Carta de Viganò expõe conspiração em andamento contra o papa Francisco

Michael Sean Winters – 27 Agosto 2018  O testemunho do arcebispo Carlo Maria Viganò prova uma coisa: o ex-núncio do Vaticano nos Estados Unidos está para a crise de abusos sexuais do clero como Oliver Stone está para o assassinato do presidente John Kennedy, um traficante de teorias conspiratórias que mistura fato, ficção e veneno para produzir algo explosivo, mas também suspeito.

Eis o que faltou na carta do Papa Francisco: Convocar o Vaticano III

  Terry Laidler – 23 Agosto 2018 Foto: Juan Guzman/La Croix Interational  “O entendimento da Igreja sobre quem ministra, como se ministra e como ela treina e dá suporte a uma gama muito maior de pessoas para ministrar precisa de uma reformulação total”, escreve Terry Laidler, que foi padre católico e agora é psicólogo em prática forense em Melbourne, Austrália, em artigo publicado por  La Croix International, 22-08-2018. A tradução é de Victor D. Thiesen.

O “Dispositivo-Ratzinger”. Uma das raízes da atual paralisia eclesial

  Andrea Grillo – 13/06/2018 – Foto: Ratzinger e Yves Congar Publicado em 10 de junho de 2018 no blog: Come se non Tradução: Orlando Almeida “Ad discendum item necessario dupliciter ducimur, auctoritate atque ratione. Tempore auctoritas, re autem ratio prior est” “Para aprender, também somos conduzidos, necessariamente, de duas maneiras: pela autoridade e pela razão. Quanto ao tempo, a autoridade; quanto à realidade, porém, a razão é mais importante” (NdR)  (Aug., De ord., II, IX, 26 [CCL, XXIX, 121, 2-122, 4].

Um novo tipo de Padres e Leigos na Igreja: vivem de ódio

“Com quase 25 anos de padre desconhecia esse fenômeno preocupante e assustador. Tudo isso em nome da fé e da doutrina”.   Mauro Lopes – 21/03/18   Foto: www.combonianos.pt  O comentário é do Padre Gegê, pároco da Paróquia Santa Bernadete, que abrange parte das comunidades de Higienópolis e Manguinhos, dois dos focos da ocupação militar em curso nas favelas do Rio de Janeiro. Doutorando em Ciência da Religião pela PUC/SP, negro, que vive numa região comunidades de descendentes dos escravos que serviram aos donos do Rio de Janeiro de 1550 até 1888 (mais de 300 anos) e, depois, como escravos libertos sem direitos – situação que se prolonga até hoje. Celebrou as exéquias de Marielle Franco em 15 de março de 2018.