Egito – com ou sem Corão?

Berna (Suiça) – Amigos meus de esquerda lamentam a queda de Mohamed Morsi no Egito. Será que é mesmo para se lamentar ? O que aconteceu no Egito lembra o ocorrido em 11 de janeiro de 1992, quando o presidente argelino Chadli Bendjedid, da FLN, Frente de Libertação Nacional, decidiu suspender o segundo turno das eleições legislativas, que dariam vitória ao partido FIS, Frente Islamita de Salvação.

A Reforma política que as ruas estão pedindo

Os protestos populares do mês de junho são reflexo do esgotamento da paciência, uma virtude cristã muito recomendada. Representam a gota d´agua que faltava para o copo transbordar. Graças à imprensa livre, a troca intensa de informações, ideias e sentimentos, foi possível a explosão de manifestações que sintetizam a insatisfação de grande parte da sociedade, contra a falta de seriedade, corrupção e desmandos daqueles que receberam a incumbência de reger a construção do bem comum.

25 verdades sobre o caso Evo Morales/Edward Snowden

O presidente boliviano Evo Morales em entrevista coletiva no aeroporto de Viena, na Áustria. – Caso mostra que União Europeia é um engodo político e diplomático, sempre subserviente às exigências de Washington.

A sugestão do retorno do papa para Latrão

Entrevista com o historiador Alberto Melloni, que reconstrói os eventos do passado e lembra que João XXIII também estava pronto para se mudar para São João de Latrão.

Um olhar jesuíta sobre o papa jesuíta

A Universidade Gregoriana propôs, na última sexta-feira, uma análise da filiação jesuíta do Papa Francisco. Eleito papa, o cardeal Bergoglio testemunha o seu próprio carisma aos filhos de Santo Inácio.

Roma e a Teologia da Libertação: fim da guerra

“O movimento eclesial teológico da América Latina, conhecido como “teologia da libertação”, que depois do Vaticano II encontrou eco em todo o mundo, deve ser considerado, na minha opinião, entre as correntes mais significativas da teologia católica do século XX”.

Manifestações e a torre de marfim

As recentes manifestações de rua no Brasil surpreenderam os governos – municipais, estaduais e federal. Autoridades, perplexas, se interrogam: como é possível? Quem está por trás? Quem monitora? E reagem com a única e malfadada lição aprendida em 21 de ditadura: repressão policial.