Livros das férias (2)

Anselmo Borges – 15 de setembro de 2017  Fotos: Religión Digital Continuo com reflexões a partir do livro de Celso Alcaína – Roma Veduta. Monseñor Se Desnuda –, ele próprio refletindo sobre a Igreja e o seu futuro, a partir dos oito anos passados na Cúria, concretamente na Congregação para a Doutrina da Fé.

Müller acusa o Papa de não basear a sua autoridade magisterial numa teologia “competente”

Denuncia que ele se preocupa mais com as “questões de diplomacia e poder” do que as da fé Cameron Doody 14/9/17.  Foto: Cardeal Müller, ex-Prefeito da Doutrina da Fé “Deveria estar em seu lugar a fé cristã, a que está no centro, e o Papa deveria ser simplesmente um “servo da salvação” Müller aproveitou as suas intervenções para queixar-se mais uma vez das diferenças que mantém com o Papa, o que desencadeou a sua destituição como chefe do Santo Ofício, no final de junho”. Tradução: Orlando Almeida

Reformar a liturgia católica deveria ser como atualizar um software. Artigo de Thomas Reese

 Thomas J. Reese – 13 Setembro 2017 “Ao longo dos seus 2.000 anos de história, a liturgia católica mudou constantemente em resposta às novas situações e culturas. Assim como o software, ela deve continuar sendo atualizada e ajustada às pessoas e às culturas de hoje.” A opinião é do jesuíta estadunidense Thomas J. Reese, ex-editor-chefe da revista America e autor de “O Vaticano por dentro” (Ed. Edusc, 1998). O artigo foi publicado por Religion News Service, 12-09-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

“Metade dos padres do Vaticano são gays”: Ele foi expulso

 Krzysztof Charamsa foi expulso do Vaticano por ser homossexual e vem denunciando a homofobia no seio da Igreja Juan G. Bedoya – Madri, 9/9/17  Foto: o teólogo Krzysztof Charamsa, expulso do Vaticano depois de declarar abertamente sua homossexualidade. CarlesS Ribas O teólogo e filósofo Krzysztof Charamsa, polonês de nascimento e hoje residente em Barcelona com seu namorado catalão, ficou famoso sem querer quando há dois anos tornou público que é homossexual e que tinha um companheiro.

Quadrilhas, pactos, prisões e caixas de dinheiro: a semana que não terminou

Expectativa sobre futuro do caso JBS, novas denúncias, decisão do Supremo e depoimento de Lula marcam momento brasileiro, em meio a reforma política e sensação de descrédito geral João Paulo Charleaux – 11/09/2017 Foto: José Cruz/Agência Brasil – 02.03.2016 – Rodrigo Janot participa de sessão no Supremo Tribunal Federal, em Brasília   O presidente do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Claudio Lamachia, subscreveu uma nota divulgada na sexta-feira (8) na qual afirma que uma “sucessão de escândalos há três anos incorporou-se dramaticamente à rotina do país”, levando a um “quadro de degradação moral e institucional”. 

  O ar bafiento das ordens de Macron

 Manuel Carvalho da Silva  12 de setembro de 2017  Foto: Protesto contra as reformas, em Paris / RTP Em França, como em Portugal, são precisas relações laborais na base de poderes equilibrados e discussões sérias sobre o futuro do trabalho.

Sindicatos na rua contra Macron, mas isso até pode agradar-lhe

A CGT saiu isolada das negociações sobre as alterações ao código do trabalho, o que pode reforçar a posição do Presidente francês. Clara Barata –  12 de setembro de 2017  Foto Emmanuel Macron e Philippe Martinez, o líder da CGT Philippe Wojazer/REUTERS  Emmanuel Macron enfrenta esta terça-feira a primeira contestação nas ruas devido à sua governação: as manifestações e greve convocada pela Confederação Geral de Trabalhadores (CGT) contra a reforma do Código do Trabalho apresentada pelo Governo francês, que satisfez uma boa parte do rol de desejos dos patrões.

O Papa Francisco na Colômbia

Eduardo Hoornaert 08/09/2017 A viagem do Papa Francisco à Colômbia é uma ocasião para se rever a posição do evangelho de Jesus de Nazaré diante da espinhosa questão da violência. Efetivamente, durante sua estadia no país, o Papa, antes de se apresentar como líder da Igreja católica, se revela como pacificador de uma nação tragicamente dividida entre vítimas e vitimários.

Livro das férias (1)

Anselmo Borges –8/9/17 –Foto:Religión Digital  “Um dos meus livros para uns breves dias de férias foi, de Celso Alcaina, Roma Veduta. Monseñor Se Desnuda. Está-se a ver, subentendido, o velho dito: “Roma veduta, fede perduta” (quem vai e vê Roma perde a fé). Após a ordenação sacerdotal e grande currículo acadêmico, com doutoramentos em Teologia e Estudos Bíblicos, Alcaína passou oito anos (1967-1975) a trabalhar na Congregação para a Doutrina da Fé. O papa era então Paulo VI. O livro, com os seus contatos, o que viu e ouviu, são as suas impressões críticas desses anos.”