O golpe derrotará o Sertão nordestino?
Roberto Malvezzi (Gogó) 30/05/2016 Fome, sede, migração e mortalidade infantil foram superadas com mobilização social, Bolsa Família, cisternas e infra-estrutura. Mas retrocessos ameaçam reconduzir ao ponto de miséria
E se os mais ricos ajudassem a pagar o rombo nas contas públicas?
Só volta da tributação sobre lucros e dividendos, isenção criada em 1995, daria estimados 43 bi ao caixa Heloísa Mendonça – SP 25 MAI 2016 Foto: ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. “Hoje, grande parte do que os empresários ricos ganham não é tributada. Um trabalhador com salário de 8.000 reais paga um imposto de renda de 27,5%. Já um dono de uma grande empresa que fatura mais de 500.000 reais a título de lucros e dividendos pode não pagar nada como pessoa física”, explica Orair, que ressalta que o Brasil é um dos poucos países que ainda isentam esse imposto.
Reforma da previdência para quem?
Proposta para uma reforma efetiva e pragmática Vitor Araújo Filgueiras[1] e José Dari Krein[2] “Combater efetivamente a ilegalidade e reduzir a informalidade, a sonegação salarial, os acidentes de trabalho e a ocultação do adoecimento laboral são metas plenamente factíveis e não demandam mudanças legislativas. Basta efetivar o que está previsto da legislação vigente” escrevem Vitor Araújo Filgueiras[1] e José Dari Krein[2], em artigo publicado por Plataforma Política Social, 16-05-2016.
POBRE PAGA CONTA DE RICO
Frei Betto – 17/06/2015 Um dos equívocos dos governos do PT foi implementar uma política neodesenvolvimentista que nem sequer pode ser qualificada de pós-neoliberal. Enquanto o orçamento do Bolsa Família para este ano é de R$ 28 bilhões, e o déficit primário do governo chega a R$ 120 bilhões, o “bolsa empresário” é de R$ 270 bilhões – quase dez vezes superior. Pai severo com os pobres, o governo atuou como mãe supergenerosa com os ricos. Nem assim o PT logrou aplacar o ódio de classe contra o partido.
Francisco versus o capitalismo
Pacho O’Donnell – 06 de maio de 2016 “Quando dou comida aos pobres, me chamam de santo. Quando pergunto por que eles são pobres, chamam-me de comunista” (Frase de dom Hélder Câmara, referência da Teologia da Libertação). Reportagem de Pacho O’Donnell e publicada por Página/12, 05-05-2016.
Os limites do governo Dilma e o assalto das elites
10/04/2016 Por Cristina Fróes de Borja Reis, Fernanda Graziella Cardoso e Vitor Eduardo Schincariol Foto: Paulo Skaf, presidente da Fiesp, e Michel Temer. Entidade empresarial estaria por trás do programa regressivo defendido pelo vice de Dilma Ainda é preciso fazer muito por um Brasil democrático, sem fome e sem miséria. Mas a pequenez dos argumentos pelo impeachment demonstra como está viva a luta de classes
Será impossível derrubar o governo, diz Flávio Dino
Em entrevista exclusiva, governador do Maranhão afirma que saída do PMDB do governo é uma “tentativa ilegítima” de chegar ao poder Walber Pinto – 12/04/2016 Foto: Reprodução Ex-juiz federal e advogado, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirma que “será impossível derrubar o governo”, chama de golpe o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff e acrescenta: “É um golpe porque o impeachment no presidencialismo só pode ser usado em caso de crime de responsabilidade. Tenho convicção em dizer que esse artifício é ilegítimo”.
Dez lições da múltipla crise brasileira
Leonardo Boff – 09/04/2016 Toda crise acrisola, purifica e faz madurar. Que lições podemos tirar dela? Elenco algumas
MST pede investigação e punição aos responsáveis pela morte de dois sem-terra no Paraná
Advogados denunciam intervenções da Polícia Militar na cena do crime e impedimento do acesso às vítimas 08/04/2016 Da Redação, De Curitiba (PR) Após a morte de dois sem-terra na tarde desta quinta-feira (7), no município de Quedas do Iguaçu, região central do Paraná, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) pede a investigação e a punição dos responsáveis pelo crime.
Cúpula Mundial Humanitária 2016
Abílio Louro de Carvalho – 28/03/2016 No passado mês de janeiro a OXFAM publicou um relatório de cujas conclusões se destacam as seguintes: – A riqueza acumulada pelo grupo dos mais ricos, que representa 1% da população mundial, equivale à riqueza (aos bens) dos restantes 11% da população mundial; – As 62 pessoas mais ricas do mundo têm o mesmo em riqueza que toda a metade mais pobre da população global.