Pacto das Catacumbas, Papa Francisco e a Igreja dos pobres
“Procuraremos viver segundo o modo ordinário da nossa população, no que concerne à habitação, à alimentação, aos meios de locomoção e a tudo que daí se segue”, escreviam há 50 anos os 40 bispos que, no dia 16 de novembro de 1965, durante a fase final do Concílio Vaticano II, assinaram o Pacto das Catacumbas. “Eu não vivo no luxo. O meu apartamento tem 296 metros quadrados, e eu não vivo sozinho. Moro com uma comunidade de três irmãs que me ajudam”, declara hoje o ex-secretário de Estado vaticano do Papa Ratzinger, o cardeal Tarcisio Bertone.
Vatileaks. Fittipaldi fica em silêncio no interrogatório: “Faço uso do segredo profissional”
Vatileaks. Fittipaldi fica em silêncio no interrogatório: “Faço uso do segredo profissional” O autor do Livro “Avarizia” foi interrogado segunda-feira. Escreveu no Facebook: “Para a justiça vaticana eu corro o risco de pegar de 4 a 8 anos de prisão. Uma loucura”. Gianluigi Nuzzi decidiu em vez disso nem aparecer Roma, 18/11/2015 (ZENIT.org)
O Pacto das Catacumbas e sua atualidade após 50 anos
segunda-feira, 16 de novembro de 2015 Nos 50 anos do “Pacto das Catacumbas” vários grupos eclesiais e religiosos em Roma realizam atos em memória deste evento que marcou o caminho de conversão para uma Igreja “servidora e pobre”. Em 16 de novembro de 1965, 42 padres conciliares, de 15 países de diferentes continentes, celebraram uma Missa nas Catacumbas de Santa Domitilla, em Roma [Itália]. Com o objetivo de ser fiel ao espírito de Jesus, o pacto convidava o episcopado a assumir uma vida de pobreza, em prol de uma Igreja “pobre e serva dos pobres”, conforme o desejo do então Papa João XXIII.
Padre Victor: conheça a história do primeiro beato ex-escravo do Brasil
Jovem negro venceu preconceitos e se tornou padre em meados de 1800. Após vida dedicada aos pobres, ele será beatificado em Três Pontas, MG. Samantha Silva Do G1 Sul de Minas 11/11/2015. – O livro que conta a história de Francisco de Paula Victor, escrito pelo teólogo italiano Gaetano Passarelli, começa com um sonho. O jovem negro, escravo, que passava seus dias na Campanha (MG) do início do século XIX, revela ao seu professor de alfaiataria que queria ser padre. Era um sonho impossível a pessoas como ele à época, mas ter fé é crer no que não é possível. E Victor venceu todos os preconceitos e barreiras sociais, se tornando o primeiro padre ex-escravo do Brasil. No dia 14 de novembro, ele será beatificado pela Igreja Católica em Três Pontas (MG). Imagem reproduz o que seria uma das únicas fotografias tiradas de Padre Victor. (Foto: Arquivo Secretaria de Cultura de Três Pontas)
50 anos do “pacto das catacumbas”: para uma igreja serva e pobre
Geraldo Frencken – Fortaleza Considero ser amplamente relevante que estejamos atentos a um acontecimento que, neste próximo dia 16 de novembro, se deu há exatos cinquenta anos, quando um pequeno grupo de bispos, partícipes do Concílio Vaticano II (1962-1965), se reuniu nas Catacumbas de Domitila na cidade de Roma, a fim de celebrar um “Pacto” que orientaria as suas vidas individualmente, como a das Igrejas locais, a eles confiadas: foi firmado o “Pacto das Catacumbas”.