Governo Bolsonaro é sucesso absoluto

ROBERTO MALVEZZI (GOGÓ) – 5 de Junho de 2019 Besta é quem pensa que Bolsonaro é besta. O propósito é reduzir o Brasil para 120 milhões de consumidores para uns, ou até 40 milhões de pessoas para outros. Virá um caos social e político, mas a exclusão de grande parte do nosso povo estará estabelecida. Quando não servir mais aos interesses de sempre, será descartado como Michel Temer.

Pesquisadora do Dieese explica por que só os bancos ganham com a PEC da Previdência

Juca Guimarães – 26/02/2019 – Foto: Daqui   A coordenadora de pesquisas do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Patrícia Pelatieri, analisou todos os pontos da Proposta de Emenda Constitucional nº 6/2019, do governo Jair Bolsonaro(PSL), que altera o sistema previdenciário brasileiro. A entrevista é de Juca Guimarães, publicada por Brasil de Fato, 25-02-2019.

OAB/São Paulo alerta para ‘efeito devastador’ e marca audiência pública sobre Previdência de Bolsonaro

O Estado de S. Paulo – 21 Fevereiro 2019  Foto: Alessandra Jungs de Almeda –  Flickr @kiessingloving A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional São Paulo, entrou para valer na discussão sobre a Reforma da Previdência que o governo Bolsonaro propôs à Câmara. Em nota pública, nesta quarta, 20, a Comissão de Direito Previdenciário da entidade da Advocacia paulista diz que ‘não se opõe’ a alterações legislativas e que a Previdência ‘deve sempre acompanhar a evolução social’, mas defende ‘debate mais qualificado, dentro e fora do Congresso, a fim de que se discuta o modelo a ser proposto’. A informação é publicada por O Estado de S. Paulo, 21-02-2019.

Déficit da Previdência, rombo nas contas e outras histórias pra boi dormir

por Regina Camargos – 18/02/2019 – Foto: Brasil 247  Vai se intensificar a temporada de notícias para convencê-lo de que é preciso dificultar as aposentadorias, senão a Previdência quebra. É bom estar atento para não se deixar enganar As propostas de reforma da Previdência que têm sido divulgadas, se forem aprovadas, vão dificultar, e muito, o acesso do trabalhador à aposentadoria. Além disso, reduziriam drasticamente os valores dos benefícios atualmente pagos. As justificativas para a reforma se baseiam em alguns argumentos insistentemente veiculados por jornais, rádios e TVs. Algumas vezes falam que as mudanças “visam a combater privilégios”. Em outras, alegam que “o déficit da previdência é gigantesco e se não for eliminado ocasionará o colapso do sistema”.

“A Igreja tem de ficar do lado de quem? Ao lado de quem promove a morte ou de quem busca a vida?”, pergunta bispo

Felipe Frazão e José Maria Mayrink – 11 Fevereiro 2019 O grupo de bispos brasileiros que prepara o Sínodo sobre Amazônia, previsto para ocorrer em outubro, em Roma, critica a presença de representantes do governo federal no evento. O cardeal e arcebispo emérito de São Paulo, d. Cláudio Hummes, um dos mais próximos do papa Francisco, foi indicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para levar ao Vaticano o pedido do Planalto para participar do encontro, mas ele sugeriu à equipe do presidente Jair Bolsonaro buscar outro interlocutor. “Sugeri que o governo acionasse a Embaixada do Brasil na Santa Sé como contato, pois se trata de uma questão diplomática”, disse ele ao Estado. A reportagem é de Felipe Frazão e José Maria Mayrink, publicada por O Estado de S. Paulo, 10-02-2019.

Reforma da Previdência: por que 4 países da América Latina revisam modelo de capitalização, prometido por Paulo Guedes

Camilla Veras Mota – Da BBC News Brasil em São Paulo – 4/02/2019 2019 Direito de imagem: Getty Images –  Image caption Décadas depois de instituírem o regime de capitalização nas aposentadorias, Chile, Colômbia, México e Peru se depararam com pelo menos um grande problema: benefícios demasiadamente baixos ou cobertura restrita, que exclui parte dos idosos Pelo menos quatro países da América Latina que têm sistemas de aposentadoria com regimes de capitalização – Chile, Colômbia, México e Peru – têm revisado seus modelos nos últimos anos e, em alguns casos, proposto mudanças na legislação previdenciária.