Quando Sartre meditou sobre o Natal

J P Sartre Foto: Jean-Paul Sartre | D.R. Trad.: Rui Jorge Martins – Publicado em 23.12.2016 Estamos em 1940, na Alemanha, num campo de prisioneiros franceses. Alguns padres pedem a Jean-Paul Sartre, recluso há alguns meses com eles, que redija uma pequena meditação para a véspera de Natal. Sartre, ateu, aceita. E oferece aos seus camaradas “Barioná ou o filho do trovão”, procurando unir crentes e não crentes.