Disputa entre ministros deixa STF em ‘situação dramática’, afirma ex-presidente da Corte
Mariana Schreiber – BBC Brasil em Brasília Direito de imagem: AGÊNCIA BRASIL – Image caption. Sem citar nomes, Sanches crítica duramente o fato de alguns ministros não estarem aplicando o entendimento da maioria de autorizar a prisão antecipada Quando Sydney Sanches presidia o Supremo Tribunal Federal (STF) em 1992, o país não vivia momentos tranquilos. Era época do impeachment do ex-presidente Fernando Collor e ele teve, inclusive, que lidar com falsas ameaças de bomba na Corte durante aquele processo.
Integrantes da Lava Jato vivem na “mesma bolha”, diz pesquisador da UFPR
Todos os operadores da Lava Jato também são extremamente conservadores e têm perfil à direita, semelhante aos seus parentes que faziam parte do sistema na ditadura. Amanda Audi – 10 Maio 2018 Foto: apublica.org – Reprodução: Equipe Lava Jato MPF Para o professor de sociologia Ricardo Costa de Oliveira, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), os integrantes da Lava Jato (incluindo magistrados, procuradores e advogados) operam em um circuito que chama de “fechado” e que funcionaria “em rede”. O professor comanda um grupo de pesquisa chamado “República do Nepotismo”, que utiliza a técnica da prosopografia (biografia coletiva de determinado grupo social ou político) para demonstrar que pessoas como Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e advogados ligados às delações são herdeiros de figuras do Judiciário e da política paranaenses. O estudo será apresentado na segunda quinzena deste mês.
Por que o caso de Lula durou menos de 2 anos e o de Azeredo 11 anos?
por Miguel Martins — 12/04/2018 Foto: Ricardo Stuckert e José Cruz / Ag. Brasil Acusado em 2007, o ex-governador tucano manobrou e contou com a boa vontade da Justiça. Agora, pode ser atingido pelas prisões em segunda instância Entre a denúncia e a prisão de Lula, foram 1 ano e 7 meses. Azeredo foi acusado há 11 anos
Tomar posição nesse tempo de conflito. Artigo de Dário Bossi
Dário Bossi – 11 Abril 2018 Foto: IHU “O ódio que está sendo concentrado ao redor de figuras históricas, instituições e movimentos sociais em nosso País está impedindo qualquer forma de debate, aprofundamento e são discernimento, mesmo a partir de diversos e legítimos pontos de vistas e projetos de sociedade”, escreve Pe. Dário Bossi, Provincial dos Missionários Combonianos no Brasil, 06-04-2018.