Governo Bolsonaro e o Vaticano – ‘Familiaridade aziaga com métodos empregados por governos totalitários’

O pedido de fazer com que funcionários do governo participem do Sínodo é patético. Além de demonstrar profunda ignorância  histórica, cultural e diplomática, parada na década de 30.  Roberto Romano – 12/02/2019 – Foto: Marcelo Camargo  -Agência Brasil A mente pouco iluminada dos que hoje deveriam comandar a diplomacia brasileira parou nos anos 30 do século 20. Quem no governo imagina conseguir vantagens políticas pressionando a Hierarquia Católica de modo vertical e por meio de um governo como o italiano, mostra familiaridade com os métodos empregados por governos totalitários no trato com o Vaticano. O episódio apenas evidencia o atraso histórico e cultural do governo Bolsonaro O comentário é de Roberto Romano, professor da Unicamp, publicado no Facebook, 11-02-2019.

Ciências econômicas e sociais no ensino médio na França: uma reforma ideológica

  Pierre Merle, Professor Associado de Economia e Ciências Sociais (Espe* de Bretagne) – 8/11/2018 Foto: Sala de aula no Liceu Charles Magne / Getty Images – Tradução: Orlando Almeida  Os novos programas de ciências econômicas e sociais simplesmente esvaziam as principais questões sociais, ambientais e sociológicas. Como esse ensino possibilitará a compreensão do mundo contemporâneo, condição de democracia?

“Anti-marxista” indicado por Olavo de Carvalho será ministro da Educação

Felipe Betim e Carla Jiménez – 23 Novembro 2018 Na Foto: Ricardo Vélez-Rodriguez ao lado de Filipe Martins, secretário de assuntos internacionais do PSL, em foto postada pelo último. Reprodução Twitter Ricardo Velez Rodriguez disse, em seu blog, ter sido indicado por filósofo ultraconservador. Acadêmico é professor emérito da escola de elite do Exército. O Anúncio foi feito por Bolsonaro em sua conta de Twitter. A reportagem é de Felipe Betim e Carla Jiménez, publicada por El País, 23-11-2018.

Brasil não precisa do Escola sem Partido, defende ministro da Educação

Mariana Tokarnia – 02 Novembro 2018 O país já tem canais de denúncia e não precisa de uma lei como a do Escola sem Partido, afirmou o ministro da Educação, Rossieli Soares. Em entrevista à Agência Brasil, Soares defendeu que estudantes e famílias procurem primeiro a escola e, se necessário, as secretarias de Educação, caso haja problemas na sala de aula. A reportagem é de Mariana Tokarnia, publicada por Agência Brasil, 31-10-2018.