Um presépio no meio da cidade ou “por aí”, entre refugiados e perseguidos
Manuel Vilas Boas – 28 de dezembro de 2016 Foto: A irmã Irene Guia num dos campos de refugiados por onde passou. (foto reproduzida daqui) Fazer um presépio pode ser objecto de discussão num mosteiro, como conta a irmã Maria Domingos, monja no Mosteiro de Santa Maria, do Lumiar (Lisboa). “Não vivemos para outra coisa senão o louvor de Deus, a celebração da liturgia, a vida fraterna, dar um testemunho de que há outra maneira de estar na vida… damos o essencial do tempo ao silêncio”,
Madre Teresa, mulher e santa dos pobres
A Índia, sempre muito sensível ao sentido religioso, não a via «como uma mulher que curava os doentes, mas como o sinal humano de que Deus estava presente naqueles pobres e naquelas irmãs» Andrea Tornielli – 03 de Setembro de 2016 Em apenas 50 anos desde a aprovação pontifícia querida por Paulo VI em 1964, as Missionárias da Caridade, fundadas por Madre Teresa de Calcutá, cresceram de algumas centenas a mais de 5300 religiosas em 758 casas espalhadas pelo mundo. Mas seria um erro grosseiro ler a história desta pequena mulher albanesa cheia de rugas, frágil como uma borboleta e corajosa como uma leoa, à luz das estatísticas ou dos “sucessos” numéricos.
As obras de misericórdia (1)
Pe. Anselmo Borges – 23/07/2016 “O que em primeiro lugar decide da salvação não são atos de culto, mas os que contribuíram para um mínimo de dignidade humana. Por isso, Jesus, com escândalo de muitos, porque comia com publicanos e pecadores, coloca na boca de Deus as palavras do profeta: “Quero misericórdia e não sacrifícios.”
“Cada pessoa prepara-se para o matrimônio, desde o seu nascimento”
No dia doze de junho se celebra o dia dos namorados, data que entrou no calendário pela benéfica influência da Igreja, com a memória de Santo Antônio de Pádua ou de Lisboa, celebrada no dia treze de junho, invocado com confiança por pessoas que se sentem chamadas à vocação matrimonial e contam com sua intercessão e proteção. Ao lado de São João Batista e de São Pedro, ele figura entre os “santos de junho”, tempo em que nossas Paróquias acolhem tanta gente, prestando assim um serviço religioso e social, já que as festas são espaços privilegiados de convivência sadia, onde as famílias se sentem valorizadas e desfrutam a alegria do relacionamento fraterno.
Dom Erwin: guerreiro incansável
“Na 21ª Assembléia do Cimi, Dom Erwin, completou seus 18 anos de serviço inestimável aos povos indígenas, como presidente do Cimi. Tempos de muita luta, utopia e esperança. Tempo de agradecer ao Deus da Vida por esse incansável lutador, que certamente continuará conosco nessa causa por muito tempo”, escreve Egon Heck, do secretariado nacional do Conselho Indigenista Missionário – CIMI, ao enviar o artigo que publicamos a seguir.