Papa Francisco continuará com seu programa de reformas em 2016

Jean-Louis DE LA VAISSIERE   Foto: O papa Francisco no Vaticano em 9/12/2015 “Entre os principais projetos, dois grandes dicastérios (ministérios) deverão surgir: “leigos, família e vida” e “justiça, paz e migração”. A reforma dos meios de comunicação do Vaticano deve progredir e as estruturas econômicas, particularmente delicadas, ser aprofundadas.

Natal: a revolução

“Jesus veio dizer, por palavras e obras, a sua experiência radical de Deus: Deus é amor incondicional, Abbá, Paizinho querido, que ama a todos, a começar por aqueles e aquelas que não são amados, os mais pobres, abandonados, humilhados.” Pe. Anselmo Borges – 19/12/201

Celebrar o Natal para quê?

Frei Bento Domingues, O.P. – 20 dezembro 2015 “Existem várias e boas razões para celebrar o Natal. Em muitos casos é a festa da família e este é um dos seus frutos. Se contribuir para refazer ou fortalecer os laços familiares, a Sagrada Família torna-se mais numerosa: fazer família com quem não é família é continuar a revolução de Jesus de Nazaré, do mundo todo.

“Ninguém será excluído da Igreja de Francisco”

“Dedicar um Jubileu à misericórdia significa lembrar que o nome de Deus não é nada mais do que isso. Não há fé nem cristianismo sem misericórdia.” Era o dia 17 de março de 2013. O papa, durante o seu primeiro Ângelus, citou aquele que era então o último livro do cardeal Walter Kasper, Misericordia (Ed. Queriniana).  Entrevista com o cardeal Walter Kasper

As 5 questões ‘espinhosas’ que esperam o papa em sua visita à África

O papa Francisco começou nesta quarta-feira sua primeira visita à África, cuja programação inclui três países (Quênia, Uganda e República Central Africana), 19 discursos e uma visita a uma mesquita.   Image caption – A favela de Kangemi, no Quênia, será um dos locais que o papa visitará na África

África Central: o único baluarte contra a loucura da guerra é a Igreja

 «A escolha do Papa Francisco de abrir o Jubileu em Bangui põe em primeiro plano um país desconhecido, com grande necessidade de se deixar converter pela Misericórdia» – Pe Aurelio Gazzera, no Santuário de Fátima. O Ano Santo da Misericórdia será um jubileu “atípico” por muitas razões. Uma delas é a abertura da Porta Santa não só em Roma, mas em todas as dioceses do mundo, em dias diferentes. Ainda mais surpreendente, no entanto, foi a decisão do Papa Francisco de abrir a primeira Porta Santa em Bangui, no dia 29 de novembro, durante a sua visita pastoral à República Centro-Africana.  –   O Jubileu começará assim numa das “periferias” mais esquecidas da terra: um país onde à miséria omnipresente se juntou a tragédia de uma guerra civil que parece um túnel sem saída, completamente ignorado pela comunidade internacional.

A reforma da Igreja e os “sofrimentos apostólicos” do Papa Francisco

 A “barca de Pedro” está atravessando águas de um tempo muito singular, impulsionada por ventos primaveris, mas também sacudida por correntes geladas e povoadas de um novo conformismo. Até mesmo os beneficiários de documentos roubados tentam ganhar dinheiro com suas mercadorias traficadas apresentando-se como defensores da “reforma desejada por Francisco”. É possível confundir-se. E neste caso poderia ser útil recordar algumas coordenadas proporcionadas pelo cardeal Godfried Daneels, arcebispo emérito de Malinas-Bruxelas. Suas palavras são neutras e, como sempre, não são necessariamente óbvias.

O Pacto das Catacumbas e sua atualidade após 50 anos

 segunda-feira, 16 de novembro de 2015 Nos 50 anos do “Pacto das Catacumbas” vários grupos eclesiais e religiosos em Roma realizam atos em memória deste evento que marcou o caminho de conversão para uma Igreja “servidora e pobre”. Em 16 de novembro de 1965, 42 padres conciliares, de 15 países de diferentes continentes, celebraram uma Missa nas Catacumbas de Santa Domitilla, em Roma [Itália]. Com o objetivo de ser fiel ao espírito de Jesus, o pacto convidava o episcopado a assumir uma vida de pobreza, em prol de uma Igreja “pobre e serva dos pobres”, conforme o desejo do então Papa João XXIII.