Esse não é mais um acidente. É um crime! Nota da Articulação do Semiárido
Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) – 29 Janeiro 2019 Equipe de resgate em Brumadinho –Foto: Ricardo Stukert/ FP Defendemos a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para que, de forma isenta e comprometida, possa investigar a cadeia da mineração e propor medidas legais de prevenção a este tipo de crime e punição aos responsáveis, incluindo os diretores das grandes corporações envolvidas e os governos que buscam de toda forma “afrouxar” a já combalida legislação ambiental, afirma nota pública da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA).
Bispos franceses não podem ficar alheios à crise dos ”Coletes Amarelos”
Arnaud Bevilacqua – 22/01/2019 Foto: noticiasaominuto.com Tanto as lideranças políticas quanto eclesiais são chamadas a ouvir aqueles que estão em contato com os que não têm voz. Um mês depois de os bispos franceses pedirem diálogo e debate para acabar com a crise dos Coletes Amarelos, o padre Grégoire Catta SJ, diretor do Serviço Família e Sociedade da Conferência dos Bispos da França, faz um retrospecto da mobilização da Igreja local sobre a questão. A reportagem é de Arnaud Bevilacqua, publicada em La Croix Internacional, 21-01-2019. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Secretário de Assuntos Fundiários diz que não dorme sem arma e quer fechar escolas do MST: “Fabriquinha de ditadores”
Congresso em Foco, Em 16 jan, 2019 Foto: Nabhan / Tânia Rego – ABr O secretário especial de Assuntos Fundiários, Luiz Antônio Nabhan Garcia, afirmou que vai trabalhar para fechar as escolas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), chamadas por ele de “fabriquinhas de ditadores”, que não vai dialogar com o MST, que classificou como “organização criminosa”, e defendeu o direito de o fazendeiro reagir a bala quando tem sua propriedade invadida.
As garotas radiativas
No livro ‘The Radium Girls’, Kate Moore reconstrói a tragédia das mulheres que morreram por trabalhar com o elemento rádio na fabricação de relógios fluorescentes LUCÍA LIJTMAER , 9 JAN 2019 Foto: Uma trabalhadora emprega pintura luminosa em uma fábrica de relógios em 1932. GETTY Quando Catherine Wolfe Donohue chegou ao galpão da Radium Dial Company, em Illinois, nos Estados Unidos, ao final da Primeira Guerra Mundial, não podia estar mais feliz. Para uma operária jovem, de apenas 18 anos, não havia melhor trabalho que pintar esferas nos relógios lá fabricados. Tratava-se de um trabalho muito meticuloso, que exigia precisão e mão firme, mas pagava bem, num cálculo por esfera pintada. E o melhor: ela poderia trabalhar com o rádio, o novo elemento da moda.