‘O Estado brasileiro parece desintegrar-se’

Chico Castro Jr.– 29/06/2016 Foto: Luiz Alberto Moniz Bandeira O historiador e cientista político baiano Luiz Alberto Moniz Bandeira tem seu livro mais recente lançado no Brasil: A desordem mundial (Ed. Civilização Brasileira), um amplo estudo do caótico cenário internacional. Aos 80 anos, ele também tem sido homenageado pela sua vasta obra e história de vida de intelectual engajado. Em junho, foi homenageado pela União Brasileira de Escritores. No dia 4, a homenagem é na Usp. Da Alemanha, onde vive, ele concedeu esta entrevista.

Venezuela. Agora ou Nunca

No domingo 30 de outubro começa uma das mediações mais difíceis do cenário geopolítico da América Latina.  Bem à beira do precipício Luis Badilla – 25 de outubro de 2016 Foto: O Papa abençoa o “diabo” Maduro “Foi decisivo o enfoque coincidente da Santa Sé, do Papa e dos governos da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) presidida por Ernesto Samper”

O que faremos com o Aquífero Guarani?

 “Um gigante na linha de mira da privatização?”  Rui Daher, CartaCapital, 25-10-2016. “Recentemente, na levada que a política neoliberal sugeria no passado, agora oficializada por um golpe de Estado, alguns departamentos e técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA), sob condição de anonimato, têm revelado a presença do aquífero em lista dos bens públicos privatizáveis.”

Boulos: a Desconstituinte de 2016

Guilherme Boulos – 18/10/2016 “O “Novo Regime Fiscal”, apelido da PEC, é na verdade um novo apartheid social. O abismo da concentração de renda vai se ampliar. Os trabalhadores que ousaram melhorar de vida e exigir o acesso a serviços públicos serão atirados de volta à senzala”, diz Guilherme Boulos, integrante da coordenação nacional do MTST, em artigo publicado por Outras Palavras, 13-10-2016.

ALEPPO, SÍRIA: uma cidade que morre

Sebastiano Malamocco -11/10/2016 Tradução: Orlando Almeida Na prolongada guerra civil síria que envolve todas as grandes potências mundiais (Rússia, em particular) e EUA, Turquia, Irã … procura-se o novo equilíbrio mundial, mais uma vez nos antigos territórios do Médio Oriente – com o massacre de crianças e civis

Volta pós-impeachment: Lugo é favorito para vencer eleição no Paraguai em 2018

Mariana Schreiber – Enviada especial da BBC Brasil a Assunção, Paraguai – 14 outubro 2016 Image caption:  Após sofrer impeachment, Fernando Lugo pode voltar à presidência paraguaia em 2018 Quatro anos após ser derrubado em um impeachment relâmpago, o ex-presidente Fernando Lugo deseja voltar ao comando do Paraguai em 2018

‘Marajás brasileiros’, juízes ganharam 46 mil mensais em 2015

 Mais caro do mundo, Judiciário extrapola o teto salarial, mas apoia congelar por 20 anos os gastos sociais. André Barrocal – Foto: Lula Marques “Ao lado dos procuradores de Justiça, os juízes e seus funcionários representam “os verdadeiros marajás” brasileiros, na opinião do sociólogo Jessé Souza, ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e professor de ciência política da Universidade Federal Fluminense. O rendimento médio dos magistrados extrapola o valor que, pela legislação, deveria ser o limite máximo pago no serviço público: 33,7 mil mensais, salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A desordem mundial: o espectro da total dominação

Leonardo Boff – 15/10/2016 “Quem ainda nutre admiração pela democracia norte-americana e procura se alinhar aos desígnios imperiais (como fazem neoliberais brasileiros), encontrará aqui vasto material para reflexão crítica e dados para uma leitura do mundo mais diferenciada”, escreve Leonardo Boff, filósofo, teólogo e escritor.

Vídeo: Convite à desconstrução da PEC-241 (parte 2)

Antonio Martins – 13-10-2016 Novo mergulho nas contas públicas demonstra: além de injusta, proposta é ineficaz. Veja como os banqueiros colonizam o Orçamento. Por que as contas do Estado não são iguais às de uma família. E mais: rebatemos as análises simplórias de “O Antagonista” e “Spotnik”

PEC 241: Saturno devorando seu filho

Juliano Giassi Goulart – 12-1-2016 “A reforma institucional trazida pela PEC 241 protagoniza o domínio da política monetária estabelecendo rigidez fiscal para honrar o alto gasto com os juros da dívida pública. Em síntese, mainstream está, como sempre, reservando o espaço da política fiscal de modo a desempenhar o papel de fiadora do espaço de valorização do estoque de riqueza financeira. Em todo o caso, o desmantelamento do gasto social para valorização dos ativos financeiros como pressuposto do equilíbrio fiscal irá tencionar ainda mais as desigualdades sociais e regionais no Brasil”, escreve Juliano Giassi Goularti, doutorando pelo Instituto de Economia da UNICAMP, em artigo publicado por Plataforma Politica Social, 12-10-2016.