Governo temerário traz a fome de volta

Nathalie Beghin e Iara Pietricovsky – 17/08/17 Foto: Wikimedia Commons. Número de pessoas vivendo na pobreza extrema no Brasil deverá aumentar entre 2,5 milhões e 3,6 milhões até o final de 2017  É preciso resistir mais que nunca e lutar para impedir os retrocessos. A maioria da população só tem a perder com o arranjo político em exercício. O artigo é de Nathalie Beghin e Iara Pietricovsky, integrantes do Instituto de Estudos Socioeconômicos/INESC e do Grupo de Reflexão sobre Relações Internacionais/GR-RI, publicado por CartaCapital, 17-08-2017.

O planeta no cheque especial: ser humano, o satã da Terra

 Leonardo Boff –  11 de Agosto de 2017  Foto: Detritos marinhos – Wikipedia “O que vigora no mundo é uma perversa injustiça social, cruel e desapiedada: 15% dos que vivem nas regiões opulentas do Norte dispõem de 75% dos bens e serviços naturais e de 40% da terra fértil. Alguns milhões, quais cães famélicos, devem esperar as migalhas que caem de suas bem-servidas mesas”, escreve Leonardo Boff, em artigo publicado pelo jornal O Tempo, 11-08-2017.

Crise afugenta cientistas e transfere pesquisas do Brasil: “Na penúria”

Diego Toledo, SP. –12/06/17 –Fotos: Arte/UOL “A saída do país de profissionais altamente qualificados, movimento que ficou conhecido como “fuga de cérebros”, é apenas uma das facetas dos problemas enfrentados por quem atua na área de ciência e tecnologia no Brasil. A equipe da UFRJ é vítima da falta de recursos que atinge o setor e que se agravou com os recentes cortes no orçamento anunciados pelo governo como reação à crise econômica.” 

O despertar da CNBB

Pedro A. Ribeiro de Oliveira – 28/03/17  Foto: IHU – trabalho – aposentadoria “Foi com alegria que li a nota da CNBB contra o projeto de reforma da previdência, precedida por uma carta pastoral da Diocese de Volta Redonda e uma nota da Província eclesiástica de Belo Horizonte”, escreve Pedro A. Ribeiro de Oliveira, doutor em Sociologia, professor aposentado dos PPGs em Ciências da Religião da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF e da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas. 

Brasil: os Davis da terra contra os Golias do ferro

 Alberto Bobbio –  30 Março 2017 Foto: É por isso que o Papa Francisco insiste, há quatro anos, no rosto brutal da economia (AFP)  Fé, caridade, diálogo, economia, política: rostos e histórias da Igreja em saída que Bergoglio prega (e vive) desde o início do seu pontificado. No Estado brasileiro do Maranhão, a mobilização contra a poluição e as injustiças se espelha na Laudato si’.

A humana é uma “espécie anômala” – explodiu os mecanismos espontâneos de autorregulação das populações animais que habitam o nosso pequeno e frágil planeta

Entrevista especial com Giuseppe Fumarco IHUnisinos – MFP – quinta-feira, 30 de março de 2017 O papa Francisco vem denunciando um complexo estado de crises, não apenas ambiental, mas também civilizacional. O sociólogo Giuseppe Fumarco vai ao pensamento de Edgar Morin para tentar compreender esse estado. Segundo o professor, antes de pensar em saídas, é preciso compreender a complexidade em que estamos imbricados. Por isso, recupera o pensamento de Morin quando diz que “a complexidade não é receita que se oferece para nós, mas sim apelo à ‘civilização das ideias’.

Os ataques em escala internacional às empresas líderes da engenharia brasileira

 Professor analisa as ameaças existentes sobre o viés da esquerda Bruno Lima Rocha – Brasil de Fato, 04/01/2017   Ilustração de Victor Beuren “Entendo que a exposição de argumentos e motivos já está mais que suficiente, demonstrando mesmo a uma hipotética audiência leitora não treinada, as possibilidades concretas do acionar dos EUA tendo como alvo os conglomerados econômicos cuja cadeia de valor central foca na engenharia pesada.

“Direito de posse das terras indígenas é anterior ao direito de propriedade de qualquer latifundiário do agronegócio”. Carta a Gilmar Mendes

Egydio Schwade  “Caro Gilmar, o direito de posse das terras indígenas brasileiras é anterior ao direito de propriedade de qualquer latifundiário do agronegócio. Semelhantemente, as terras reivindicadas pelos quilombolas devem ser respeitadas por uma questão de justiça, já que se trata de populações trazidas para o país à força pelos Governos dos latifundiários.

Como seguir se o Parlamento foi privatizado?

Milly Lacombe – 13/12/2016 “Querem que acreditemos que o Estado quebrado (a parte verdadeira dessa história) só pode ser recuperado com o corte de investimentos sociais. Comparam o país com nossas casas, usam linguagem infantilizada para doutrinar. Dizem que todos precisam agora sofrer um pouco em nome do Brasil. Não é um truque novo, e tem até nome: austeridade”.