Resistência Democrática, unidos pela Justiça e Paz! Manifesto dos Organismos e Pastorais Sociais da CNBB
Organismos e Pastorais Sociais da CNBB – 15/08/18 Foto: Protesto em Brasília / Isis Medeiros / Jornalistas Livres/ cimi.org.br Organismos e pastorais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresentaram nesta terça-feira (14/08) manifesto público “Resistência democrática, unidos pela justiça e paz” com análise de conjuntura política nacional e 10 propostas para construir programa que seja uma referência e orientação nas eleições gerais e que possa movimentar a espiral de cidadania e do bem comum. O manifesto público foi elaborado coletivamente por Cáritas Brasileira, Comissão Brasileira Justiça e Paz, Comissão Pastoral da Terra, Conferência dos Religiosos do Brasil, Conselho Indigenista Missionário, Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Conselho Pastoral dos Pescadores, Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social, Pastoral Carcerária, Pastoral Operária e Serviço Pastoral do Migrante. O manifesto é publicado por Conselho Indigenista Missionário – CIMI, 14-08-2018.
PT não pode ficar dependente de Lula, diz Olívio Dutra
Fernanda Pugliero – 5 Agosto 2018 – Foto: Ricardo Stuckert e Instituto Lula O ex-ministro e ex-governador petista Olívio Dutra é duro quando fala do partido que ajudou a fundar em 1980. “A esquerda não tem que fazer concessões à corrupção. No PT não deveria ter nenhuma pessoa envolvida nisso, e nós temos um mínimo de pessoas envolvidas nisso. O PT tem que rever isso, se autocriticar, mas seguir adiante”, afirmou em entrevista à Deutsche Welle. A entrevista é de Fernanda Pugliero, publicada por Deutsche Welle, 14-08-2018.
Aumenta a pobreza e a extrema pobreza no Brasil
José Eustáquio Diniz Alves – 14 Agosto 2018 – Foto: IHU “O Brasil não deve cumprir o objetivo 1 dos ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que trata da “Erradicação da Pobreza” e que estabelece: “Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares” até 2030. Em vez de cair, o número de pobres e de indigentes (extrema pobreza) subiu”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate, 13-08-2018.
As freiras que, em vez de catequizar, defenderam cultura indígena e viram povo ‘renascer’
<p style=”position: absolute; top: -999em”><img src=”https://sa.bbc.co.uk/bbc/bbc/s?name=portuguese.brasil.story.45089184.page&ml_name=webmodule&ml_version=95&blq_e=orbit&blq_r=orbit&blq_s=orbit&blq_v=worldservice&language=pt-BR&pal_route=asset&language=pt-BR&pal_webapp=tabloid&prod_name=portuguese&app_name=portuguese&cps_asset_id=45089184&page_type=Story§ion=&first_pub=2018-08-07T11%3A56%3A43-03%3A00&last_editorial_update=2018-08-12T14%3A40%3A14-03%3A00&curie=8fb423d5-76f2-c841-bdeb-3a86a4727684&title=As+freiras+que%2C+em+vez+de+catequizar%2C+defenderam+cultura+ind%C3%ADgena+e+viram+povo+%27renascer%27&has_video=&topic_names=Evangelical+Christians+in+Brazil%21Brazil%21Roman+Catholic+Church%21Catholicism%21Culture%21Race+and+ethnicity%21Religion&topic_ids=15b6f8f3-2a82-49d0-873b-2f5b573569ac%2115f1bcf6-b6ab-48e8-b708-efed41e43d31%214ae316de-db81-4614-b428-fe9e98652fbd%215d1247b6-141e-47e6-9d33-4d40c2167013%216a73afa3-ea6b-45c1-80bb-49060b99f864%21f8694a4e-7ffd-4fc1-ab94-6d1d5597528a%21fbcd47f3-d67a-4b69-b15c-d4b6c270adbf&for_nation=br&app_version=1.252.1&app_type=responsive&bbc_site=news-ws-portuguese&blq_js_enabled=0″ height=”1″ width=”1″ alt=””></p> Mariana Schreiber – BBC News Brasil – 11/08/2018 Direito de imagem: Cimi – Quando freiras criaram primeira missão das Irmãzinhas nas Américas, a população Apyãwa estava reduzida a cerca de 50 pessoas e corria o risco de desaparecer Nascidas na França, Irmãzinhas de Jesus viveram décadas entre o povo Apyãwa, no Mato Grosso, respeitando seus rituais e os apoiando em questões de saúde, educação e demarcação do território.
Amazônia 4.0. A criação de ecossistemas de inovação e o enraizamento de uma nova bioeconomia.
Entrevista especial com Carlos Nobre Por: Patricia Fachin | 09 Agosto 2018 Foto: wwwf.org.mx No contexto da Revolução 4.0 e da economia do século XXI, é preciso apostar na bioeconomia baseada no uso dos ativos biológicos e biomiméticos para desenvolver a Amazônia, defende Carlos Nobre na entrevista a seguir, concedida à IHU On-Line. Nessa perspectiva, explica, a “‘Terceira Via’ que propomos é exatamente buscar uma alternativa econômica ao confronto entre a Primeira e a Segunda Via, destacando o papel que as novas tecnologias que nos chegam irreversivelmente através da Quarta Revolução Industrial podem desempenhar em fazer emergir o enorme valor tangível dos ativos biológicos e biomiméticos da biodiversidade.
Monsanto é condenada a pagar multa milionária por herbicida com glifosato
Deutsche Welle – 11 ago 2018 Foto: DW / Deutsche Welle Homem alega ter contraído câncer por ter sido exposto ao glifosato, substância que gerou controvérsia devido aos supostos efeitos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente; empresa diz que irá recorrer.
Imagem de culpa criada pela mídia na América Latina preocupa Francisco
Giovanna Costanti — 09/08/2018 Foto: Angelo Carconi/Ansa/Agência Lusa Para o papa, há tendência das pessoas terem que provar sua inocência contra um sistema que cria a culpa, conta jurista que visitou o pontífice. “O Papa considera que os retrocessos provocados pelo avanço das elites não são um problema só do Brasil. Para ele, a maior parte da América Latina vem enfrentando essa onda”
A sobrevivência dos mais ricos e como tramam abandonar o barco
Douglas Rushkoff –07 Agosto 2018 – Foto: IHU Para os multimilionários, o futuro da tecnologia consiste em sua capacidade de fuga. O objetivo é transcender a condição humana e se proteger da mudança climática, dos grandes fluxos migratórios, das pandemias globais… O artigo é de Douglas Rushkoff, escritor, documentarista e palestrante estadunidense, cujo trabalho se concentra na autonomia humana na era digital, em artigo publicado por Ctxt, 01-08-2018. A tradução é do Cepat.
Brasil precisa colocar direitos humanos à frente da austeridade fiscal, dizem relatores da ONU
Portal Nações Unidas Brasil – 07 Agosto 2018 Foto: Protestos em Bagé contra a PEC 241 (EC 95- a PEC do Teto) Fabrício Marcon – Flickr/ EBC Um grupo de especialistas em direitos humanos das Nações Unidas pediu que o Brasil reconsidere seu programa de austeridade fiscal e coloque os direitos humanos de sua população, que está sofrendo duras consequências, no centro de suas políticas econômicas. A reportagem é publicada no portal Nações Unidas Brasil, em 03-08-2018.
Um projeto naufragou. Mas como resgatar o país?
Paulo Kliass – 02/08/2018 Foto: Meireles, Temer e Alckmin / Blog da Canhota Dois anos depois do golpe, direita tradicional patina. População percebe fracasso de seu programa. Mas reverter as medidas exigirá enorme esforço e sabedoria — nas eleições e depois. O artigo é de Paulo Kliass, doutor em Economia pela Universidade de Paris 10 e Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal, publicado por Outras Palavras, 31-07-2018.