Petrobras e HSBC: não precisam explicar, só queremos entender

Por que a Velha Mídia brasileira repercute apenas os casos de corrupção da Petrobras e ‘esquece’ os do HSBC? Sonegação fiscal para eles não é crime? “HSBC = H, de hábitos, S, de secretos, B, de bancários, C, de corruptos. Este o banco descoberto recentemente com enormes fraudes contra a legislação dos países nos quais opera. Inclui desde evasão fiscal até sonegação de impostos, passando por financiamentos a atividades ilícitas, entre as quais drogas, armas e contrabandos, quiçá prostituição.”

Grupo Abril desaba. ‘Veja’ sobreviverá?

A Abril Educação, que era considerada a fonte de sustentação das revistas do grupo, acaba de ser vendida. E agora, Veja? Pra onde correr?  Altamiro Borges – altamiroborges.blogspot.com.br  No início de janeiro, os funcionários do Grupo Abril, que edita a asquerosa revista “Veja”, foram surpreendidos na chegada ao prédio da empresa, na capital paulista. O busto do fundador do império midiático, Victor Civita, havia sido retirado do hall de entrada.

Segundo governo Dilma. Guinada à direita? Não! Um ‘cavalo de pau’.

Entrevista especial com Luiz Werneck Vianna   –   Sexta, 13 de fevereiro de 2015 “A pior coisa que ocorreu foi o desencanto e o fato de o país olhar em torno e ver que não há nenhum projeto de futuro que seja persuasivo, que mantenha capacidade de encantamento; estamos sem rumo”, lamenta o sociólogo.

Marcos Nobre: “O PT não lidera mais o Governo”

 O criador da teoria do “peemedebismo” na política brasileira diz que a presidência de Eduardo Cunha na Câmara vai colocar o governo Dilma a reboque do PMDB O filósofo Marcos Nobre, em sua casa em São Paulo. “A estratégia do governo deu muito errado” (Foto: Danilo Verpa/Folhapres)

Flávio Dino “Acabamos com as quadrilhas que operavam no governo do Maranhão”

DE VOLTA PARA O FUTURO: Comunista repete Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda de FHC: “No Brasil até o passado é imprevisível” Governador  Flávio Dino diz que não foi possível corrigir em 30 dias os erros cometidos pelo clã Sarney durante 50 anos, mas garante ter acabado com o nepotismo no Estado e promete que ninguém no novo governo assaltará o erário público

Ajuste fiscal pode levar o Brasil da recessão à depressão, alerta economista

A política de ajuste fiscal implantada neste início do segundo mandato do governo Dilma Rousseff pode agravar a crise e levar o Brasil da atual recessão a um quadro muito mais severo de depressão econômica. Quem alerta é o economista Guilherme Delgado, doutor na área pela Universidade de Campinas (Unicamp), que atuou no Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) por mais de três décadas.

O risco forte de recessão

“Ao lado de semelhanças com os pacotes dos anos 1990, o ajuste fiscal de dezembro e a forma de implementá-lo guardam algumas diferenças em relação ao período de Fernando Henrique Cardoso e do ministro da Fazenda Pedro Malan, conhecidos pela aplicação inflexível de decisões absolutas de alcance eventualmente devastador, a começar pela privatização, da qual empresas como a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica só escaparam porque houve uma reação da sociedade”,

“Mensalão vivo”: PF abre inquérito contra ex-presidente Lula – Teoria do Domínio do Fato

Fonte confiável dentro da PF passou-nos que o ex-presidente nega-se a prestar depoimento à PF e a PF não tem força para impeli-lo a prestar. MP?! Cadê você? Então como concluímos? O mensalão está vivo ou morto? Possivelmente vivo no Congresso, morto no Judiciário… Será que algum dia a política se curvará aos termos do ordenamento posto ou sempre estaremos reféns de um Estado Censitário de Direito?

A indignação para uma nova forma-partido no Brasil

Vitória da Syriza na Grécia, partido-movimento, de novo tipo, como o Podemos espanhol “Está claro que vem aí um vazio muito grande, de desencanto e mais indignação, e ele será ocupado de uma maneira ou de outra. Está clara a percepção de que existe uma demanda enorme por experimentações que multipliquem as formas de atuação”.

Dez considerações sobre o novo Congresso, que é a cara do Brasil

 “O Congresso é o reflexo da população no que diz respeito à visão de mundo e ação diante desse mundo. Talvez não daquilo que ela gostaria de ser, mas daquilo que ela efetivamente é. Como já disse antes, com o resultado dessas eleições, não é que o Congresso tenha ficado pior. Ele apenas está mais parecido com o Brasil”, constata Leonardo Sakamoto, jornalista, em comentário publicado no seu blog, 01-02-2015.