Boulos: a Desconstituinte de 2016
Guilherme Boulos – 18/10/2016 “O “Novo Regime Fiscal”, apelido da PEC, é na verdade um novo apartheid social. O abismo da concentração de renda vai se ampliar. Os trabalhadores que ousaram melhorar de vida e exigir o acesso a serviços públicos serão atirados de volta à senzala”, diz Guilherme Boulos, integrante da coordenação nacional do MTST, em artigo publicado por Outras Palavras, 13-10-2016.
A desordem mundial: o espectro da total dominação
Leonardo Boff – 15/10/2016 “Quem ainda nutre admiração pela democracia norte-americana e procura se alinhar aos desígnios imperiais (como fazem neoliberais brasileiros), encontrará aqui vasto material para reflexão crítica e dados para uma leitura do mundo mais diferenciada”, escreve Leonardo Boff, filósofo, teólogo e escritor.
“PEC 241 é condenação de morte para milhares de brasileiros”
Entrevista: José Gomes Temporão – Em vez de sacrificar a saúde e a educação no ajuste fiscal, o ex-ministro propõe o enfrentamento à injusta estrutura tributária do País Rodrigo Martins – 10/10/2016 “é prevista uma perda acumulada de centenas de bilhões de reais ao longo dos 20 anos de vigência. “Essa decisão do Congresso é uma condenação de morte para milhares de brasileiros que terão a saúde impactada por essa medida irresponsável”, diz Temporão, em entrevista a Carta Capital. “Estamos falando de fechamento de leitos hospitalares, de encerramento de serviços de saúde, de demissões de profissionais, de redução do acesso, de aumento da demora no atendimento.”
Cadê os Omeletes?
Frei Betto – 24 de Setembro de 2016 “O remédio adotado por Dilma na virada do seu primeiro para o segundo mandato foi amargo, e agravou a situação econômica brasileira ao transformá-la em recessão. O baixo crescimento da economia se converteu em profunda depressão, a maior desde a década de 1930. Agora, o governo Temer aprofunda as medidas restritivas iniciadas por Dilma em seu segundo mandato. E o que é grave, sem uma estratégia de longo prazo para o Brasil, dependente apenas de meras táticas fisiológicas para acomodar aliados na máquina estatal e recolher dividendos eleitorais.”
Escola, autoritarismo e emancipação
Joana Salém Vasconcelos – 18/09/2016 Ora, o que significa “neutralidade” para os partidários da Escola Sem Partido? Para eles, “neutralidade” é sinônimo do enquadramento do professor aos pensamentos e crenças dos pais dos alunos. Mas como isso seria possível? O que ocorreria, por exemplo, em uma sala de aula com alunos de famílias evangélicas, umbandistas, espíritas, judias, islâmicas, candomblecistas e ateias?