicado por Religion News Service, 13-01-2020. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Bento XVI pede retirada do seu nome de livro que defende celibato clerical
Publicação em coautoria com o cardeal Robert Sarah havia gerado dúvidas sobre a relação entre os dois papas Daniel Verdú, 14/01/2020 Foto: DCM O rocambolesco caso protagonizado por Bento XVI e a publicação de um livro em que questionava a possível ordenação de homens casados, a poucas semanas de seu sucessor, o papa Francisco, tomar uma decisão sobre o assunto, teve uma nova reviravolta nesta terça-feira. O ex-pontífice, após o alvoroço midiático gerado, pediu que seu nome seja retirado como coautor do polêmico livro que ameaça seu relacionamento com Francisco e tornou a fazer dele a bandeira dos adversários do Papa numa guerra ideológica que já dura vários anos.
“Não sou co-autor do livro do cardeal Sarah”
KathPress – 14 Janeiro 2020 – Foto: Land Steirmark “O papa emérito Bento XVI não foi informado sobre a publicação do livro que aborda a questão do sacerdócio e do celibato”, informa Gänswein, secretário particular de Joseph Ratzinger. A informação é publicada pela agência católica austríaca KathPress, 14-01-2020.
Uma contribuição sobre o celibato sacerdotal em filial obediência ao Papa
<img src=”/content/dam/vaticannews/agenzie/images/reuters/2019/05/12/10/pope-francis-ordains-new-priests-and-conducts-1557649735707.JPG/_jcr_content/renditions/cq5dam.thumbnail.cropped.750.422.jpeg” alt=”Ordenações sacerdotais” class=”cq-dd-image”> (Dois Artigos sobre o assunto) Andrea Tornielli – 13 janeiro 2020 Foto: Ordenações sacerdotais Editorial Vatican News / Daqui O Pontífice emérito e o cardeal-prefeito da Congregação para o Culto Divino debatem em um livro um tema sobre o qual o Papa Francisco se expressou várias vezes.
Será que Francisco ainda pretende ir ao Iraque?
Maria Antonietta Calabrò – 09 Janeiro 2020 Amanhã o esperado discurso ao Corpo Diplomático. Retoques até o último minuto. A reportagem é de Maria Antonietta Calabrò, publicada por Huffington Post, 08-01-2020. A tradução é de Luisa Rabolini. Era 10 de junho de 2019, sete meses atrás, quando o Papa anunciou que gostaria de ir ao Iraque em 2020 (em uma audiência à Roaco).
O cristianismo muda de pele a cada cinco séculos
Marco Rizzi – 07 Janeiro 2020 O atual pontífice gosta de repetir que não estamos vivendo simplesmente uma época de mudanças, mas sim, mais radicalmente, uma “mudança de época”. Ele fez isso novamente no discurso proferido à Cúria vaticana para as saudações de Natal, quando anunciou importantes mudanças na estrutura de governo da Igreja Católica. A reportagem é de Marco Rizzi, publicada no caderno La Lettura, do jornal Corriere della Sera, 05-01-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
E se o Vaticano intermediasse as relações entre EUA e Irã?
John L. Allen Jr. – 06 Janeiro 2020 Notoriamente, os Estados Unidos e o Irã não mantêm relações diplomáticas desde que elas foram rompidas em 1980, em meio à crise dos reféns. Oficialmente, os dois países se comunicam por meio da embaixada suíça em Teerã, e as autoridades suíças foram respeitosamente convocadas na última sexta-feira para ouvir o protesto do Irã pelo assassinato do general Qasem Soleimani, descrevendo-o como um “flagrante exemplo de terrorismo de Estado estadunidense”. O comentário é de John L. Allen Jr., publicado por Crux, 05-01-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto. FOTO: O Presidente iraniano Hassan Rouhani folheia um livro que ele ofereceu ao Papa Francisco, durante a audiência privada no Vaticano em 26 de Janeiro de 2016 (Crédito: Andrew Medichini / AP.)