Os leigos não são fiéis “de segunda”

É esta a principal enunciação da mensagem do Papa Francisco para a jornada de estudos em torno do decreto conciliar Apostolicam Actuositatem (AA), sobre o apostolado dos Leigos, organizada pelo Pontifício Conselho para os Leigos em parceria com a Universidade Pontifícia da Santa Cruz.

O novo humanismo segundo Francisco: por uma Igreja não obcecada com dinheiro e poder

Papa fala ao Congresso da Igreja Italiana  “Se a Igreja não assume os sentimentos de Jesus”, adverte o papa, se ela “só pensa em si mesma e nos seus interesses”, ela então “se desorienta, perde o sentido”, se torna “triste”. Já uma Igreja humilde, desinteressada, bem-aventurada, “é uma Igreja que sabe reconhecer a ação do Senhor no mundo, na cultura, na vida diária das pessoas”. Assim, é melhor uma Igreja “acidentada, ferida e suada porque saiu às ruas” do que uma igreja “doente pelo encerramento e pela comodidade de se agarrar às próprias seguranças”.

O Papa Francisco, uma revolução da misericórdia

Curiosa e estranhamente, Francisco, em uma das suas primeiras aparições para o Angelus dominical, recomendou o livro do cardeal Walter Kasper sobre a misericórdia. Poucos dias depois, o livro se esgotou em todas as livrarias. Mais tarde, soube-se que o cardeal Bergoglio, durante o conclave que precedeu a sua eleição papal, lia este livro de Kasper, com quem tem uma grande sintonia, como reconheceu o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.

“Que as suas palavras sejam simples, que todos entendam, que não sejam longas homilias”, diz Papa Francisco a novo bispo

Terça, 10 de novembro de 2015 “Anuncie a Palavra em todas as ocasiões oportunas e, às vezes, não oportunas; admoesta, repreenda, mas sempre com doçura; exorte com toda a magnanimidade e doutrina. Que as suas palavras sejam simples, que todos entendam, que não sejam longas homilias”, aconselhou o Papa Francisco ao novo bispo que ordenou na tarde de ontem, 09-11-2015, em Roma.

O roubo de documentos e a reforma da Igreja

 Após a oração do Angelus, neste domingo, dia 08-11-2015, o Papa Francisco fez uma declaração sobre as recentes publicações de notícias e documentos reservados da Santa Sé.

Conjugar verdade e misericórdia

Afirmava, há dias, cá para os meus botões que, se a verdade liberta, a misericórdia salva. Escrevia-o a propósito do pregão lançado por Francisco na Missa de encerramento do Sínodo de 2015: “A tarefa da Igreja é proclamar a misericórdia de Deus, chamar à conversão e levar todas as pessoas à salvação”.

Uma fé que não sabe radicar-se na vida das pessoas, permanece árida e, em vez de oásis, cria outros desertos”, afirma o Papa

Na celebração eucarística de 25 de outubro, concluindo o Sínodo dos Bispos sobre a Família, o Papa Francisco retomou o tema das tentações. Inspirado pelas leituras da missa, descreveu duas. A primeira que intitula como “espiritualidade da miragem“: “Podemos caminhar através dos desertos da humanidade não vendo aquilo que realmente existe, mas o que nós gostaríamos de ver; somos capazes de construir visões do mundo, mas não aceitamos aquilo que o Senhor nos coloca diante de olhos. Uma fé que não sabe radicar-se na vida das pessoas, permanece árida e, em vez de oásis, cria outros desertos”.

Sínodo: a Mensagem Final do Papa Francisco – texto integral 

Concluíram-se os trabalhos do Sínodo dos Bispos sobre a Família. Na sessão final o Papa Francisco dirigiu-se aos padres sinodais sublinhando que encerrar o Sínodo significa voltar realmente a “caminhar juntos” para levar a toda a parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e a cada situação a luz do Evangelho, o abraço da Igreja e o apoio da misericórdia Deus. FONTE: http://pt.radiovaticana 24/10/2015

Arcebispo de Porto Rico pede por caminho à Comunhão a fiéis recasados

O representante de Porto Rico no Sínodo dos Bispos em curso pediu incisivamente por uma espécie de caminho penitencial no sentido de levar a Comunhão aos católicos que se divorciaram e se casaram novamente, dizendo que a prática atual não lhes permite um “encontro pleno” com Cristo.

Sínodo: uma “crise de governo” para o papa. Maioria que o elegeu se divide

O cenário de um Parlamento dividido em dois domina a Aula do Sínodo, que Francisco concebe, ao contrário, como “espaço protegido”, subtraído da lógica da “negociação”, da “pactuação” e dos “compromissos”: onde as maiorias deveriam decolar sobre a Asa do Espírito Santo – não sobre a sigla de agregações extemporâneas, como acontece, ao contrário, na margem italiana do Tibre.