Com 85 assessores, senador Izalci Lucas emprega o mesmo que empresa média

  Wanderley Preite Sobrinho – UOL, São Paulo – 24/06/2019 Foto: O senador mineiro Izalci Lucas, que paga 85 funcionários para auxiliá-lo/Facebook/Divulgação Izalci Lucas é contador, professor e senador da República (PSDB-DF) eleito no ano passado. Político com mandato desde 2003, quando virou deputado distrital, o mineiro radicado em Brasília ganhou projeção nacional em abril, perto de seu aniversário de 63 anos, quando foi cotado para assumir o Ministério da Educação no governo Jair Bolsonaro (PSL).

Pesquisadora do Dieese explica por que só os bancos ganham com a PEC da Previdência

Juca Guimarães – 26/02/2019 – Foto: Daqui   A coordenadora de pesquisas do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Patrícia Pelatieri, analisou todos os pontos da Proposta de Emenda Constitucional nº 6/2019, do governo Jair Bolsonaro(PSL), que altera o sistema previdenciário brasileiro. A entrevista é de Juca Guimarães, publicada por Brasil de Fato, 25-02-2019.

Déficit da Previdência, rombo nas contas e outras histórias pra boi dormir

por Regina Camargos – 18/02/2019 – Foto: Brasil 247  Vai se intensificar a temporada de notícias para convencê-lo de que é preciso dificultar as aposentadorias, senão a Previdência quebra. É bom estar atento para não se deixar enganar As propostas de reforma da Previdência que têm sido divulgadas, se forem aprovadas, vão dificultar, e muito, o acesso do trabalhador à aposentadoria. Além disso, reduziriam drasticamente os valores dos benefícios atualmente pagos. As justificativas para a reforma se baseiam em alguns argumentos insistentemente veiculados por jornais, rádios e TVs. Algumas vezes falam que as mudanças “visam a combater privilégios”. Em outras, alegam que “o déficit da previdência é gigantesco e se não for eliminado ocasionará o colapso do sistema”.

Reforma da Previdência: por que 4 países da América Latina revisam modelo de capitalização, prometido por Paulo Guedes

Camilla Veras Mota – Da BBC News Brasil em São Paulo – 4/02/2019 2019 Direito de imagem: Getty Images –  Image caption Décadas depois de instituírem o regime de capitalização nas aposentadorias, Chile, Colômbia, México e Peru se depararam com pelo menos um grande problema: benefícios demasiadamente baixos ou cobertura restrita, que exclui parte dos idosos Pelo menos quatro países da América Latina que têm sistemas de aposentadoria com regimes de capitalização – Chile, Colômbia, México e Peru – têm revisado seus modelos nos últimos anos e, em alguns casos, proposto mudanças na legislação previdenciária.

O perdão bilionário que Bolsonaro quer dar ao agronegócio

Hyury Potter – 07 Fevereiro 2019  Pressionado por ruralistas, presidente quer anistiar dívidas de mais de R$ 15 bilhões do setor. Um dos principais argumentos citados por Bolsonaro para aliviar a dívida do campo seria o impacto desse tributo no pequeno produtor rural. No entanto, dados de dezembro de 2018 sobre os endividados que se inscreveram no programa de refinanciamento do Funrural (hoje conhecido pela sigla PRR) mostram que apenas 1% do valor total da dívida é de produtores rurais.  A reportagem é de Hyury Potter, publicada por Deutsche Welle, 07-02-2019.

Brumadinho. “Uma tragédia se efetiva e outra se anuncia”, afirma arcebispo de Belo Horizonte

Dom Walmor Azevedo, 28/01/2019 Foto:  Isac Nobrega “Uma triste coincidência: nesta sexta-feira, dia 25, quando uma barragem se rompe no coração da nossa amada Brumadinho, entrou em pauta, no Conselho da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, autorização para a retomada da mineração na Serra da Piedade. Uma tragédia se efetiva e outra se anuncia”, afirma Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, na nota “Minas está de luto”, publicada no dia 25-01-2019 e reproduzida por CNBB, 26-01-2019.

“Brasil pode retroceder 100 anos. Se acontecer, resta-nos Portugal”

Valentina Marcelino – 29/11/2018 – Foto DN:Daqui É dos mais conhecidos e ativos advogados brasileiros contra os excessos da “justiça-espetáculo” que tem dominado o seu país e que foi central nas últimas eleições presidenciais. António Carlos de Almeida e Castro – a quem até os mais ilustres magistrados do Supremo Tribunal tratam pelo pseudónimo Kakay – defendeu celebridades, senadores, ministros e até um vice-presidente da República. Declara que o combate à corrupção deve ser prioridade de todos os governos e avisa para os perigos da vitória de Jair Bolsonaro e da nomeação do juiz que prendeu Lula da Silva, Sérgio Moro, para ministro da Justiça.

Lula Liberto. Artigo de Jean Tible

Jean Tible – 14 Setembro 2018 Foto: Outras Palavras “Se Haddad vencer, as forças democráticas estão prontas? Os movimentos e coletivos recentes, e as organizações de esquerda, virarão a página do golpe?”, indaga Jean Tible, professor do Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo – USP, em artigo publicado por Outras Palavras, 12-09-2018. Segundo ele, “a crise que já era grande se aprofundando numa situação que é perigosa, pois os atores não cabem mais nas instituições e não se vê nenhuma possibilidade imediata de transformação destas, abrindo espaços para saídas autoritárias”.

‘O antipetismo saiu do controle de quem o gestou’, diz cientista político

   Glauco Faria e Marilu Cabañas – 31/08/2018 /Foto: IHU  Para William Nozaki, o “petismo e o antipetismo” seguem tendo força na eleição, mas o PSDB parece não conseguir catalisar o sentimento contra o PT com a radicalidade do atual processo político. O antipetismo “fora de controle”, o flerte do PSDB     com o fascismo, a politização do judiciário, o mercado financeiro à procura de um candidato para “chamar de seu”, assim como a força do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram temas da análise do economista e sociólogo William Nozaki, em entrevista concedida aos jornalistas Glauco Faria e Marilu Cabañas, na Rádio Brasil Atual, 30-08-2018.

‘Eleger presidente autoritário é risco à democracia’, afirma professor de Harvard

As democracias morrem hoje pelas mãos de presidentes autoritários eleitos pela população, avalia o cientista político de Harvard Steven Levitsky, que vê no Brasil sinais de vulnerabilidade Beatriz Bulla – 23 Julho 2018 Foto: o Parlamento alemão aplaude Hitler / IHU Autor do livro ‘Como as democracias morrem’ vê sinais preocupantes na democracia brasileira nas eleições de 2018. A entrevista é de Beatriz Bulla, publicada por O Estado de S. Paulo, 23-07-2018.