É pau, é pedra, é o fim de um caminho

“O capital material esgotado, dará lugar ao capital humano-cultural inesgotável, permtindo-nos ser mais com menos e integrar todos na mesma Casa Comum. Tudo o mais deve colocar-se a serviço dessa biocivilização, chamada também de “Terra da Boa Esperança” (Sachs, Dowbor). A continuar, o paradigma atual nos levará fatalmente ao pior dos mundos.”

Igreja nomeia um ‘guardião’ para a Amazônia

 Monsenhor Pedro Barreto Jimeno será o elo entre as igrejas latino-americanas, a Rede Eclesial Pan-Amazônica e o Vaticano José Antonio Varela Os povos amazônicos, atentos ao cuidado com o meio ambiente, já têm um representante da Igreja que interceda por eles ante governos, entidades civis e eclesiásticas, seja no âmbito nacional ou internacional.  

Brasil precisa de ‘BNDES dos pobres’, diz economista vencedor do Nobel da Paz

Para o economista bengali Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz o país precisa de um “BNDES para os pobres” para avançar no combate à pobreza. “Se o BNDES quer fazer isso (financiar as grandes empresas), tudo bem. Mas deve haver um BNDES para os pobres – apenas para os pobres. Assim a coisa não se confunde. Se o banco faz um pouquinho aqui, outro pouquinho ali, não funciona.  É importante que as políticas e as intenções sejam claras para o financiamento dos mais carentes.”

Uma Frente popular pelo Brasil

Nossa crise exige das esquerdas brasileiras o patrocínio e a liderança de um imenso movimento de massa com o objetivo de enfrentar a ascensão conservadora. “Precisamos de uma frente nacional popular, na qual os partidos do campo da esquerda terão acolhimento, mas lado a lado do movimento social, dos sindicatos e dos trabalhadores e assalariados de um modo geral, do movimento estudantil, de políticos com ou sem vinculação partidária, de intelectuais e pensadores, de liberais e democratas progressistas, de todos aqueles que, enfim, entendam como chegada a hora de lutar”

  A religião como crítica à opressão. A figura messiânica de Óscar A. Romero (1917-1980)

 Enrique Dussel – 26.05.2015   “Houve a necessidade de que um Papa latino-americano reconhecesse que Romero foi um mártir da fé, que se lançou defendendo politicamente seu povo reprimido, para que, agora, possa ser venerado como figura messiânica exemplar. Nem João Paulo II, nem Bento XVI podiam desafiar a oligarquia salvadorenha, latino-americana e norte-americana dando esse passo. Agora é possível, ainda que nunca se saiba por quanto tempo!”, escreve o filósofo Enrique Dussel, em artigo publicado pelo jornal La Jornada, 23-05-2015. A tradução é do Cepat.  

Livro que relata envolvimento de FHC com a CIA esgota edição

FHC é citado por três jornalistas quanto ao seu envolvimento com a espionagem dos EUA. Com a cobertura e o dinheiro dos norte-americanos, FHC tornou-se, segundo o Pravda, “uma ‘personalidade internacional’ e passou a dar ‘aulas’ e fazer ‘conferências’ em universidades norte-americanas e européias. Era ‘um homem da Fundação Ford’. E o que era a Fundação Ford? Uma agente da CIA, um dos braços da CIA, o serviço secreto dos EUA”.

Ajuste, política e religião

 O ajuste fiscal não é uma iniciativa do terreno da economia. É obra profundamente política, com pitadas de religião.  “A economia necessitava, no final do ano, de uma alternativa perfeitamente viável. Uma redução drástica nas taxas de juros, que diminuiria o déficit e realinharia o câmbio para patamares razoáveis”, escreve Gilberto Maringoni, professor de Relações Internacionais da UFABC, em artigo publicado por Carta Capital, 13-05-2015.

Mãe Terra e “ecomanidade”

 “Precisamos de um novo macroparadigma, para lá do antropocentrismo devorador. No dizer de Bertrand Piccard, “é preciso tender para a “ecomanidade”, que alia ecologia, economia e humanismo”.

O livre mercado e outras ficções

“Ou seja: o público paga por pesquisas caras e importantes que são depois entregues a corporações que lucrarão com elas. No capitalismo verdadeiro, e não nessa versão plutocrática que temos hoje, aquele que investiu o dinheiro fica com o lucro se houver um. Chomsky se refere ao atual  sistema como uma economia que funciona privatizando o lucro e socializando o risco.”