Mais que um incêndio, um triste símbolo de um país que abandona a si mesmo
Um país que deixa sua memória histórica arder corre o perigo de queimar com ela seu presente e seu futuro JUAN ARIAS – 3 SET 2018 Foto: Pessoas observam como as chamas destroem o Museu Nacional/ RICARDO MORAES – REUTERS O incêndio que destruiu o Museu Nacional do Rio, e com ele 200 anos da história do Brasil, foi mais do que um incêndio. As chamas são o triste símbolo de um país que abandona a espinha dorsal da ciência, a da cultura e da arte para privilegiar uma política mesquinha de pequenos interesses pessoais dos que deveriam ser os guardiões da maior riqueza de um país, que é a memória da sua cultura.
‘O antipetismo saiu do controle de quem o gestou’, diz cientista político
Glauco Faria e Marilu Cabañas – 31/08/2018 /Foto: IHU Para William Nozaki, o “petismo e o antipetismo” seguem tendo força na eleição, mas o PSDB parece não conseguir catalisar o sentimento contra o PT com a radicalidade do atual processo político. O antipetismo “fora de controle”, o flerte do PSDB com o fascismo, a politização do judiciário, o mercado financeiro à procura de um candidato para “chamar de seu”, assim como a força do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foram temas da análise do economista e sociólogo William Nozaki, em entrevista concedida aos jornalistas Glauco Faria e Marilu Cabañas, na Rádio Brasil Atual, 30-08-2018.
A Justiça tenta substituir a vontade do eleitor, diz cientista político
Sergio Lirio — 28/08/2018 Fotos Públicas – Doria, Haddad e Bolsonaro: alvos da Justiça Esta será a disputa mais judicializada da história, prevê Leonardo Avritzer, coordenador do Observatório das Eleições. O ativismo judicial nunca foi tão decisivo em uma eleição como agora, afirma o cientista político Leonardo Avritzer, coordenador do Observatório das Eleições, projeto que reúne acadêmicos da UFMG, Unicamp e UnB.
Oligarquia milionária parece querer um Brasil de analfabetos, diz cientista
Gabriela Fujita – Do UOL, em São Paulo – 26/08/2018 Foto: Vanderlan Bolzani, cientista, no prédio da reitoria da Unesp, em São Paulo / Simon Plestenjak/UOL Olhando para os caminhos já percorridos pela professora Vanderlan Bolzani, 68, é possível compreender que ela levou ao pé da letra a orientação dada por seu pai desde a infância. “Meu pai sempre falou: ‘Meus filhos não são filhos de coronéis, então têm de ser letrados’. Ele era quase semianalfabeto, mas de uma inteligência brilhante. E isso vale para a nossa sociedade de hoje”, afirma.
Estamos diante de uma ameaça ultraliberal?
Bruno Rocha Lima – 27 Agosto 2018 Imagem: Reprodução do twitter de Lillian Campelo “O perigo ganha proporção quando para além das mentiras midiáticas, vociferadas pelos defensores da especulação financeira e do ‘tal do mercado de capitais’, a noção do individualismo como fim último do ser humano é espalhada pelas versões brasileiras dos institutos financiados por grandes empresas”, alerta Bruno Lima Rocha, pós-doutorando em economia política, doutor e mestre em ciência política (pela UFRGS), graduado em jornalismo (UFRJ) e professor de relações internacionais, ciência política e jornalismo.
Amazônia: Novos caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral. Carta do III Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal
REPAM – 24 Agosto 2018 “A Igreja na Amazônia está inserida num contexto eclesiológico mais amplo que é a Igreja no continente americano e caribenho. Por isso, ao concluir esta carta, não poderíamos deixar de destacar que a vivência eclesial em nossa região encontra-se em plena consonância com todo o debate em torno do tema do Sínodo e em profunda comunhão com o magistério do Papa Francisco”, afirma a Carta do III Encontro da Igreja Católica na Amazônia Legal, 23-08-2018.
O Brasil diante de uma eleição dramática. Artigo de Boaventura de Sousa Santos
Boaventura de Sousa Santos – 22 /08/2018 Foto: Urna Eleitoral/Wilson Dias, ABr Esquerda e Lula recuperaram imagem e influência, mas atitude hegemonista do PT bloqueia unidade. Direita assanhou-se. Será possível derrotar o golpe em outubro? O artigo é de Boaventura de Sousa Santos, sociólogo, publicado por Outras Palavras, 20-08-2018.
Brasil marcha trôpego rumo às urnas
José Augusto Filho – 12/8/2018 “Foto”: Alguns presidenciáveis /NELSON ALMEIDA AFP Da esquerda para a direita: Álvaro Dias, Marina, Boulos, Meirelles, Daciolo, Alckmin, Ciro, Bolsonaro. Falta o candidato do PT: Lula ou Haddad Capturadas por uma elite exclusivista entrincheirada no poder há séculos e sem vontade de se autorreformar, as frágeis instituições do Brasil indicam que o país continuará a ser um gigante adormecido. Está aberta a temporada de caça ao voto. Tal como acontece a cada dois anos no Brasil, sua excelência, o eleitor, converte-se no centro das atenções da classe política.
Resistência Democrática, unidos pela Justiça e Paz! Manifesto dos Organismos e Pastorais Sociais da CNBB
Organismos e Pastorais Sociais da CNBB – 15/08/18 Foto: Protesto em Brasília / Isis Medeiros / Jornalistas Livres/ cimi.org.br Organismos e pastorais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresentaram nesta terça-feira (14/08) manifesto público “Resistência democrática, unidos pela justiça e paz” com análise de conjuntura política nacional e 10 propostas para construir programa que seja uma referência e orientação nas eleições gerais e que possa movimentar a espiral de cidadania e do bem comum. O manifesto público foi elaborado coletivamente por Cáritas Brasileira, Comissão Brasileira Justiça e Paz, Comissão Pastoral da Terra, Conferência dos Religiosos do Brasil, Conselho Indigenista Missionário, Conselho Nacional do Laicato do Brasil, Conselho Pastoral dos Pescadores, Fórum de Mudanças Climáticas e Justiça Social, Pastoral Carcerária, Pastoral Operária e Serviço Pastoral do Migrante. O manifesto é publicado por Conselho Indigenista Missionário – CIMI, 14-08-2018.
PT não pode ficar dependente de Lula, diz Olívio Dutra
Fernanda Pugliero – 5 Agosto 2018 – Foto: Ricardo Stuckert e Instituto Lula O ex-ministro e ex-governador petista Olívio Dutra é duro quando fala do partido que ajudou a fundar em 1980. “A esquerda não tem que fazer concessões à corrupção. No PT não deveria ter nenhuma pessoa envolvida nisso, e nós temos um mínimo de pessoas envolvidas nisso. O PT tem que rever isso, se autocriticar, mas seguir adiante”, afirmou em entrevista à Deutsche Welle. A entrevista é de Fernanda Pugliero, publicada por Deutsche Welle, 14-08-2018.