A sorte do Brasil: para cada Janaína, temos estudantes como a paranaense Ana Júlia

 Por Kiko Nogueira – 26/10/2016 A Escola sem Partido, diz AJ,  “é uma escola sem senso crítico, é uma escola racista, homofóbica. É falar para os jovens que querem formar um exército de não pensantes, um exército que ouve e baixa a cabeça. Não somos isso. Escola Sem Partido nos insulta, nos humilha, nos fala que não temos capacidade de pensar por nós mesmos”.

Escola, autoritarismo e emancipação

Joana Salém Vasconcelos  – 18/09/2016 Ora, o que significa “neutralidade” para os partidários da Escola Sem Partido? Para eles, “neutralidade” é sinônimo do enquadramento do professor aos pensamentos e crenças dos pais dos alunos. Mas como isso seria possível? O que ocorreria, por exemplo, em uma sala de aula com alunos de famílias evangélicas, umbandistas, espíritas, judias, islâmicas, candomblecistas e ateias?