Está diante da humanidade a chance de refletir sobre o que faz com si mesma

  Se o tempo servir para reflexão de todos, será possível viver num planeta decente Juca Kfouri – 23.mar.2020 – Foto: Daqui No mundo de ontem, soube-se, ao final de 2019, que havia uma epidemia do novo coronavírus na China. Em plena era da globalização, nenhum, repita-se, nenhum governante tinha o direito de ignorar os riscos que cada país passava a correr.

CORONAVÍRUS COVID-19: SAÚDE, CIÊNCIA, RELIGIÃO, UM RETIRO

Anselmo Borges, 22/03/20 – Foto:  Ao contrário do que normalmente se pensa, não controlamos totalmente a nossa vida.  Uma pequena prova disso está neste texto: eu tinha prometido continuar a crónica da semana passada, mas solicitaram-me um texto urgente sobre o coronavírus covid-19, adiando o prometido para mais tarde. E é o que vou tentar, com alguns apontamentos.

A oração pode nos salvar do COVID-19?

Há uma diferença entre fideísmo e encontrar força através da fé Stan Chu Ilo – 21 de março de 2020 Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, declarou o dia 15 de março como um dia nacional de oração para buscar ajuda e força divinas diante do coronavírus, a iniciativa não recebeu muita atenção nacional. Isso levanta uma questão interessante sobre o lugar da oração e da fé durante épocas de epidemias nacionais e globais como as que estamos enfrentando atualmente.

O perfeito desastre para o capitalismo do desastre

  Leonardo Boff – 20/03/2020 – Imagem: Daqui “Aqui se mostra a plena consciência de que uma economia só de mercado, que tudo mercantiliza, e sua expressão política o neoliberalismo são maléficas para a sociedade e para o futuro da vida”, escreve Leonardo Boff, teólogo, filósofo e escritor.

O coronavírus e os filósofos

  Bruno Cava Rodrigues, comenta as intervenções filosóficas de Giorgio Agamben e Slavoj Zizek sobre a pandemia de coronavírus. O texto é publicado no seu Facebook, 10-03-2020. – Foto: Unsplash

O cristianismo de São Paulo entra numa fase de declínio?

  Eduardo Hoornaert, 19/03/2020 O presente texto apresenta algumas reflexões que me vieram ao tomar conhecimento de um livro da autoria de George Luttikhuizen, professor emérito da Universidade de Groningen, na Holanda. Existe uma tradução em espanhol sob o título ‘La pluriformidad del cristianismo primitivo’ (Cordoba, Ediciones El Almendro, 2007).