Medellín: seu contexto em 1968 e sua relevância 50 anos depois (I)

Edward Guimarães, 08/05/2018 Foto: Camilla Moreira – Arquivo do Observatório da Evangelização:    José Oscar Beozzo – Conferência de abertura do VI Colóquio de Teologia e Pastoral, 07/05/2018. Na noite do primeiro dia do VI Colóquio de Teologia e Pastoral, 07/05/2018, o teólogo e historiador da Igreja, Prof Dr. Pe. José Oscar Beozzo, proferiu a Conferência de Abertura, no auditório Dom Helder Camara, da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia.

Visita de Papa ao Conselho Mundial de Igrejas tem importância significativa na era das divisões

A viagem será em 21 de junho para promover a unidade ecumênica e inclui missa histórica Joshua J. McElwee – 19/06/2018 Retratada em abril de 2015, a Catedral de São Pedro, em Genebra, na Suíça, foi construída entre 1160 e 1252. Depois de sofrer uma pequena destruição em 1535 e a passar pela Reforma Protestante, agora faz parte da Igreja Protestante reformada de Genebra. (Foto: Wikimedia Commons/Yair Haklai) A reportagem é de Joshua J. McElwee, publicada por National Catholic Reporter, 18-06-18. A tradução é de Victor D. Thiesen.

A “Igreja em saída” de Bergoglio: adesões e resistências do clero

João Vitor Santos – 18/05/2018 Para Oscar Beozzo, a grande novidade do pontificado é a proposta pastoral, mas que nem sempre é bem aceita e compreendida O professor Oscar Beozzo elenca vários avanços de Francisco nesses cinco anos de pontificado. Entretanto, aponta como central a perspectiva da “Igreja em saída”. Ele destaca que o Papa “quer uma Igreja em saída, que aceite sujar pés e mãos para socorrer os necessitados e que seja um hospital de campanha para os feridos nas vicissitudes da vida”.

“Papa aos padres: o celibato é um desafio. Cuidado com o que se olha na internet”

Salvatore Cernuzio – 06 Junho 2018 Depois de 50 dias exatos desde o seu pronunciamento, a Santa Sé divulgou na tarde dessa terça-feira, 5, o texto completo do diálogo do Papa Francisco com cerca de 2.000 estudantes dos Colégios superiores eclesiásticos romanos durante uma audiência ocorrida no dia 16 de março passado na Sala Pulo VI  (clique e veja) A reportagem é de Salvatore Cernuzio, publicada em Vatican Insider, 05-06-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O “Dispositivo-Ratzinger”. Uma das raízes da atual paralisia eclesial

  Andrea Grillo – 13/06/2018 – Foto: Ratzinger e Yves Congar Publicado em 10 de junho de 2018 no blog: Come se non Tradução: Orlando Almeida “Ad discendum item necessario dupliciter ducimur, auctoritate atque ratione. Tempore auctoritas, re autem ratio prior est” “Para aprender, também somos conduzidos, necessariamente, de duas maneiras: pela autoridade e pela razão. Quanto ao tempo, a autoridade; quanto à realidade, porém, a razão é mais importante” (NdR)  (Aug., De ord., II, IX, 26 [CCL, XXIX, 121, 2-122, 4].

Vaticano procura ‘novas formas’ de acesso à comunhão na região amazônica

Joshua J. McElwee – 10 Junho 2018 Foto: Wikipedia – A bacia do Rio Amazonas Um documento do Vaticano, destinado a auxiliar na preparação do Sínodo dos Bispos para a Região Amazônica se concentra no modo como o ministério da Igreja na região de nove nações está sobrecarregado e chama para a consideração de “novas formas” que permitam aos leigos “melhor e mais frequente acesso à Eucaristia”. A reportagem é de Joshua J. McElwee, publicada por National Catholic Reporter, 08-06-2018. A tradução é de Victor D. Thiesen.

Sexo e ministério ordenado: realidade negada, silêncio imposto, comunhão fictícia. Artigo de Andrea Grillo

“Sem o encontro com a família, com o Povo de Deus, a teologia corre o grande risco de se tornar ideologia”.  Andrea Grillo – 04/06/2018- Imagem:  Pixabay – Mulheres na Igreja bizantina “Uma Igreja viva fala e discute, até sobre as coisas mais fundamentais. Assim, ela poderá gerar silêncio: o silêncio da comunhão, não o silêncio da imposição. A inteligência da fé nunca pode se contentar com tal silêncio imposto: deve produzir o silêncio da comunhão através do diálogo e do debate.” A opinião é do teólogo italiano Andrea Grillo, professor do Pontifício Ateneu Santo Anselmo, em Roma, do Instituto Teológico Marchigiano, em Ancona, e do Instituto de Liturgia Pastoral da Abadia de Santa Giustina, em Pádua. O artigo foi publicado em Come Se Non, 02-06-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Sinodalidade é a grande novidade e também o desafio de Francisco. Entrevista especial com Peter Hünermann

Por: João Vitor Santos | Tradução: Luís Marcos Sander | 26 Maio 2018 – Foto: IHU  Desde que assumiu o trono de Pedro, Jorge Mario Bergoglio vem trabalhando para dessacralizar e retirar o tom absolutista da figura do pontífice. “A monarquia moderna, ‘pura’, isto é, absoluta, leva ao caos”, diz o teólogo Peter Hünermann, ao afirmar que Francisco tem clareza disso. Por isso, na sua opinião, o atual Papa vem trabalhando para demonstrar que o líder da Igreja não precisa estar envolto numa áurea mítica. É verdade que o Papa adota vestes e acessórios mais modestos, evita desperdícios, mas, para Hünermann, a grande marca, a novidade em Bergoglio, é a sinodalidade. Conceito que, aliás, traz do Concílio Vaticano II e que insiste em trabalhar com o episcopado.

Papa continua reabilitando radicais e rebeldes da Igreja

 Massimo Faggioli levantou um ponto importante sobre esses homens da sua Itália natal, homens que muitas vezes foram incompreendidos e difamados: “Eles eram padres radicais” – diz Faggioli – “e não ‘liberais’.”    Robert Mickens -12 Maio 2018    Francisco procura levar a Igreja e seus membros de volta ao básico do Evangelho em relação àquilo que significa ser um seguidor de Cristo. A reportagem é de Robert Mickens, publicada por La Croix Internacional, 11-05-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O caminho da sinodalidade: novo documento da Comissão Teológica Internacional

Piero Coda – 04 Maio 2018 – Foto: Cleofas “A sinodalidade diz algo de essencial sobre o compromisso a tornar presente e operante o fermento, o sal, a luz do Evangelho no contexto da sociedade planetária do nosso tempo. Os eventos cruciais que se perfilam no horizonte para toda a família humana pedem um espírito e uma cultura do encontro e da escuta recíproca, do diálogo e da cooperação.” A opinião do teólogo e padre italiano Piero Coda, reitor do Instituto Universitário Sophia, de Loppiano, Itália, e membro da Comissão Teológica Internacional. O artigo foi publicado no jornal L’Osservatore Romano, 03-05-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.