CARTA ABERTA ÀS COMUNIDADES DA PARÓQUIA SÃO DANIEL COMBONI SOBRE O ATUAL MOMENTO POLÍTICO

Cláudio Bombieri, 12/10/2018  O que está em jogo nessa eleição presidencial são dois projetos distintos e antagônicos de nação, e não simplesmente uma disputa de dois políticos. Cabe a cada pessoa séria conhecer, indagar, e analisar de forma crítica as propostas que estão em disputa. Não podemos nos deixar conduzir pelas inúmeras e falsas informações (Fake news) que vêm sendo espalhadas irresponsavelmente pelas redes sociais, a não ser que reproduzam fielmente as declarações dos ‘próprios candidatos’!

A hora do Brasil

El País – 09 Outubro 2018 Foto: Fernando Haddad comemora sua ida ao segundo turno das eleições presidenciais  /Andre Penner – AP “No segundo turno, não se trata de escolher entre opções políticas e sim entre democracia ou não”, afirma editorial do jornal El País,  O próprio candidato, fala abertamente em dar um papel preponderante ao Exército e carta branca à polícia para matar. Não é possível continuar dando pouca importância a declarações inaceitáveis marcando-as como uma estratégia para ganhar eleições. Nem tudo vale”.

‘A maior democracia da América Latina está em perigo’, diz jornal britânico

  Rede Brasil Atual – RBA, 04-10-2018.  Na Foto: “A visão do Guardian sobre as eleições no Brasil: democracia em perigo” é o título do editorial (Foto: Reprodução) Editorial do “The Guardian” destaca eleição brasileira, violência do país e diz que comparar Bolsonaro a Trump chega a ser “gentil”. A informação é publicada por Rede Brasil Atual – RBA, 04-10-2018.

Fé cristã e eleições 2018: em quem Jesus não votaria?

  Gilvander Moreira – 03 Outubro 2018 Foto: Jesus Cristo –  IHU / Pixabay “Enfim, Jesus de Nazaré não votaria em candidatos que usam em vão o nome do Deus da Vida e nem em candidatos que representam os interesses do capital”, escreve Gilvander Luís Moreira, Frei e padre da Ordem dos carmelitas.

Olhando para além das eleições

Luiz Alberto Gomez de Souza –  01.09.2018 Foto: Ana Volpe/ Ag. Senado “Isso coloca imediatamente o problema da governabilidade de Fernando Haddad. Que parlamento terá diante dele? Governo legítimo, contará com um legislativo favorável a reformas inadiáveis e a retomar uma política nacional de defesa de nossos interesses? A fragilidade do segundo governo de Dilma Rousseff e seu final, colocam dúvidas preocupantes”, escreve Luiz Alberto Gomez de Souza, sociólogo.

Brasil, uma semana para pensar a democracia

Manuel Carvalho – 2/10/2018 || Foto: HuffPost Brasil A ferida aberta no consenso democrático com essa manobra jamais curou e permanece aberta com o drama da escolha entre Bolsonaro e Haddad. Um e outro representam o extremo da fractura social e política do Brasil. Ganhe quem ganhar, nenhum terá a protecção do consenso nem do compromisso: terá de sobreviver ao ódio e ao ressentimento

Democracia ou nazifascimo

  Leonardo Boff, – 29/09/2018 . Imagem:IHU “Não temos alternativa senão unir-nos, para além dos interesses partidários, para salvar a democracia e não permitir que o Brasil seja no mundo inteiro considerado um pais politicamente pária”, escreve Leonardo Boff, escritor, teólogo e filósofo.

Eleições no Brasil: a necessidade de encarar as complexidades do pleito e os ataques à democracia.

Entrevista especial com Clemente Ganz Lúcio   Por: Patricia Fachin | Edição: Ricardo Machado | 27 Setembro 2018 – Foto: Combate Racismo Ambiental O pleito de 2018 tem se desenrolado de uma maneira muito própria em relação aos anteriores. A avaliação é de Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos –Dieese. “Isso tudo coloca em debate alternativas que são profundamente diferentes, sendo que algumas delas estão voltadas para uma restrição ao processo democrático, às liberdades individuais, aos direitos; isso é grave. Mas faz parte do processo democrático enfrentar esse debate”, pondera, na entrevista a seguir, concedida por telefone à IHU On-Line.

Bolsonaro não controla mais o bolsonarismo

Willliam Nozaki – 25/09/2018 – Foto: IHU  “O fenômeno virou metástase no interior do tecido social e não obedece ao comando do candidato”, escreve William Nozaki, professor de ciência política e economia da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESP-SP), em artigo publicado por CartaCapital, 24-09-2018.