Filipinas: o Brasil de amanhã?

Antonio Martins – 02/11/2018 – Foto: Duterte / Outras Palavras “Durante quase dois anos, a popularidade de Duterte manteve-se nas alturas, em torno dos 80%. Amparado por ela, ele passou a reprimir também o ativismo político – ou a terceirizar a perseguição a este. No início de 2017, o Partido Comunista foi sacado do governo e remetido diretamente a uma lista de organizações terroristas. A presidente da Suprema Corte foi afastada. Quase 95% dos membros do antigo partido liberal bandearam para a base de apoio a Duterte. Há autocensura da imprensa e militarização do governo. Segundo cálculos de um Tribunal dos Povos contra Rodrigo Duterte, realizado no exterior 169 ativistas foram mortos e 509 estão presos ilegalmente”, escreve Antonio Martins, jornalista, em artigo publicado por Outras Palavras, 31-10-2018.

STF defende liberdade de expressão em universidades

Do Jota – 31/10/2018 Foto: Bandeira pendurada em prédio da faculdade de Direito da UFF foi uma das causas da discussão. Crédito: Reprodução O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) transformou a sessão desta quarta-feira (31/10) em um grande ato em defesa da autonomia universitária e, em especial, das liberdades de expressão, de cátedra e de reunião. Os ministros ainda se posicionaram fortemente contra excessos de agentes do Estado.

Dodge vai ao STF contra proibição a manifestações políticas em universidades. Presidente do TSE também diz que Corte está tomando providências para coibir abusos

André de Souza – 26/10/2018 A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, durante discurso no plenário do STF / Foto: Ailton de Freitas/Agência O Globo/04-10-2018 A procuradora-geral da República e procuradora-geral eleitoral, Raquel Dodge , anunciou nesta sexta-feira que apresentará uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para restabelecer as liberdades de expressão, reunião e cátedra.

O ‘papo reto’ de Mano Brown ao PT

Miguel Martins –  25/10/2018  Foto: Head Topics Descrente sobre uma possível virada, ele aponta os erros de um partido que leva os trabalhadores no nome, mas cada vez menos nas costas. A reportagem é de Miguel Martins, publicada por CartaCapital, 24-10-2018.

O ódio saiu do armário. Entrevista especial com Adriano Pilatti

Por: Ricardo Machado | 24/10/2018 –  Foto: Bahia na Política “O que temos vivido há anos é um processo de normalização do ódio político”, aponta, sem mais delongas, Adriano Pilatti em entrevista por e-mail à IHU On-Line. “O que está em erupção hoje é fruto de anos de disseminação de discursos de ódio: contra os pobres, contra as mulheres, contra os negros, os LGBTs, os ‘vagabundos’, os ‘corruptos’, os ‘comunistas’, os ‘petralhas’, a religiosidade afro-brasileira e os próprios direitos humanos em abstrato. É fruto de ressentimentos de classe e da ignorância de uma elite iletrada, tosca”, complementa.

Nordeste, o último campo de batalha das eleições brasileiras

MarinaRossi .  17/10/2018 Foto: Bolsonaro e Haddad vestem o chapéu de Photog. Bastião do petismo, Haddad conseguiu vencer Bolsonaro em todos os Estados da região. Para conquistar Nordeste, Bolsonaro faz acenos ao Bolsa Família, mas tem que superar rejeição de 50%

Manifesto internacional contra o fascismo no Brasil

 – 19/10/2018 “A decisão que o povo brasileiro tomará no segundo turno das eleições presidenciais constituirá uma escolha de transcendental importância entre a liberdade e o pluralismo e o obscurantismo autoritário, com impactos duradouros não só para o Brasil mas para toda a América Latina e Caribe e o mundo. Conclamamos as brasileiras e brasileiros a refletirem sobre a gravidade deste momento histórico. Entre a democracia e o fascismo não pode haver neutralidade!

A escravidão. Uma reflexão histórica por ocasião da eleição presidencial no Brasil em 28 de outubro de 2018.

Eduardo Hoornaert – 20/10/2018 Em seu livro ‘A elite do atraso, da escravidão à Lava Jato’ (Leya, Rio de Janeiro, 2017), o sociólogo e historiador Jessé Sousa faz uma impiedosa anatomia da história do Brasil, como comprova o subtítulo do trabalho: ‘um livro que analisa o pacto dos donos do poder para perpetuar uma sociedade cruel, forjada na escravidão’. Para muitos, imagino, as palavras de Jessé Sousa soam ofensivas e até brutais. Mas, será que elas são falsas e devem ser rejeitadas sem mais nem menos? Eis o que pretendo considerar com você no texto que se segue.