Lava Jato é maior que Moro, Dallagnol e Lula, dizem professores de Harvard e Oxford

Fernanda Odilla – Da BBC News Brasil em Londres Direito de imagem: FERNANDO FRAZÃO/AGÊNCIA BRASIL – Image captionPesquisador diz que força da marca Lava Jato vai ser testada com as gravações das conversas de Moro e procuradores Professor do Departamento de Política e Relações Internacionais de Oxford, Ezequiel Ocantos, em sua mais recente pesquisa, colocou pessoas sentadas lado a lado para falar sobre operação Lava Jato no Recife (PE).

Disputa entre ministros deixa STF em ‘situação dramática’, afirma ex-presidente da Corte

  Mariana Schreiber – BBC Brasil em Brasília Direito de imagem: AGÊNCIA BRASIL – Image caption.  Sem citar nomes, Sanches crítica duramente o fato de alguns ministros não estarem aplicando o entendimento da maioria de autorizar a prisão antecipada Quando Sydney Sanches presidia o Supremo Tribunal Federal (STF) em 1992, o país não vivia momentos tranquilos. Era época do impeachment do ex-presidente Fernando Collor e ele teve, inclusive, que lidar com falsas ameaças de bomba na Corte durante aquele processo.

Tomar posição nesse tempo de conflito. Artigo de Dário Bossi

Dário Bossi – 11 Abril 2018 Foto: IHU  “O ódio que está sendo concentrado ao redor de figuras históricas, instituições e movimentos sociais em nosso País está impedindo qualquer forma de debate, aprofundamento e são discernimento, mesmo a partir de diversos e legítimos pontos de vistas e projetos de sociedade”, escreve Pe. Dário Bossi, Provincial dos Missionários Combonianos no Brasil, 06-04-2018.

Lula, o inconciliável

Eliane Brum, 111/04/2018 Foto: O ex-presidente Lula, durante entrevista em São Paulo. Toni Pires Qual é a relação entre o ódio de uma parcela dos brasileiros contra o maior líder popular da história recente e a fratura do projeto de conciliação que ele representou nos anos que ocupou o poder?

Lula da Silva: os tribunais o condenam, a história o absolverá

 A campanha anti-petismo faz lembrar a campanha anti-semitismo dos tempos do nazismo. Em ambos os casos, a prova para condenar consiste na evidente desnecessidade de provar. BOAVENTURA SOUSA SANTOS – 9 de Abril de 2018 Foto: http://poliarquia.com.br “Num Estado de direito democrático, os tribunais têm de ser espaços de aprofundamento de direitos. Ora, o que se assiste no Brasil é precisamente o contrário. A Constituição brasileira determina que ninguém será considerado culpado até ao trânsito em julgado de sentença condenatória, isto é, até que se esgotem todas as possibilidades de recurso.”