Entrevista “Nunca haverá um tempo sem Deus ou religião”
“Há mais de cem anos que andámos a dizer que Deus está morto. Talvez devêssemos deixar de dizer isso.” Pedro Rios – 9/02/2019. Foto: Daqui Académico que faz best sellers sobre religião, nómada espiritual, crítico de Trump, Reza Aslan é uma das vozes mais ouvidas nos EUA quando se fala de fé e religião. Em Deus – Uma Biografia defende que há milénios que os homens projectam Deus à sua imagem e semelhança – e vão continuar a fazê-lo. “Há mais de cem anos que andámos a dizer que Deus está morto. Talvez devêssemos deixar de dizer isso.” Livros como O Zelota — A Vida e o Tempo de Jesus de Nazaré (ed. Quetzal, 2014) e No God but God: The Origins, Evolution, and Future of Islam (Random House, 2005) figuraram nas listas de melhores livros dos respectivos anos e nos escaparates dos best sellers.
Assim é a ultradireita que governa na Europa
Beatriz Ríos – 31 Agosto 2018 Foto: Holanda, França e Alemanha – fortalecimento da extrema direita. Mas também Itália, Hungria, Áustria e Polónia / Istoé As eleições europeias de 2014 estiveram marcadas pela ascensão dos partidos de extrema-direita. Os LePen, Farage e Salvini fizeram do Parlamento Europeu o alto-falante de seu discurso xenófobo, eurocético e populista. Cinco anos depois e apenas nove meses antes das próximas eleições comunitárias, quase uma dezena de governos na Europa já contam com forças ultras ou lideram a oposição. E a tendência é subir. Repassamos algumas das políticas que realizaram nos últimos anos. A reportagem é de Beatriz Ríos, publicada por Cuarto Poder, 27-08-2018. A tradução é do Cepat.
Dinamarca proibiu véu islâmico. Elas vão desafiar a proibição
“Não vou tirar o meu niqab. Se tiver de o fazer, que seja porque é uma escolha minha” Susana Salvador – 01 Agosto 2018 Foto: Anna-Bella, de 26 anos, que trabalha em assistência domiciliar, e Amina, estudante de 24, passeiam em Stroget, a principal rua pedonal de Copenhaga. Ambas fazem parte do grupo Kvinder I Dialog, que hoje vai protestar contra a proibição do uso de burqa e niqab na Dinamarca. /REUTERS/Andrew Kelly Alterações na Dinamarca não se ficam pelo que as mulheres muçulmanas podem vestir ou usar. Crianças dos “guetos” vão ser obrigadas a ter aulas sobre tradições dinamarquesas, incluindo o Natal, sob ameaça de os pais perderem benefícios sociais.