Dois dias para a morte e o sentido

Anselmo Borges- 27/10/2018  Imagem: medium.com A consciência da inevitabilidade de morrer abala na sua raiz a existência enquanto totalidade, convocando o ser humano para a pergunta absoluta, que não é mera curiosidade:  Quem sou eu? Que será de mim? Qual o sentido da minha vida e da História? O que é que, em última análise, habita no seu núcleo?

O Papa: “Vergonha por um mundo devorado pelas guerras e pelo lucro”

Cerca de 20 mil pessoas na Via Crucis no Coliseu: “Tenta-se desacreditar a Igreja. Alguns ministros iludidos por ambição e vanglória perderam a dignidade »   SALVATORE CERNUZIO –  Roma, 30/03/2018 O Papa  em oração durante a Via Crucis no Coliseu – Foto: AGORAMS  «Senhor Jesus, o nosso olhar está voltado para vós, cheio de vergonha, de arrependimento e de esperança». Faltam apenas alguns minutos para 22.30 quando a oração do Papa ressoa ao longo da ‘Via dei Fori Imperiali’ até ao Arco de Constantino, onde 20 mil fiéis estão reunidos para a tradicional Via Crucis da Sexta-Feira Santa no Coliseu, “piedoso exercício” da igreja antiga recuperado nos tempos modernos por Paulo VI e continuado pelos Pontífices seus sucessores.

De onde viemos e por que estamos aqui? Logo a ciência responderá

Stephen Hawking – 16 Março 2018 “Por que estamos aqui? De onde viemos? A resposta a essas perguntas já está próxima, e eu estou convencido de que ela virá da ciência.” A opinião é do físico teórico e cosmólogo britânico Stephen Hawking, que faleceu nessa quarta-feira, 14 de março, aos 76 anos. O artigo póstumo foi publicado por La Repubblica, 15-03-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

UM CHORA, OUTRO FAZ CHORAR

Frei Bento Domingues, O.P. -31/12/17  Imagem: Snopes.com “O Papa chorou com aqueles exilados. Por desgraça, ensinaram a Donald Trump a oração de S. Francisco ao contrário: onde houver paz, que eu leve a guerra; onde houver amor que eu leve o ódio; onde houver perdão que eu leve a ofensa; onde houver a união que eu leve a discórdia; onde houver a verdade que eu leve o erro, a mentira; onde houver esperança que eu leve o desespero; onde houver alegria que eu leve a tristeza; onde houver luz que eu leve as trevas.”

Progresso e esperança – 1

 Anselmo Borges – 01/12/2017 É um daqueles livros que nos obrigam a refletir, porque andamos em lamúrias inconsequentes, não colocando os problemas onde devem ser colocados. Evidentemente, seria de lamentar se esse livro nos arrancasse à obrigação de continuar a pensar. De facto, os problemas estão aí, imensos, mas já diferentes do que normalmente julgamos. O livro teve, com mérito, enorme sucesso. O seu autor: Johan Norberg. O título: Progresso. O subtítulo: Dez razões para ter esperança no futuro. Razões fundamentadas.