JESUS NÃO GOSTAVA DE BROA?
Frei Bento Domingues, O.P. – 30/07/2017 Não sei se Jesus gostava ou não de broa, (broa ou boroa, é o pão fermentado feito de farinha de milho, base da alimentação no Portugal rural até há bem pouco tempo – NdR: Talvez até nem soubesse que existia. Mas imaginar que ficaria atrapalhado, nos lugares em que o trigo não é o principal alimento, em celebrar com broa ou com arroz é duvidar do poder de Cristo.
O que vai mudar na Venezuela?
JOÃO RUELA RIBEIRO – 31/07/2017 Os 545 deputados eleitos para a Assembleia Constituinte tomam posse nos próximos dias com a missão de desenharem uma nova Constituição para “aprofundar” o legado do chavismo, diz Maduro. A oposição fala em “auto-golpe de Estado”. Foto: Manifestante da oposição durante protesto anti-Constituinte em Caracas no domingo. REUTERS/CARLOS GARCIA RAWLINS
Rezando com os budistas: a polêmica foto do Pe. Sosa, entre focolarinos e ritos chineses
Giovanni Marcotullio –27-07-17 Superior-geral dos jesuítas sentado entre cerca de 80 monges budistas com as mãos postas e o olhar recolhido: é a dissolução da Companhia de Jesus ou, precisamente, o carisma inaciano de “buscar e encontrar Deus em todas as coisas”? A reportagem é de Giovanni Marcotullio, publicada no sítio Aleteia Italia, 27-07-2017.
Lutero. A Reforma e os paradoxos do mundo moderno
Cristiano Poletti – 30/07/2017 Um livro belíssimo e difícil, a nova obra escrita com tanta paixão por Franco Ferrarotti para “Lampi” da EDB. Já pelo subtítulo percebe-se o nível da complexidade: A Reforma e os paradoxos do mundo moderno. O comentário é de Cristiano Poletti, publicado por Settimana News, 19-07-2017. A tradução é de Luisa Rabolini.
NOTA DA CNBB EM DEFESA DOS DIREITOS INDÍGENAS E DO CIMI
CNBB – 22/06/2017 O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 20 a 22 de junho de 2017, manifesta seu total apoio e solidariedade ao Conselho Indigenista Missionário (CIMI) diante das infundadas e injustas acusações que recebeu da Comissão Parlamentar de Inquérito, denominada CPI da Funai e Incra, encerrada no último mês de maio.
A vingança de Mazzolari, o padre dos pobres banido pela Igreja, mas amado por Francisco
No último dia 20 o Papa prestou homenagem ao , indo até o seu túmulo, em Brabiana. Seguidor de Mounier e de Maritain foi antifascista e defensor das lutas camponesas. O Santo Ofício ordenou o recolhimento de seus livros. O depoimento é de Stefano Albertini, diretor da Casa italiana Zerilli – Marimo, na New York University, publicado por La Repubblica, 20-06-2017.
Francisco não tem razão? (2)
Anselmo Borges – 23/06/21017 “Não é exatamente o mesmo o mundo visto lá do alto da janela mais famosa do mundo, que é a janela do Palácio Apostólico no Vaticano donde os Papas dão a bênção urbi et orbi, e o mundo que se vê a partir de um apartamento modesto da Casa de Santa Marta. Não é exatamente o mesmo o mundo que se vê a partir do Deus omnipotente, significando omnipotência Poder enquanto dominação e não Força infinita de criar, e o mundo que se vê quando se vê a partir do Deus cujo nome é Amor, Misericórdia.
Os milhões na Suíça do novo cardeal do Mali embaraçam Francisco
Marco Politi – 21/06/2017 Sete dias para tomar uma decisão. Sete dias para evitar o risco de trazer ao Colégio dos Cardeais um candidato sobre quem paira a sombra de um escândalo financeiro. A reportagem é de Marco Politi, publicada por Fato Quotidiano, 21-06-2017.
O ECUMENISMO DAS MULHERES
Frei Bento Domingues, O.P. -18/06/17 Foto: Papa Francisco com bispas luteranas, após missa ecumênica. Osse. Rom. “O teólogo valdense italiano, Paolo Ricca, depois de analisar a situação da mulher na comunidade cristã nascente, procurou mostrar como «progressivamente foi afastada, de quase todas as funções, até se tornar o proletariado do cristianismo”. Tal como na sociedade industrial do século XIX o proletariado levava as coisas para a frente, as mulheres levam a Igreja para a frente, mas como proletárias, isto é, sem poder.
Como os novos movimentos eclesiais estão mudando a Igreja?
Massimo Faggioli – 16 Junho 2017 . “Os novos movimentos eclesiais não são, aos olhos de Francisco, as “elites” especiais da nova evangelização, como eram nos papados de João Paulo II e Bento XVI. Ao percebê-las, Francisco critica explicitamente qualquer tendência sectária. Mas o próprio Papa entende que esses movimentos estão produzindo sacerdotes novos e muito necessários em uma Igreja Católica que ainda precisa que o clero funcione.