Militares de Pinochet, os torturadores chilenos convidam Bolsonaro para visitá-los na prisão

Wagner Fernandes de Azevedo | 22/03/2019 –  Foto: Chile, ditadura militar /wikicommons A ditadura chilena de Augusto Pinochet foi a mais expressiva aliança do liberalismo com o autoritarismo no continente latino-americano. Calcula-se, em relatório divulgado em 2011, que desde o golpe militar em 1973 até 1991 foram mais de 40 mil mortos, desaparecidos ou torturados pelo governo.

Deus acima de (quase) todos

Carlos Rittl – 19 Fevereiro 2019 Foto: Imagem de satélite do desmatamento no norte da Terra Indígena Parakanã, no Pará -/ El Pais Brasil “As Forças Armadas conhecem o valor estratégico da Amazônia. Deveriam unir-se ao papa e a toda a sociedade na busca de soluções para seu desenvolvimento sustentável em vez de ressuscitar antigas paranoias”, escreve Carlos Rittl, ambientalista e integrante do comitê de coordenação do Observatório do Clima, em artigo publicado por El País, 15-02-2019.

“No Rio de Janeiro a milícia não é um poder paralelo. É o Estado”.

Entrevista com José Cláudio Souza Alves Mariana Simões – 29/01/23019 – Imagem:  JUNIÃO / Controversia Em entrevista, sociólogo José Cláudio Souza Alves, que estuda as milícias há 26 anos, explica as relações entre legisladores e milicianos e diz que a família Bolsonaro é herdeira política de deputados ligados a grupos de extermínio nos anos 90. Na semana passada, a operação “Os Intocáveis” prendeu integrantes da milícia que opera em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

“PODEMOS VIVER UM ULTRANEOLIBERALISMO, SOB UMA DITADURA E COM RESPALDO ELEITORAL”, ALERTA RICARDO ANTUNES 

A educação pública é a menina dos olhos do capital corporativo global, diz Ricardo Antunes InformANDES, 09/10/2018 – Foto: Antonio Perri –  ADUPA  Em entrevista ao ANDES-SN, o sociólogo e professor da Unicamp, Ricardo Antunes, fala de algumas das questões abordadas em sua última obra “O privilégio da servidão”, que traz um retrato detalhado da classe trabalhadora hoje, com suas principais tendências e as mudanças na configuração trabalhistas. Entre várias reflexões sobre os ataques aos trabalhadores, Antunes faz um alerta. “Estamos na iminência de termos um ultra neoliberalismo, com fascismo, comandado por uma figura farsesca que usa farda. Talvez a gente viva agora o pior momento das universidades públicas se essa tragédia se consubstanciar. Espero que isso não venha a ocorrer, se não entraremos em uma fase mais difícil que na ditadura militar, mais difícil que o neoliberalismo dos anos 90 pra cá. Porque agora seria uma combinação nefasta de ultra neoliberalismo com uma ditadura militar sem limites e com respaldo eleitoral”.

Militarismo com neoliberalismo, tragédia para a economia

  Pedro Rossi – 26 Outubro 2018 “Não há, no horizonte de um eventual governo Bolsonaro, nada que aponte para uma recuperação consistente do emprego e da atividade econômica”, sinaliza Pedro Rossi, professor do Instituto de Economia da Unicamp, em artigo publicado por CartaCapital, 24-10-2018.

Bolsonaro é uma ameaça ao planeta

 Eliane Brum – 18 Outubro 2018 Foto: Márcio Ferreira – Agência Pará O candidato de extrema direita já anunciou medidas que vão abrir a Amazônia ao desmatamento. A reportagem é de Eliane Brum, publicada por El País, 17-10-2018.

Eleições 2018. “A nova direita é mais ideológica que a fisiológica dos Jucás e Eunícios”.

Entrevista especial com Idelber Avelar Por: Patricia Facchin | 15 Outubro 2018 Foto: Leandro Neumann – Flikr Apesar de o PT ter eleito a maior bancada na Câmara dos Deputados, “isso não significa muito quando são 30 partidos representados e a maior bancada é pouco mais de 10% do total”, diz Idelber Avelar à IHU On-Line ao analisar o resultado das eleiçõesdeste ano. Na avaliação dele, o partido sofreu “todas as grandes derrotas simbólicas” que poderia ter sofrido, a exemplo da não eleição da ex-presidente Dilma, de Suplicy, de Fernando Pimentel e de Lindberg Farias.

Qual é seu uniforme?

  Pe. Alfredo J. Gonçalves, cs – Roma 13 de junho de 2018 Foto: mulheresemrotulo  Em nome da razão e de uma pretensa liberdade sem regras nem freios, “a modernidade empregou uma grande parte de seu tempo e muita energia a combater a comunidade”, afirma Bauman (Cfr. Zygmunt Bauman, La vie en miettes-experiénce postmoderne et moralité, Librairie Arthème Fayard/Pluriel, Paris, 2014, pág. 372). Da mesma forma que outras formas pré-modernas de relações humanas, a comunidade entrava na lista dos resíduos tradicionais a serem extirpados. Além de ser vista como lugar de pressão e não raro de escravidão, impedia o intercâmbio sem fronteiras do liberalismo político e econômico.