Os antibióticos do Papa
Para certas gripes não bastam aspirinas e chá de tília. Frei Bento Domingues O.P. – 24/01/2016 – 00:30 1. Dizem-me que a Igreja Católica, em Portugal, está a cair de sono. Alguns acrescentam: pode dormir à vontade porque só quando Fátima entrar em crise é que será preciso algum cuidado. Ainda não chegamos aí.
A tentação de Rohani: convidar o papa ao Irã para uma visita histórica
Francisco e o Irã. Essa é a última frente da diplomacia vaticana. Um diálogo que será reiniciado no dia 26 de janeiro, com a visita do chefe de Estado de Teerã, Hassan Rohani, ao Vaticano. É desde 1999 que um presidente da República Islâmica – na época, foi o reformador Mohammad Khatami – não atravessa o Portão de Bronze. Reportagem de Marco Ansaldo, no jornal La Repubblica 24-01-2016.
O Papa Francisco modificou a rubrica do Missal Romano sobre o rito do lava-pés
21-01-2016 – L’Osservatore Romano O Papa Francisco dispôs a modificação da rubrica do Missal Romano relativa ao lava-pés durante a missa na Ceia do Senhor, estabelecendo que a participação no rito não seja limitada só aos homens e rapazes.
Estes são aqueles que querem ‘caçar’ a Francisco… sistematicamente e sem piedade
“Eles estão à espreita. Como os caçadores desprezados. Levam três anos sem cobrar a peça e já atiram sem parar, em tudo o que se move. Incluindo o Papa. Especialmente o Papa Francisco. Os ‘caçadores eclesiásticos’ são os talibãs de sempre (bispos, sacerdotes e leigos), os que, durante anos, espalharam cartilhas de catolicismo para eleitos, de doutrina íntegra e princípios não-negociáveis”, escreve José Manuel Vidal, em artigo publicado por Religión Digital, 17-01-2016. A tradução é de Evlyn Louise Zilch. 19/01/2016
“O Papa Francisco fala muito pouco do Vaticano II, mas o aplica constantemente.”
Entrevista com Massimo Faggioli Massimo Faggioli nos acolhe com grande disponibilidade e cordialidade alguns minutos depois de participar de uma edição ao vivo do programa Il Diario di Papa Francesco, do canal italiano TV2000, e o faz sem pôr limites de tempo nem de assuntos. Desde logo, as suas respostas são concisas, aprofundadas e articuladas, revelando a sua sólida formação como historiador, não só da Igreja.
Que Francisco queira os padres casados “é mais do que uma intuição”
Norberto Saracco é um pastor pentecostal argentino, fundador de uma faculdade internacional de estudos teológicos ativa em numerosas nações e com professores pertencentes a diversas confissões cristãs. É amigo de longa data de Jorge Mario Bergoglio e dois meses após sua eleição a Papa teve com ele um longo colóquio confidencial no seu apartamento em Santa Marta, junto a uma meia dúzia de outros amigos argentinos.
Francisco aos luteranos: “peçamo-nos desculpas”
Ao comentar a visita do Papa Francisco à Comunidade Luterana de Roma, em novembro passado, Jakob Betz, falou sobre o pedido de desculpas mútuas proposto pelo Bispo de Roma: “O Papa se referiu ao fato de que todos nós, luteranos e católicos, enquanto servidores de Jesus devemos pedir-nos desculpas pelo escândalo”.
“A Cúria ajuda o papa, não está no centro da Igreja”, afirma o cardeal Müller
A Cúria Romana “é um instrumento de ajuda para o governo da Igreja” e “não está no centro da Igreja”: assim afirma o cardeal Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Iacopo Scaramuzzi – Quarta, 06 de janeiro de 2016
Entre a reforma e os opositores – os temas difíceis do Papa
“Vários passos já foram dados e, durante o próximo ano, Francisco quer ter pronto o novo quadro legislativo e organizativo dessa reforma. Os cardeais seus conselheiros no denominado G-9 têm estado a trabalhar na reconfiguração, que passa não só pela junção de diferentes organismos (já operada em alguns casos), mas sobretudo por redefinir o papel da Cúria como serviço de ajuda ao Papa e não como governo mundial da Igreja.” ANTÓNIO MARUJO -26-12-2015
Papa Francisco continuará com seu programa de reformas em 2016
Jean-Louis DE LA VAISSIERE Foto: O papa Francisco no Vaticano em 9/12/2015 “Entre os principais projetos, dois grandes dicastérios (ministérios) deverão surgir: “leigos, família e vida” e “justiça, paz e migração”. A reforma dos meios de comunicação do Vaticano deve progredir e as estruturas econômicas, particularmente delicadas, ser aprofundadas.