Maçonaria, Igreja e segredo
“No quadro dos autênticos ideais maçônicos – liberdade, democracia, companheirismo, fraternidade, humanismo, espiritualidade, aperfeiçoamento interior –, não vejo porque é que há-de haver conflito entre ser católico e maçon. por ANSELMO BORGES – 30/05/2015
O ‘Cunha Shopping’ é um acinte
O shopping-center é a utopia neoliberal, o resumo de como eles gostariam que fosse a sociedade: só consumidores, nenhum cidadão. Depois de fazer aprovar uma série de iniciativas na Câmara, Eduardo Cunha se sente dono da Casa e capaz de passar qualquer proposta. Já há algum tempo, antes que estivesse envolvido na Lava-Jato, ele tinha decretado a concessão de passagens de avião para as esposas dos deputados.
“Agora somos um País normal. A Igreja não é mais a guia sobre certas questões morais”
“É maravilhoso hoje sermos irlandeses, estamos orgulhosos”. Fintan O’Toole, escritor, historiador, ensaísta, um dos maiores intelectuais e observadores do País, não poderia estar mais feliz. “Os irlandeses fizeram uma declaração de intenções sobre aquilo que querem ser no mundo: uma sociedade aberta, tolerante, humana”.
Ajuste, política e religião
O ajuste fiscal não é uma iniciativa do terreno da economia. É obra profundamente política, com pitadas de religião. “A economia necessitava, no final do ano, de uma alternativa perfeitamente viável. Uma redução drástica nas taxas de juros, que diminuiria o déficit e realinharia o câmbio para patamares razoáveis”, escreve Gilberto Maringoni, professor de Relações Internacionais da UFABC, em artigo publicado por Carta Capital, 13-05-2015.
Transgênicos: enquanto o mundo recusa, o Brasil aprova. Entrevista especial com João Dagoberto dos Santos
“Quando a empresa fala que só irá plantar uma pequena porcentagem de 2% a 3% de eucalipto transgênico, nós estamos falando de 20 a 30 mil hectares”, adverte o engenheiro florestal.
África: o agronegócio é a nova versão do colonialismo
Os países do G-8 querem assumir a terra do continente africano, exportando suas tecnologias e ignorando qualquer conhecimento agroecológico. “…agora os países do G-8, as fundações Rockefeller, Gates, Soros, Buffet, e as corporações Monsanto, Syngenta, Dupont e Bayer querem transformar, liquidando com a única coisa que eles mantiveram depois da escravidão, da colonização – a dignidade de viver de acordo com seus costumes e tradições, mesmo passando fome em muitos momentos.”
Agrotóxicos e transgênicos: o rolo compressor imperialista
Agência Internacional de Pesquisa em Câncer classificou o herbicida Glifosato e os inseticidas Malationa e Diazinona como prováveis agentes carcinogênicos. “- Os transgênicos ocuparam uma área de 42,2 milhões de hectares, aumento de 1,9 milhões, o maior dos últimos cinco anos. Futuramente o Brasil deverá fechar a lacuna com os Estados Unidos. Um sistema eficiente e com base científica de aprovação no Brasil facilita uma adoção rápida das sementes transgênicas”.
Há riquezas que são de todos: os bens comuns
A Califórnia há décadas discute a questão da água, enquanto a ia esgotando, gerando o drama atual. As tecnologias avançaram, mas a forma de governo, não. O Nobel de economia de 2009 conferido a Elinor Ostrom resgata um pouco este tremendo atraso nas chamadas ciências econômicas, que é a preocupação com a gestão dos nossos bens comuns, além de resgatar um pouco de outra dívida óbvia: é a primeira vez que este prêmio, que aliás não vem do fundo Nobel e sim do Banco da Suécia, é concedido a uma mulher.
“O descaso e até o escárnio do governo brasileiro com os direitos constitucionais dos povos indígenas é assustador”, diz bispo
“O atual governo ao favorecer abertamente os ruralistas mostra-se intransigente para com os povos indígenas e quilombolas. Não aceita diálogo com líderes indígenas e rejeita qualquer questionamento ou crítica aos seus planos e projetos desenvolvimentistas.”
Divulgação de balanço não deve afetar ação contra Petrobras nos EUA
Há muita expectativa no mercado em torno da divulgação do balanço da Petrobras João Fellet – Da BBC Brasil em Washington Prevista para ocorrer nesta quarta-feira, a tão esperada divulgação dos resultados fiscais da Petrobras em 2014 é um passo importante para a recuperação da companhia, mas terá pouco impacto na batalha jurídica que a estatal enfrenta nos Estados Unidos, segundo analistas e advogados que acompanham o caso.