O que é o ‘lado escuro da Lua’ e por que a China quis chegar lá
BBC – 03/01/2019 Direito de imagem EPA/CNSA Image caption: A China já compartilhou as primeiras imagens da superfície o lado desconhecido da Lua A China anunciou que chegou ao “lado escuro da Lua”. Uma sonda chinesa pousou com sucesso às 10h26 do horário de Pequim, ou pouco depois de meia-noite de Brasília, segundo informou a mídia estatal chinesa. A sonda não tripulada Chang’e-4, uma espécie de “rover”, pousou na Bacia do Polo Sul-Aitken, como é conhecida uma enorme cratera que fica no lado oculto da Lua. A sonda carrega instrumentos consigo para analisar a geologia de uma região nunca explorada antes e conduzir experimentos biológicos.
O Amor
E alguém disse: Fala-nos do Amor. Gibran Khalil O amor só dá de si mesmo, e só recebe de si mesmo. O amor não possui nem quer ser possuído. Porque o amor basta ao amor.
“O problema principal do mundo hoje é a imigração”.
Fábio Prikladnicki – 15-12-2018. Foto: Exame.abril.com O historiador das ideias norte-americano Mark Lilla despertou grande controvérsia em seu país com o artigo The End of Identity Liberalism (“O fim do progressismo identitário”, em livre tradução), publicado no jornal The New York Times em 2016, quando criticou o foco da esquerda americana na política de identidade. Lilla argumentou que a melhor forma de o Partido Democrata defender as minorias é ganhar as eleições, e para isso o discurso fragmentado para diferentes públicos deveria dar lugar a uma narrativa unificada que valorizasse um espírito mais amplo de cidadania e solidariedade.
O Natal de Jesus e a dignidade humana
Anselmo Borges – 22/12/2018 Foto: DN Ernst Bloch, um dos maiores filósofos do século XX, ao mesmo tempo ateu (não acreditava no Deus pessoal) e religioso (estava religado à divina Natureza), quando era professor na Universidade de Leipzig, na antiga República Democrática Alemã, na última aula antes das férias de Natal desejava a todos os estudantes boas-festas, falando-lhes do significado do Natal e terminava, dizendo: “É sempre Advento”, querendo desse modo apelar para a esperança: o mundo e a humanidade continuam grávidos de ânsias e de possibilidades, e a esperança está viva e há razões objectivas para esperar. Apesar do Natal, ainda é Advento, porque a plenitude ainda não chegou.
Quando Sartre meditou sobre o Natal
J P Sartre Foto: Jean-Paul Sartre | D.R. Trad.: Rui Jorge Martins – Publicado em 23.12.2016 Estamos em 1940, na Alemanha, num campo de prisioneiros franceses. Alguns padres pedem a Jean-Paul Sartre, recluso há alguns meses com eles, que redija uma pequena meditação para a véspera de Natal. Sartre, ateu, aceita. E oferece aos seus camaradas “Barioná ou o filho do trovão”, procurando unir crentes e não crentes.
Almoços grátis?
O «amigo chinês» ajuda, mas também cobra JOSÉ VIEIRA, Missionário comboniano – Dezembro de 2018 Foto: Daqui – Chineses em cima, africanos em baixo. A presença maciça de chineses no continente está a mudar o modo como a ajuda de Pequim é percebida pelo cidadão comum. Os chineses são vistos como competidores privilegiados na economia local, desde a produção até ao retalho, legal e ilegalmente, e misturam-se com as máfias autóctones. Junta-se ainda a questão do racismo de que se queixam os quenianos que trabalham para os chineses na ligação ferroviária entre Nairobi e Mombaça.
Famintos e já com pouco a perder
FERNANDO SOUSA – Dezembro 2018 Foto: Caravana de migrantes Lusa/Lusi Villalobos São milhares e vão a caminho dos Estados Unidos, empurrados pela miséria. Sabem que não vão ser bem recebidos. Mas mesmo assim caminham, e caminham, homens, mulheres e crianças, já com pouco a perder.
Pedro Casaldáliga do Araguaia
90 anos de vida dedicados à resistência contra o capital, e à defesa dos pobres Mari Júlia Gomes Andrade “Pedro é luta. Pedro é inspiração. Pedro é exemplo. E a doença e a velhice de Pedro não devem ser entendidas apenas como um sofrimento” / Foto: Reprodução “Para descansar eu quero só esta cruz de pau como chuva e sol estes sete palmos e a Ressurreição!” (Poema “Cemitério do Sertão”, de Dom Pedro Casaldáliga)
Migrações são o grande desafio do planeta, além das mudanças do clima
Amelia Gonzales – 20 Dezembro 2018 Foto: Pixabay O pacto entre os países assinado pelas Nações Unidas não é vinculante, ou seja, não há obrigatoriedade de cumpri-lo. Foi estudado com o objetivo de ordenar as migrações pelo mundo, já que são, hoje, 258 milhões de pessoas que estão fora de seus territórios em busca de outro, escreve Amélia Gonzales, jornalista e ambientalista, em artigo publicado por G1, 19-12-2018.
A revolta dos esquecidos
“trata-se de reconhecer que o fim de um mundo não é o fim do mundo. Mas o sinal do surgimento de um novo mundo!“ Michel Maffesoli, Hélène Strohl, 20/12/2018 Foto: Sebastien Huette – Flickr “Estamos em uma crise, não primeiramente econômica ou social, mas numa verdadeira mudança de paradigma: a política é a gestão, a regulação da convivência, do viver juntos. É a ritualização da violência, a rivalidade homeopática, a regulação de várias paixões e emoções coletivas muitas vezes contraditórias. Essa política foi constituída na modernidade (século XVIII-XX) em democracia representativa“. O artigo é de Michel Maffesoli, professor emérito da Sorbonne, e Hélène Strohl, Inspetora Geral Honorária de Assuntos Sociais, publicado por Correio do Povo, 15-12-2018.