A questão não é “vida ou economia”, mas “ou outra economia ou não teremos vida”
As lutas não fortalecem o exército, mas o mercado, como regulador supremo de todas as realizações e juiz sobre os que devem viver e os que devem morrer. Bruno Reikdal Lima – 26/03/2020 – Imagem: Daqui Foi Weber quem escreveu que “quanto mais o mundo da economia capitalista moderna segue suas próprias leis imanentes, tanto menos ele é acessível a qualquer relação imaginável como uma ética religiosa de fraternidade. Quanto mais racional e, portanto, impessoal se torna o capitalismo, tanto mais ocorre isso”.
Joseph Stiglitz, Nobel de Economia: ‘Surpresa é que mal-estar na América Latina tenha demorado tanto para se manifestar’
Gerardo Lissardy – Da BBC News Mundo – 01/02/2020 Direito de imagemGETTY IMAGES: Image caption – Joseph Stiglitz é um dos principais economistas críticos da gestão da globalização e do mercado livre.
Francisco conclui o texto sobre o Sínodo amazônico; publicação deve sair em poucas semanas
Joshua J. McElwee, 16/012020 Papa Francisco no fim do Sínodo da Amazônia, em 26/10;2019 / (CNS/Paul Haring) O Papa Francisco concluiu o seu texto altamente aguardado em resposta que dará à assembleia dos bispos realizada no Vaticano em 2019 sobre a Amazônia, documento que pode permitir a ordenação de homens casados ao sacerdócio católico na região composta por nove países. É o que pode confirmar o National Catholic Reporter. A reportagem é de Joshua J. McElwee, publicada por National Catholic Reporter, 16-01-2020. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
A China tem uma alternativa ao neoliberalismo
Como país constrói uma economia de mercado regulada. Por manter finanças e moeda sob controle público, investe em infraestrutura, reduz rapidamente a pobreza e resiste a crises. O que esta experiência pode ensinar ao resto do mundo Ellen Brown – 16/08/2019 – Tradução: Felipe Calabrez Quando o banco central dos EUA (o Federal Reserve, Fed) cortou as taxas de juros na semana passada, comentaristas ficaram se perguntando sobre o porquê. Segundo dados oficiais, a economia estava se recuperando, o desemprego estava abaixo de 4% e o crescimento do produto interno bruto estava acima de 3%. Pelo raciocínio do próprio Fed, o que se esperaria era, ao contrário, um aumento das taxas . Os especialistas de mercado explicaram tratar-se de uma guerra comercial e de uma guerra cambial. Outros bancos centrais estavam cortando suas taxas, e o Fed teve que segui-los para evitar que o dólar ficasse supervalorizado em relação a outras moedas. A teoria é que um dólar mais barato tornará os produtos norteamericanos mais atraentes nos mercados externos, ajudando as bases industriais e a mão-de-obra do país.