Guerra comercial: por que Trump vai perder
Paul Krugman – 14/08/2019 Foto: Trump – Foto Divulgação Nobel de Economia analisa: EUA já usaram todas as suas armas; a China, quase nenhuma. Pequim não quer o conflito – mas pode, se provocada, humilhar o adversário. Parvo, presidente perde-se em retórica oca e contradições.
China desafia Trump, afunda o yuan e desencadeia o medo de guerra cambial
Wall Street vive seu pior dia do ano e bolsas de valores em todo o mundo caem após o presidente dos EUA acusar Pequim de “manipular” sua moeda LUIS DONCEL |SANDRO POZZI – 05/08/2019 Foto: Notas de 100 yuanes / Roman Pilipey (EFE) O roteiro está sendo cumprido passo a passo. A ameaça de conflito comercial é agora seguida pelo risco de guerra cambial. A sequência dos últimos dias não deixa dúvidas: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avançou na quinta-feira para o choque comercial com o anúncio de novas tarifas para produtos chineses no valor de 300 bilhões de dólares (1,19 trilhão de reais) a partir de setembro.
Brasil seria louco se, entre EUA e China, escolhesse EUA, diz britânico ‘pai dos Brics’
Nathalia Passarinho – Da BBC News Brasil em Londres – 21/06/2019 Foto: Cortesia JIM O`NEILL Em entrevista à BBC News Brasil, Jim O’Neill diz que o Brasil tem mais a ganhar a China que com os EUA. Desde que criou, há 20 anos, o termo Bric, num relatório econômico para o banco Goldman Sachs, o economista britânico Jim O’Neill acompanha de perto o comportamento do grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – este a partir de 2011.
O que o Brasil ganha com a viagem de Bolsonaro aos EUA?
Talita Marchao – Do UOL, em São Paulo 20/03/2019 Na Foto: Eduardo Bolsonaro participa do encontro entre seu pai, Jair Bolsonaro, e o presidente dos EUA, Donald Trump – Imagem: Isac Nóbrega/PR Especialistas e diplomatas ouvidos pelo UOL avaliam que a viagem do presidente Jair Bolsonaro (PSL) aos Estados Unidos e o encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump, foram positivos, ainda que seja prematuro avaliar os impactos das medidas anunciadas pelos dois países.
Presidente da China quer unificação pacífica com Taiwan
MARCELO CAMARGO/ 02/01/2019 10:21 AGÊNCIA BRASIL Xi Jinping descreveu a reunificação sob a abordagem “um país, dois sistemas”. Contudo, afirmou que não haverá brecha para ações separatistas
A relevância do giro do presidente chinês Xi Jiping pela África
Xulio Ríos – 28 Julho 2018 Foto: – Xi Jinping visita o Congo / Instituto Internacional de Macau “Ano após ano, a África é sempre o primeiro destino escolhido pelo ministério das relações exteriores para iniciar suas viagens internacionais. A África não é um assunto menor na agenda chinesa”, escreve Xulio Ríos, diretor do Observatório da Política Chinesa, Galícia, Espanha, em artigo publicado por Rebelión, 25-07-2018. A tradução é do Cepat.
Brasil e África do Sul são coadjuvantes no grupo B-RIC-S e na nova ordem mundial
José Eustáquio Diniz Alves – 27 Julho 2018 – Foto: Carta Maior “Neste contexto global, se destaca o grupo RIC – o triângulo estratégico – que faz parte do BRICS e do G20. Mas o RIC também é o núcleo central da Organização de Cooperação de Xangai (OCX), composta por oito membros plenos, que são China, Rússia, Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão, Uzbequistão, Índia e Paquistão. Do ponto de vista global e de influência na Eurásia, a OCX é maior e mais dinâmica do que o BRICS“, escreve José Eustáquio Diniz Alves, Doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 25-07-2018.
Belluzzo: o Brasil perdido, num mundo em transe
“Michel Temer e Henrique Meirelles, não têm noção do que estão falando”, diz o economista. “Conheço bem o presidente da República. Ele tem uma inteligência bem restrita”, garante Belluzzo. Eduardo Maretti, da RBA – 18 de Maio de 2018 China expande sua presença no mundo. Novas turbulências financeiras aproximam-se, com aumento das dívidas. Há mudanças geopolíticas dramáticas. País assiste pasmo, sob governo golpista e provinciano No jogo econômico e geopolítico global de hoje, as principais cartas estão colocadas por um gigante do Oriente. “A escalada da China não tem como ser contida. A não ser que se tente fazer uma coisa de enorme violência“, diz o economista Luiz Gonzaga Belluzzo.