Sobre os supostos vinhos caros de Lula
Milly Lacombe – 11/02/2016 “Virar nossos rostos para o sítio que seria usado por Lula é o que quer a grande mídia. Desde que as investigações a respeito do sítio começaram já li artigos supostamente sérios sobre o que dona Marisa teria plantado na horta e sobre os vinhos caros que seriam de Lula na adega do sítio.”
Os equívocos do PT e o sonho de Lula
Um governo sustentado por uma sólida base parlamentar ou assentado no poder social dos movimentos populares organizados. Leonardo Boff – 06/02/2016 – “O PT deve ao povo brasileiro uma autocrítica nunca feita integralmente. Para se transformar numa fênix que ressurge das cinzas, deverá voltar às bases e junto com o povo reaprender a lição de uma nova democracia participativa, popular e justa que poderá resgatar a dívida histórica que os milhões de oprimidos ainda esperam desde a colônia e da escravidão”.
Déficit da Previdência? Que déficit?
“Não há nada de errado com a previdência. O sistema é sólido e se sustenta mesmo na crise” – Najla Passos – 05/02/2016 “Professora do Instituto de Economia da UFRJ e pesquisadora do tema, Denise Gentil comprovou com dados oficiais que, apesar da crise econômica e da discutível política de desoneração fiscal adotada pelo governo desde 2010, o sistema de seguridade social brasileiro é superavitário e cumpre bem seu papel social de distribuir renda, ao contrário do que alega o governo e a mídia coorporativa.
Precisamos construir pontes na vida e na política
“O mundo e nosso país precisam de pontes e de pessoas-carpinteiro que generosamente relativizam as desavenças, e constroem pontes para que possamos conviver para além dos conflitos e diferenças, inerentes à incompletude humana”, escreve Leonardo Boff, filósofo, teólogo e escritor.
Assim se desfaz a herança do Lulismo
Foto: Suicídio e tragédia: Eles debatem “medidas pontuais”, mas não ousam questionar a oligarquia financeira Em meio a uma crise que se aprofunda, Dilma e Lula encontram-se em Brasília – mas parecem incapazes de enfrentar a armadilha financeira em que aprisionaram a si próprios e ao país. Antonio Martins – 7 de janeiro de 2016
O que o Brasil não deve, mas paga, e o que deve e não paga
“Perto do que se tem dito e ouvido sobre operações da policia Federal para investigar e punir corruptores e corruptos – Operação Zelotes e Lava Jato – a desenvoltura dessa técnica da Receita Federal em lidar com aqueles dados complexos, ligados ao mundo financeiro, misteriosos para a maioria do povo, por ela colocados em linguagem acessível à maioria, revela uma gigantesca, continuada e injustificável sangria do nosso dinheiro, para pagar o que não devemos, e bem superior ao volume de dinheiro cobrado naquelas investigações”, escreve Jacques Távora Alfonsin, procurador aposentado do Rio Grande do Sul e membro da ONG Acesso, Cidadania e Direitos Humanos.”
Uma conversa interditada: o país que o Brasil poderia ser
Saul Leblon – 04/01/2016 – Copyleft Em seu primeiro artigo em 2016, FHC conseguiu sepultar a América Latina em uma crise ‘terminal’, sem dedicar uma única linha à crise global.
A sociedade do cansaço e do abatimento social
Leonardo Boff – 05/01/2016 Há uma discussão pelo mundo afora sobre a “sociedade do cansaço”. Seu formulador principal, é um coreano que ensina filosofia em Berlim, Byung-Chul Han, cujo livro com o mesmo título acaba de ser lançado no Brasil (Vozes 2015). Independentemente das teorizações, vivemos numa sociedade do cansaço. No Brasil além do cansaço sofremos um desânimo e um abatimento atroz.”
O annus nefastus de 2015 não invalida a esperança de um annus propitius
Leonardo Boff – 30/12/2015 O ano que acaba de 2015 merece esta qualificação latina: annus nefastus. Outros o chamam de annus horribilis. Ocorreram tantas calamidades que além de espanto nos causam preocupações. Não obstante tudo isso esperamos pelo irromper do annus propitius.
Finalmente, as ruas tomam a palavra
O pronunciamento das ruas grita um rotundo “NÃO” a toda e qualquer ameaça às conquistas sociais. Roberto Amaral — 18/12/2015 “A preservação do mandato da presidente é o dique que vem contendo, no plano institucional, a onda reacionária. Rompida essa barreira, será impossível segurar o tsunami conservador que tudo varrerá: direitos dos trabalhadores, conquistas sociais, soberania nacional, desenvolvimento, distribuição de renda combate às desigualdades sociais e regionais.”