Um britânico negro de 10.000 anos atrás
Evolução humana Patricia Tubella – 8/02/18 Foto fornecida pelo Museu de História Natural de Londres mostra o rosto do chamado “Homem de Cheddar”. LONDON NATURAL HISTORY MUSEUM / EFE Após análise de genoma, pesquisadores afirmam que ‘homem de Cheddar’ tinha pele “de escura a negra”.
Trans-humanismo e pós-humanismo (III)
“O aparecimento de uma superinteligência poderia ser a grande ameaça” Anselmo Borges – DN, 31/03/2017 Imagens: Periodistadigital “Para fazer face a esta realidade e garantir que os robôs estão e continuarão a estar ao serviço dos humanos, é urgente criar um quadro jurídico europeu robusto” “A um dado momento, nos próximos cem anos, os computadores superarão os humanos graças à inteligência artificial. Quando isso ocorrer, temos de assegurar-nos de que os objectivos dos computadores coincidam com os nossos.” – Stephen Hawking
Trans-humanismo e pós-humanismo (2)
Padre Anselmo Borges -25/03/2017 Foto: paródia da Criação de Michelangelo Pergunta Jean Staune, em Les Clés du Futur (As Chaves do Futuro – NdR):“E se se pudesse conceber um dia uma máquina que dispusesse de todas as potencialidades de um ser humano, em termos de criatividade, de emotividade, mas também, e sobretudo, que seja consciente da sua própria existência e que, como todos os seres humanos, desejasse melhorar a sua situação?”
Pesquisa elabora 1º mapa global da diversidade genética
Uma equipe de pesquisadores da Universidade de Copenhague dirigida pelo espanhol David Nogués-Bravo elaboraram o primeiro mapa global da diversidade genética no planeta, que é maior nos trópicos e nas áreas com menor impacto humano. O estudo, publicado nesta quinta-feira pela revista “Science”, se baseia na análise de quase 93 mil sequências genéticas de mais de 4,5 mil espécies de mamíferos terrestres e anfíbios, tiradas das bases de dados públicos e com coordenadas geográficas atribuídas.
Maria do Céu Patrão Neves “O meu maior receio é perdermos o humano”
Entrevista a Maria do Céu Patrão Neves ANDREA CUNHA FREITAS A ciência avança a um ritmo vertiginoso. E se parássemos para pensar onde estamos, aonde queremos ir e aonde podemos ir parar? O Admirável Horizonte da Bioética, livro da professora catedrática de ética Maria do Céu Patrão Neves (Foto), faz isso. Sem sentenças, sem agouros ou visões utópicas.