Governo Bolsonaro e o Vaticano – ‘Familiaridade aziaga com métodos empregados por governos totalitários’
O pedido de fazer com que funcionários do governo participem do Sínodo é patético. Além de demonstrar profunda ignorância histórica, cultural e diplomática, parada na década de 30. Roberto Romano – 12/02/2019 – Foto: Marcelo Camargo -Agência Brasil A mente pouco iluminada dos que hoje deveriam comandar a diplomacia brasileira parou nos anos 30 do século 20. Quem no governo imagina conseguir vantagens políticas pressionando a Hierarquia Católica de modo vertical e por meio de um governo como o italiano, mostra familiaridade com os métodos empregados por governos totalitários no trato com o Vaticano. O episódio apenas evidencia o atraso histórico e cultural do governo Bolsonaro O comentário é de Roberto Romano, professor da Unicamp, publicado no Facebook, 11-02-2019.