O Papa visitou em Roma a paróquia anglicana de Todos os Santos

Abílio Louro de Carvalho – 27/02/17 Foto: Francisco na Paróquia anglicana de Todos os Santos – media02.radiovaticana.va Às 16 horas do dia 26 de fevereiro, o Papa visitou a paróquia anglicana de Todos os Santos, na Via del Babuino, entre a Praça de Espanha e a Praça do Povo, no centro de Roma.  Francisco foi o primeiro Sumo Pontífice a entrar no templo daquela comunidade, construído há 200 anos. E, neste contexto, disse que a razão por que estava a estudar com os colaboradores a possibilidade de uma viagem ao Sudão do Sul é “porque vieram os bispos, o anglicano, o presbiteriano e o católico, os três juntos” a dizer-lhe: “por favor, venha ao Sudão do Sul, apenas um dia, mas não venha sozinho, venha com Justin Welby, o Arcebispo de Cantuária”.

O PAPA FRANCISCO ‘ESPERA’ VISITAR O SUDÃO DO SUL, DIZEM OS BISPOS DO PAÍS

Christopher Lamb – 23/02/17 |  Foto: The Tablet    Tradução: Orlando Almeida ” Os bispos do Sudão do Sul acreditam que uma visita do Papa traria um momento de paz, da mesma forma que a viagem de Francisco à República Centro-Africana devastada pela guerra ajudou a aliviar as tensões antes das eleições do país.”  Mas uma visita do Papa requer normalmente um convite formal do chefe de Estado do país e não está claro se Salva Kiir está disposto a fazê-lo. Ele e Francisco encontraram-se em Uganda no final do ano passado.”

Não é só o Cardeal Burke

Massimo Faggioli -15/02/17  “O catolicismo de Burke e Bannon é também um subproduto da guerra cultural, em si baseada em parte na rejeição do Vaticano II”, escreve Massimo Faggioli, professor da Villanova University, nos EUA, em artigo publicado por Commonweal, 14-02-2017. A tradução e de Isaque Gomes Correa.

Conselho dos Cardeais dá voto de confiança ao Papa Francisco

Christopher Lamb – 14/02/2017  Uma comissão cardinalícia de alto escalão prometeu “pleno apoio” ao papa na sequência do que descreveram como “recentes acontecimentos”, com Francisco sendo alvo de pôsteres e notícias falsas. Reportagem de Christopher Lamb, publicada por The Tablet, 13-02-2017

México, as palavras do Papa que ficaram esquecidas

No país os comentários estão divididos. Para o principal jornal diário, os bispos fizeram “ouvidos de mercador” Alver Metalli – 13/02/2017 Foto: Francisco durante seu encontro com os bispos mexicanos em 13 de fevereiro de 2016 Faz um ano a visita do Papa Francisco ao México (12-17 de fevereiro) e o semanário católico de Cidade do México “Desde la Fe” recorda-a com um editorial que traz a assinatura  de María Alejandra Sosa Elízaga.

Gustavo Gutierrez: “O compromisso com os pobres não pode obstar a denúncia das causas da pobreza”

Scannone: “Francisco quer que os pobres sejam “não apenas protagonistas mas também artesãos e atores de história”.        Boston College  acolhe dois ‘inspiradores teóricos’  das reformas de ​​Bergoglio José Manuel Vidal–08/02/17-Foto: Gustavo Gutiérrez Gutierrez assentou as bases de seu pensamento: “A pobreza nunca é boa, nunca, porque é sempre morte precoce e injusta” e “o compromisso com os pobres não pode obstar a denúncia das causas da pobreza”. Porque o “pobre é uma “não pessoa”, um não considerado pessoa, um insignificante”. Ou, como diz Hanna Arendt, “o pobre é aquele que não tem o direito a ter direitos”. Por isso, a pobreza é um “assunto teológico, que expressa a fratura da criação”.

O papa Francisco e a carne

  Juan Arias – 25-01-17 Por que o papa Francisco é diferente? Por que às vezes gosta mais dos agnósticos e até dos ateus do que muitos católicos conservadores? A resposta aparece na recente entrevista concedida a este jornal. Quem, como este jornalista, conheceu sete papas, pode notar a diferença entre Francisco e a maioria dos pontífices da era moderna. O comentário é de Juan Arias, jornalista, publicado por El País, 23-01-2017.

O cristianismo em tempos de Francisco. A crise da democracia e a do laicato católico organizado

Luca Rolandi – 21 Janeiro 2017  “O cristianismo no tempo do Papa Francisco” é o tema do congresso de estudos que se realizou em Roma nos dias 19 e 20 de janeiro, na Sociedade Dante Alighieri no Palazzo Firenze. O congresso, promovido pela Universidade de Roma II, pela Universidade Católica de Milão, pela Universidade para Estrangeiros de Perugia e pela World History Academy, contou com a participação de renomados historiadores de todo o mundo sobre os temas tão caros a Bergoglio: centros e periferias, globalização, história, cultura e teologia, e perspectivas futuras.

Ordem de Malta, a carta de Francisco

Assim a Santa Sé foi envolvida no caso: o Cardeal Burke em novembro pediu ao Papa que interviesse para dar o aval à expulsão do grão-chanceler Boeselager. Mas no texto Bergoglio não pedia demissões Andrea Tornielli – 13/01/2017 Fotos: Francisco e Matthew Festing. Osservatore Romano e Internet.  “É difícil prever como vai terminar a controvérsia, que além do mais não é nova na história das relações entre os Cavaleiros de Malta e o Vaticano.A clara tomada de posição do Grão-Mestre exposta na carta que opõe a recusa de qualquer colaboração com a comissão instituída pela Santa Sé, não reconhecendo a ela qualquer direito de se envolver nos assuntos da Ordem, é um sinal de como a tensão está alta.”

As quatro coisas que o Papa Francisco diz aos pobres

O papa definiu um projeto de vida que rechace o consumismo e recupere a solidariedade, o amor entre nós e o respeito à natureza como valores essenciais. Ignacio Ramonet – 09/01/2017 “É verdade que há pequenos grupos fundamentalistas em todos os lugares. Mas o terrorismo começa quando parte do desprezo à maravilha da Criação, do homem e da mulher, e prioriza o dinheiro. Toda a doutrina social da Igreja se rebela contra o ídolo dinheiro, que reina em lugar de servir, tiraniza e aterroriza a humanidade.