Papa Francisco continuará com seu programa de reformas em 2016
Jean-Louis DE LA VAISSIERE Foto: O papa Francisco no Vaticano em 9/12/2015 “Entre os principais projetos, dois grandes dicastérios (ministérios) deverão surgir: “leigos, família e vida” e “justiça, paz e migração”. A reforma dos meios de comunicação do Vaticano deve progredir e as estruturas econômicas, particularmente delicadas, ser aprofundadas.
Cardeal espanhol acredita que o Papa abrirá a comunhão aos divorciados recasados no Ano da Misericórdia
Jesús Bastante – Segunda, 14/12/2015 Integração, “o que não é a mesma coisa, nem apenas, que confissão e comunhão”. Esta é, na opinião do cardeal Lluís Martínez Sistach, uma das chaves para entender a abertura do Sínodo sobre a Família aos divorciados recasados.
Natal: a revolução
“Jesus veio dizer, por palavras e obras, a sua experiência radical de Deus: Deus é amor incondicional, Abbá, Paizinho querido, que ama a todos, a começar por aqueles e aquelas que não são amados, os mais pobres, abandonados, humilhados.” Pe. Anselmo Borges – 19/12/201
Celebrar o Natal para quê?
Frei Bento Domingues, O.P. – 20 dezembro 2015 “Existem várias e boas razões para celebrar o Natal. Em muitos casos é a festa da família e este é um dos seus frutos. Se contribuir para refazer ou fortalecer os laços familiares, a Sagrada Família torna-se mais numerosa: fazer família com quem não é família é continuar a revolução de Jesus de Nazaré, do mundo todo.
“Ninguém será excluído da Igreja de Francisco”
“Dedicar um Jubileu à misericórdia significa lembrar que o nome de Deus não é nada mais do que isso. Não há fé nem cristianismo sem misericórdia.” Era o dia 17 de março de 2013. O papa, durante o seu primeiro Ângelus, citou aquele que era então o último livro do cardeal Walter Kasper, Misericordia (Ed. Queriniana). Entrevista com o cardeal Walter Kasper
VIAGEM APOSTÓLICA DO PAPA FRANCISCO AO QUÉNIA, UGANDA E REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA (25-30 DE NOVEMBRO DE 2015)
QUATRO DISCURSOS DO PAPA FRANCISCO NO QUÉNIA. ENCONTRO COM AS AUTORIDADE DO QUÉNIA E COM O CORPO DIPLOMÁTICO. Palácio Presidencial, Nairobi, quarta-feira, 25 de novembro de 2015
As 5 questões ‘espinhosas’ que esperam o papa em sua visita à África
O papa Francisco começou nesta quarta-feira sua primeira visita à África, cuja programação inclui três países (Quênia, Uganda e República Central Africana), 19 discursos e uma visita a uma mesquita. Image caption – A favela de Kangemi, no Quênia, será um dos locais que o papa visitará na África
África Central: o único baluarte contra a loucura da guerra é a Igreja
«A escolha do Papa Francisco de abrir o Jubileu em Bangui põe em primeiro plano um país desconhecido, com grande necessidade de se deixar converter pela Misericórdia» – Pe Aurelio Gazzera, no Santuário de Fátima. O Ano Santo da Misericórdia será um jubileu “atípico” por muitas razões. Uma delas é a abertura da Porta Santa não só em Roma, mas em todas as dioceses do mundo, em dias diferentes. Ainda mais surpreendente, no entanto, foi a decisão do Papa Francisco de abrir a primeira Porta Santa em Bangui, no dia 29 de novembro, durante a sua visita pastoral à República Centro-Africana. – O Jubileu começará assim numa das “periferias” mais esquecidas da terra: um país onde à miséria omnipresente se juntou a tragédia de uma guerra civil que parece um túnel sem saída, completamente ignorado pela comunidade internacional.
A reforma da Igreja e os “sofrimentos apostólicos” do Papa Francisco
A “barca de Pedro” está atravessando águas de um tempo muito singular, impulsionada por ventos primaveris, mas também sacudida por correntes geladas e povoadas de um novo conformismo. Até mesmo os beneficiários de documentos roubados tentam ganhar dinheiro com suas mercadorias traficadas apresentando-se como defensores da “reforma desejada por Francisco”. É possível confundir-se. E neste caso poderia ser útil recordar algumas coordenadas proporcionadas pelo cardeal Godfried Daneels, arcebispo emérito de Malinas-Bruxelas. Suas palavras são neutras e, como sempre, não são necessariamente óbvias.
O Pacto das Catacumbas e sua atualidade após 50 anos
segunda-feira, 16 de novembro de 2015 Nos 50 anos do “Pacto das Catacumbas” vários grupos eclesiais e religiosos em Roma realizam atos em memória deste evento que marcou o caminho de conversão para uma Igreja “servidora e pobre”. Em 16 de novembro de 1965, 42 padres conciliares, de 15 países de diferentes continentes, celebraram uma Missa nas Catacumbas de Santa Domitilla, em Roma [Itália]. Com o objetivo de ser fiel ao espírito de Jesus, o pacto convidava o episcopado a assumir uma vida de pobreza, em prol de uma Igreja “pobre e serva dos pobres”, conforme o desejo do então Papa João XXIII.