Uma frente ampla é indispensável, quando uma ultradireita destrói o país

Luiz Alberto Gomes de Souza – 03/09/19 –Imagem: Daqui  “No Brasil, creio, a situação é mais grave do que em 1954 com o suicídio de Vargas ou, inclusive, com o golpe militar de 1964″, escreve Luiz Alberto Gomez de Souza, sociólogo, recordando que “um economista conservador, inteligente e insuspeito, Armínio Fraga, acaba de dizer, no Blog de Noblat, que o retrocesso na democracia já ocorreu e o risco é que piore ainda mais”. “Sinto que, de muitos lados, – testemunha o sociólogo – se coagulam, aos poucos, propostas indicando que “um outro mundo é possível”. E caminharíamos para o desenho de “utopias concretas” e de propostas pontuais, unindo o curto prazo com um tempo de ‘longa duração’”.

Lava Jato, trair a Pátria não é crime? Vender o país não é corrupção?

Em seu primeiro discurso após a vitória de Bolsonaro nas eleições, o senador Roberto Requião a indiferença que tomou conta do zelo com as riquezas naturais do país   Por Roberto Requião -31/10/2018  O juiz Sérgio Moro sabe; o procurador Deltan Dallagnol tem plena ciência. Fui, neste plenário, o primeiro senador a apoiar e a conclamar o apoio à Operação Lava Jato. Assim como fui o primeiro a fazer reparos aos seus equívocos e excessos. Mas, sobretudo, desde o início, apontei a falta de compromisso da Operação, de seus principais operadores, com o país. Dizia que o combate à corrupção descolado da realidade dos fatos da política e da economia do país era inútil e enganoso.

Bolsonaro não controla mais o bolsonarismo

Willliam Nozaki – 25/09/2018 – Foto: IHU  “O fenômeno virou metástase no interior do tecido social e não obedece ao comando do candidato”, escreve William Nozaki, professor de ciência política e economia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), em artigo publicado por CartaCapital, 24-09-2018.

Desenvolvimento: Amazônia não é uma tábula rasa.

Entrevista especial com Daniela Alarcon Por: Patricia Fachin | 19 Agosto 2016 Foto: O ataque irresponsável à Amazônia por empresaários do Centro-Sul. O agronegócio manda no governo /  FUMPAJ “Precisamos parar de entender a Amazônia como o quintal da região Centro-Sul do Brasil, porque ela sempre foi vista como um lugar a ser desenvolvido, fazendo-se tábula rasa de tudo que existe ali”, adverte a pesquisadora.

Lula Liberto. Artigo de Jean Tible

Jean Tible – 14 Setembro 2018 Foto: Outras Palavras “Se Haddad vencer, as forças democráticas estão prontas? Os movimentos e coletivos recentes, e as organizações de esquerda, virarão a página do golpe?”, indaga Jean Tible, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo – USP, em artigo publicado por Outras Palavras, 12-09-2018. Segundo ele, “a crise que já era grande se aprofundando numa situação que é perigosa, pois os atores não cabem mais nas instituições e não se vê nenhuma possibilidade imediata de transformação destas, abrindo espaços para saídas autoritárias”.

Contra-revolução autoritária: Brasil alerta máximo

  Álvaro Vasconcelos – 10 de Setembro de 2018, 21:10 O Estado brasileiro está muito fragilizado e o sistema judiciário muito politizado, mas mantém-se silencioso sobre os apelos ao ódio e à violência. As Forças Armadas intervêm cada vez mais no debate político e há uma elite disposta a tudo para se manter no poder.

Haddad conseguirá herdar votos de Lula? 5 desafios da campanha petista

Mariana Schreiber – Da BBC News Brasil  – 11/09/2018  Foto: EPA /Image caption Na véspera de decisão sobre oficialização de candidatura, Haddad se reuniu com o ex-presidente Lula por horas A menos de um mês do primeiro turno da eleição (7 de outubro), o PT deve oficializar nesta terça-feira o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como candidato a presidente no lugar do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O prazo foi estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na decisão que considerou Lula – condenado criminalmente em segunda instância – inelegível por aplicação da Lei da Ficha Limpa.