Justiça manda governo publicar ‘lista suja’ do trabalho escravo

<img height=”1″ width=”1″ style=”display:none” src=”https://www.facebook.com/tr?id=1659995760901982&ev=PageView&noscript=1″/> Decisão do juiz Rubens Curado, da 11.ª Vara do Trabalho de Brasília, mantém liminar que impõe publicação em até 30 dias do Cadastro de Empregadores flagrados Mateus Coutinho e Fausto Macedo – 31-01-2017  O juiz Rubens Curado Silveira, da 11.ª Vara do Trabalho de Brasília, manteve nesta segunda-feira, 30, a liminar que obriga o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, e a União a publicar em até 30 dias o Cadastro de Empregadores flagrados com mão de obra análoga à de escravo, conhecido como ‘lista suja’. Já é a segunda vez que o magistrado determina ao governo para retomar a lista.

Uma trilogia para repensar os consensos que paralisam a esquerda.

 Entrevista especial com Jean Tible Patricia Fachin | 26 Janeiro 2017  Num momento em que a esquerda se depara com mais uma crise interna, autores como Antonio Negri e Michael Hardt são referência para muitos grupos, porque “não se omitem em tratar de várias questões polêmicas e fundamentais para repensar a esquerda”, diz Jean Tible, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo – USP, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Para Tible, a trilogia de Negri e Hardt, composta pelas obras Império, Multidão e Bem-Estar Comum, é “incontornável para pensar e fazer a esquerda hoje. Não se trata de concordar com as posições que são apresentadas nesses livros, mas eles colocam questões fundamentais e que muitas vezes não estavam colocadas dessa forma”.

“Direito de posse das terras indígenas é anterior ao direito de propriedade de qualquer latifundiário do agronegócio”. Carta a Gilmar Mendes

Egydio Schwade  “Caro Gilmar, o direito de posse das terras indígenas brasileiras é anterior ao direito de propriedade de qualquer latifundiário do agronegócio. Semelhantemente, as terras reivindicadas pelos quilombolas devem ser respeitadas por uma questão de justiça, já que se trata de populações trazidas para o país à força pelos Governos dos latifundiários.

«A abolição do celibato obrigatório poderia ajudar»

Entrevista com o teólogo e psicoterapeuta Wunibald Müller   Christian Wölfel, em katholisch.de, 15-01-2017 Tradução: Moisés Sbardelotto  De acordo com o teólogo e psicoterapeuta Wunibald Müller (na foto), os padres se sentem cada vez mais sozinhos. Por isso, é justo que eles possam viver em uma comunidade, se se quiser ajudá-los.

Brasil tenta explicar a morte de Teori com mais teorias do que fatos

País se transformou numa usina de informações questionáveis, que sugerem que o juiz do STF foi assassinado numa sofisticada conspiração Tom C. Avendaño  – 21 JAN 2017 Foto: Presidente Michel Temer fala com Francisco Zavascki, filho do juiz do STF Teori Zavascki no velorio dele DIEGO VARA REUTERS. Viralizou também o trecho de uma conversa, gravada pela Justiça em 2016, em que dois senadores se queixam de que Zavascki estava distante demais da esfera política para que eles pudessem impedir a sangria de processos que provoca entre os partidos (Zavascki era famoso por se afastar de qualquer ingerência). Outros argumentam que, em 3 de janeiro, num site com fotos de aviões, houve 1.885 consultas à imagem de uma aeronave semelhante à do acidente (a causa é desconhecida).

Qual é o Deus de Trump?

Alberto Melloni- 22/01/2017  “Mesmo não falando de Deus, Trump permaneceu no rastro de um cerimonial que sempre suplicou ‘God bless America’, mas que, desta vez, mais do que pedir, parecia ordenar ao Pai Eterno que se adequasse à nova ideologia da ‘America first’.” Opinião do historiador italiano Alberto Melloni, professor da Universidade de Modena-Reggio Emilia e diretor da Fundação de Ciências Religiosas João XXIII, em Bolonha.Artigo publicado no jornal La Repubblica, 21-01-2017

As oito promessas de Trump que ameaçam mudar o mundo

PÚBLICO –  VV. AA – 21 Janeiro 2017  –    Donald Trump toma posse nesta sexta-feira com planos que, em alguns casos, alteram por completo o rumo seguido pelo Presidente que cessa funções, Barack Obama, e pelos seus antecessores republicanos. Alguns têm o potencial de reabrir velhos conflitos armados — caso do israelo-palestiniano. Outros arriscam problemas novos em zonas estratégicas para o equilíbrio mundial — o Pacífico. Estes são alguns dos mais polêmicos.

Merkel para Trump: “Nós, europeus, temos o nosso destino nas nossas mãos”

Berlim reage a críticas do Presidente eleito dos EUA e avisa que penalizar importações de automóveis jogará contra a economia americana. Público – 16/01/2017  Foto: Angela Merkel foi lacónica na resposta às críticas e ameaças de Donald Trump LUSA/CUGNOT MATHIEU A chanceler Merkel, por seu lado, foi mais concisa. “Nós, europeus, temos o nosso destino nas nossas mãos”, disse, citada pela Reuters. “Ele apresentou a sua posição, uma vez mais. Já a conhecíamos há algum tempo. As minhas posições também são conhecidas”, rematou a líder do Executivo alemão, que em 2017 se recandidata a um quarto mandato.

Zygmunt Bauman: “Há muitas maneiras de ser humano”

Nesta entrevista inédita que em 2013 deu ao PÚBLICO, Zygmunt Bauman fala das redes sociais, do Papa, das relações afectivas e da Europa. Vítor Belanciano – 10/01/2017 Foto: Zygmunt Bauman Em Abril de 2013, antecipando a sua vinda a Portugal, mais concretamente ao Festival Literário da Madeira, trocamos impressões, por email, com o sociólogo polaco Zygmunt Bauman, que morreu esta segunda-feira. No final da sua vida era essa a forma preferida de comunicar, porque tinha defi- culdades auditivas. Nessa mesma altura foi editado em Portugal Europa Líquida (Nova Delphi), obra que propunha leituras sobre as transformações provocadas pela globalização na estrutura dos sistemas políticos e na organização social.  

Redes sociais validam o ódio das pessoas, diz psicanalista

  Néli Pereira – Da BBC Brasil em São Paulo – 10 janeiro 2017  Direito de imagem:  Thinkstock Nas redes sociais, é possível expressar o seu ódio, dar a ele uma dimensão pública, receber aplausos de seus amigos e seguidores e se sentir, de alguma forma, validado.