Temos de dar um fim ao sistema clerical
Andrea Lebra – 23 de Novembro de 2020 – Tradução: Orlando Almeida Foto: Concelebração na Praça de S. Pedro, em Roma / DAQUI Sólida argumentação com a qual o filósofo e teólogo francês Loïc de Kerimel aborda a raiz doentia do clericalismo eclesiástico no seu ensaio En finir avec le cléricalisme (Seuil, 2020).
O Brasil na imprensa alemã (25/11)
Morte violenta de João Alberto Freitas abalou o país DW- 25/11/20 – Foto: Flores na sepultura de João Alberto Freitas / DAQUI . A morte de João Alberto Freitas em Porto Alegre dominou o noticiário da Alemanha sobre o Brasil, com especial ênfase na necessidade de discutir o racismo no país e seu negacionismo – histórico e atual.
Cardeal Marx abre a porta para abolir o celibato sacerdotal obrigatório: “Por que não?”
Cameron Doody, 24 Novembro 2020 – Foto: DAQUI O cardeal Reinhard Marx abriu a porta para a abolição do celibato sacerdotal obrigatório perguntando: “Por que não?”. A reportagem é de Cameron Doody, publicada por Novena News, 23-11-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.
Após risco de tornar o Brasil ‘criminoso do clima’, Bolsonaro acena com compromissos ambientais
BRASIL – GOVERNO BOLSONARO MARCELO CABRAL – São Paulo – 22 NOV 2020 Foto: Jair Bolsonaro participa da reunião da Cúpula de Líderes do G20, em formato de teleconferência, no palácio do Planalto /MARCOS CORRÊA / PR
Como a educação brasileira reforça o racismo e apaga os heróis negros da história do Brasil
O assassinato de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de 40 anos, na véspera da comemoração do Dia da Consciência Negra no Brasil, gerou fortes protestos em diferentes cidades do país. Daniele Madureira – De São Paulo para a BBC News Brasil – 21/11/20 © EPA Manifestantes protestaram contra o homicídio de soldador negro em loja do Carrefour Morte no Carrefour reacendeu a questão do preconceito racial no país. Mesmo após leis que determinam o ensino da cultura afro-brasileira, currículos ainda refletem estereótipos e perpetuam a desigualdade.
Irá mudar a nomeação dos bispos?
Antonio Dall´Osto – 20 Novembro 2020 – Foto: Vatican Media Há um provérbio que diz: não há regra sem exceções, mas pode chegar o tempo em que a exceção pode (deveria) tornar-se regra. Não é um simples jogo de palavras, mas responde ao que o bispo de Basel Felix Gmür, presidente da Conferência Episcopal da Suíça, auspiciou, em um artigo de 13 de novembro de 2020, na revista Forum, da Igreja Católica de Zurique, referindo-se às formas como os bispos das várias dioceses são nomeados ainda hoje. A reportagem é de Antonio Dall’Osto, publicada por Settimana News, 18-11-2020. A tradução de Luisa Rabolini.
LEIA A CARTA QUE ALERTOU EDIR MACEDO SOBRE REVOLTA QUE PODE RACHAR A UNIVERSAL
Gilberto Nascimento – 19 de Novembro de 2020 Ilustração: Amanda Jungles/The Intercept Brasil; Divulgação IURD Angolano avisou líder da igreja sobre crise na África e a ‘bola de neve’que poderá arruinar domínio de Macedo sobre templos no Brasil e o mundo.
A intuição cosmoteândrica: a religião do futuro
Anselmo Borges – 21 Novembro 2020 Foto de Raimon: Daqui Raimon Panikkar era uma das maiores autoridades mundiais nas questões do diálogo multicultural e inter-religioso. As suas raízes genéticas, religiosas, académicas, geográficas, deram um contributo decisivo para ser ponte entre mundos: o pai era hindu e a mãe catalã católica; era doutorado em Filosofia, Química e Teologia; viveu uma parte da sua vida na Europa, outra na Ásia, uma terceira na América.
Plano de Mourão para Amazônia prevê revisão de áreas protegidas no bioma
Cristiane Prizibisczki – 18 Novembro 2020 Ministro Ricardo Salles, o de “DEIXAR PASSAR A BOIADA” da flexibilização das leis e normas do Meio Ambiente e Vice-Presidente Mourão Foto: Bruno Batista/VPR O Plano Estratégico do vice-presidente Hamilton Mourão para a Amazônia, que ganhou destaque esta semana por seus pontos polêmicos, não prevê a criação de nenhuma unidade de conservação no bioma nos próximos dez anos. Pelo contrário, uma das metas do plano é “avaliar” e “revisar” áreas protegidas, Terras Indígenas e Quilombolas já existentes. Propostas contidas no documento são perigosas, diz especialista. A reportagem é de Cristiane Prizibisczki, publicada por ((o))eco, 15-11-2020.
Sobre a “corrida” para a santidade. Uma reflexão
Thomas Reese – 19 de novembro de 2020 – Foto: João Paulo II / DAQUI O recente relatório detalhando a resposta do Vaticano ao escândalo em torno do ex-cardeal Theodore McCarrick mostra por que é um erro canonizar rapidamente papas (ou qualquer outra pessoa) após sua morte. De acordo com o relatório do Vaticano publicado na semana passada, o Papa João Paulo II recebeu alertas sobre McCarrick de autoridades do Vaticano e do cardeal de Nova York John O’Connor em 1999. Dois anos depois, McCarrick foi empossado como arcebispo de Washington, D.C. João Paulo II foi beatificado em 2011, seis anos após sua morte. Três anos depois (2014) foi declarado santo.