Misericórdia e amor. ‘Amoris Laetitia’ como ponto de partida e não somente de chegada.
“O Documento [Amoris Laetitia] é o resultado de uma etapa, mas não o fim de um percurso”, avalia o teólogo. Foto: http://i67.tinypic.com/e83ga9.jpg Entrevista com Cesar Kuzma-9/4/2016 “A misericórdia é a chave para se ler a Exortação Amoris Laetitia, porque é a maneira como Deus exprime o seu amor e é desta forma que ele nos convida a seu seguimento”, diz Cesar Cuzma ao comentar o documento conclusivo do Sínodo para a Família, publicado (08-04-2016), pelo Papa Francisco.
Exortação “Amoris laetitia”: a alegria do amor na família
Foto: Papa Francisco com as famílias – ANSA 08/04/2016 12:35 Exortação Apostólica AMORIS LAETITIA (clique e veja) Foi publicada na manhã desta sexta-feira, dia 8 de abril a Exortação Apostólica pós-Sinodal do Papa Francisco sobre a família. “Amoris laetitia”, a “Alegria do Amor” é um texto de nove capítulos no qual o Santo Padre recolhe os resultados de dois Sínodos dos Bispos sobre a família ocorridos em 2014 e 2015 citando anteriores documentos papais, contributos de conferências episcopais e de várias personalidades.
Igreja “em saída” e exercício da autoridade: além de um “lugar comum” do magistério recente. Artigo de Andrea Grillo
Andrea Grillo – 31/03/201 O “retorno ao Concílio” do Papa Francisco parece estar marcado pela exigência de “restaurar autoridade” à ação eclesial. Só assim ela poderá sair da “tentação da autorreferencialidade”. Mas, para fazer isso, ela deve assumir uma abordagem diferente à tradição. A Igreja não se reconhece como uma “história fechada”, como um “museu de verdades a se conservar”, mas como um “jardim a se cultivar”. A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. O artigo foi publicado no seu blog Come Se Non, 22-03-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
CNBB defende punição para envolvidos em atos de corrupção
Mariana Tokarnia, Agência Brasil 07/04/2016 “As pessoas consideradas culpadas devem ser punidas rigorosamente dentro da legislação que temos no país”, disse o bispo auxiliar de Belo Horizonte, dom Joaquim Giovani Mol Para dom Joaquim, país passa por uma crise estrutural, com enfraquecimento das instituições
À espera de “Amoris laetitia”: os nomes do amor em 140 anos de magistério católico, de Leão XIII a Francisco. Artigo de Andrea Grillo
Andrea Grillo – Fotos: do Site do autor – 04/04/2016 http://andreagrillo.altervista.org/ Amoris laetitia: agora temos um título. Mas apenas um título, que, porém, como acontece em uma longa tradição eclesial, coincide com um “incipit”. Assim inicia o documento: com a alegria do amor. A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, leigo casado, professor do Pontifício Ateneu S. Anselmo, de Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, de Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, de Pádua. O artigo foi publicado no seu blog Come Se Non, 01-04-2016.
Sobre o radicalismo islâmico
Anselmo Borges – 02/04/2016 “Querido mundo muçulmano, sou um dos teus filhos afastados que te olha de fora e de longe. O que é que eu vejo melhor do que outros, precisamente porque te vejo de longe e com os meus olhos severos de filósofo? Vejo-te a dar à luz um monstro que pretende denominar-se Estado Islâmico e a que alguns preferem dar um nome de demónio: Daesh. Mas o pior é que te vejo a perder-te – perder o teu tempo e a tua honra – na recusa de reconhecer que este monstro” – Abdennour Bidar
Bertone e o ático das polêmicas
Fabrizio Caccia – 02/04/2016 Tradução: Orlando Almeida Do ático à propriedade com parque As megacasas de outros cardeais Entre privilégios e falatórios. “Só polêmicas, muitas casas antigas e necessitando de reformas” – se defende Bertone
A crise dos alinhamentos político-religiosos dentro do catolicismo
Massimo Faggiolli, 31 de março de 2016 “A opção neoconservadora idealiza uma Igreja clerical e hierárquica que epitomiza uma não recepção do Vaticano II. A opção ortodoxa radical idealiza uma Igreja cuja teologia, na verdade, aprendeu com a praça pública e com a interação no domínio da política (a ideia de liberdade religiosa, só para mencionar um exemplo). Essa eclesiologia tende a enxergar a Igreja como uma contrassociedade que mascara a tentação de uma Igreja como societas perfecta”, escreve Massimo Faggioli, professor de história do cristianismo e diretor do Institute for Catholicism and Citizenship, na University of St. Thomas, nos EUA. O artigo foi publicado por Global Pulse, 29-03-2016. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
“É o Congresso o câncer que está destruindo a política e impossibilitando a concertação”. Entrevista especial com Cândido Grzybowski
Patricia Fachin – 31 de março de 2016 Foto:www.notibras.com Grzybowski diz ainda que o “câncer” que está “matando” a política brasileira é o Congresso e não o Judiciário ou a Polícia Federal. “É o Congresso quem está destruindo a política e apelando para o Judiciário a toda hora e atropelando as decisões. A tentativa de Cunha de tentar mudar a composição dos conselhos para se beneficiar, mostra bem onde estamos. É esse jogo que está sendo feito e que acaba sendo levado ao Tribunal para desempatar a disputa”.
Oração «Ó Cruz de Cristo!», proclamada pelo Papa Francisco no final da Via-Sacra (2016)
28/03/2016 (RV) Via Sacra no Coliseu de Roma presidida pelo Papa Francisco na Sexta-Feira Santa: No final da celebração o Santo Padre propôs uma oração que aqui publicamos na íntegra: